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domingo, 13 de abril de 2014

DIANA, A MINHA UNIVERSITÁRIA DEDICADA

AUTOR - DINHO

No mês de Junho do presente ano, fui convidado por um professor amigo meu, a dar uma pequena palestra em uma universidade local, a respeito de marketing pessoal, para uma turma de alunos do primeiro ano de Administração. Por já ter experiência em sala de aula e já ter conhecimento sobre o conteúdo, aceitei e acertei os detalhes. 

No dia da palestra, cheguei antes do horário acordado, preparei a apresentação e o data-show e fiquei aguardando a chegada dos alunos. 

No horário acertado, o meu amigo e professor daquela turma, me apresentou para uma turma de cerca de 60 alunos e logo depois dei início ao assunto e, por eu ter uma boa desenvoltura com pessoas, foi uma palestra agradável e o tempo estabelecido, praticamente voou e quando nos demos conta já tinha transcorrido a hora estabelecida. 

Agradeci à turma, que ficaria ainda para outra palestra, e quando já estava descendo as escadas, uma das alunas, de nome Diana, me pediu alguns minutos de minha atenção para ela tirar algumas dúvidas.

 Concordei com ela e seguimos, sentamos próximos da cantina, em uma mesa um pouco afastada, onde de imediato ela fez algumas perguntas e enquanto eu respondia e ela anotava em seu caderno, eu prestava atenção aquele corpinho pequeno, cerca de 1,58 cm, loira de cabelos curtos, olhos amendoados, com uma blusinha preta e um decote discreto, um sorriso cativante e um rosto bonito. Vestia ainda uma calça jeans justa e sandálias, pouca maquiagem e um perfume delicioso. Nosso assunto não levou mais que vinte minutos, o qual ela agradeceu e se levantou seguindo em passos rápidos, com destino ao portão de saída. Aproveitei e observei mais um pouquinho daquela bundinha rebolativa, me levantei e segui ao estacionamento para pegar o meu carro e ir embora. 

Saí do estacionamento e seguia destino ao centro da cidade, quando vejo a Diana no ponto de ônibus, logo à frente. Parei, abaixei o vidro do passageiro e cumprimentei-a pelo nome, perguntando para qual lado da cidade ela iria e, mesmo não sendo o mesmo destino, ofereci uma carona. Ela sorriu e aceitou. No trajeto, que procurei fazer de forma mais lenta possível, fui descobrindo um pouco mais daquela mulher. Diana tinha 20 anos e trabalhava em uma agência de publicidade. Enquanto ela falava de sua vida, eu procurava ir observando as suas formas, sempre que possível, e ela percebia e sorria. Elogiei o seu perfume e ela fez um comentário dizendo que seu namorado nem prestava atenção quando ela usava um perfume diferente. Aproveitei a brecha e elogiei a sua beleza e sua forma de vestir, fazendo carinhos em sua perna. Ela ficou alguns segundos em silêncio, me olhando, e à medida que eu acariciava sua coxa, sua respiração ia mudando e seus olhos foram ficando semi-fechados. Diana separou um pouco mais as suas pernas, dando espaço para que minha mão acariciasse a parte interna de suas coxas, o que fiz sem hesitar, começando a arrancar pequenos arrepios de seu corpo, podendo ser constatado pelos seus braços arrepiados e pelos biquinhos de seus peitos, já marcando sobre a blusa. Diana desceu um pouco o banco do carro, deixando seu corpo meio deitado e eu subi com a minha mão direita no meio de suas pernas, perto de sua buceta, sentindo uma calor enorme naquela região. Quando minha mão chegou pertinho, ela fechou as pernas, prendendo a minha mão e suspirou forte. Já estávamos chegando ao seu bairro e Diana levantou seu corpo, chegou com a boca pertinho do meu ouvido e me pediu para levá-la para outro lugar. Sem me dar chance para qualquer questionamento ou pensamento, passou a mão no meu cacete, que já estava meio duro e beijou meu pescoço, deu um leve beijo no canto de minha boca, enquanto a sua mão ia soltando o cinto de minha calça e aqueles dedos pequenos iam entrando dentro de minha cueca e acariciando o meu cacete. 


Rumei para o primeiro motel que avistei. Entramos no quarto, já nos pegando em um beijo quente e delicioso. Minha calça já estava aberta e Diana, ainda na porta do quarto, me empurrou de costas na parede e, de joelhos na minha frente, puxou minha calça e cueca juntos, para baixo das minha coxas. Meu cacete saltou duro perto de sua boca e ela foi beijando e lambendo a cabeça do pau, sem utilizar nenhuma de suas mãos, que acariciavam as minhas pernas. Aquela língua pequena, lambia toda a extensão do cacete, beijava, mordia, até ir tentando colocá-lo dentro de sua boca. Diana mamava gostoso, um boca quente que melava o meu pau, me deixando louco, enquanto uma de suas mãos acariciava e apertava as minhas bolas. Ela sabia como mamar e sabia o prazer que estava me proporcionando. Tentei me desenvencilhar dela, pois não queria gozar logo. Ela tirou o pau da boca e batia com ele no seu rosto e voltava a meter na boca. Meu pau começou a inchar e ela acelerou os movimentos até eu gozar dentro de sua boca.

                        

 Diana continuou lambendo tudo até deixar o meu pau todo limpo. Tirei a minha camisa, ergui o seu corpo do chão, tirei a minha calça e levei Diana para a cama. Tirei sua blusa e me aparecerem dois seios gostosos, de tamanho médio, com auréolas claras e bico saliente. Chupei seus peitos arrancando gemidos seus. Desci pela sua barriga e arranquei a sua calça, deixando ela somente de calcinha. Diana tinha uma tatoo em sua virilha, de uma fadinha. Arranquei sua calcinha e apareceu um buceta com poucos pêlos (apenas um bigodinho). Acariciei ela com os dedos, já vendo toda a sua excitação e mergulhei minha boca nela. Diana agora gemia alto e pedia para eu chupar forte. Metia minha língua nela e chupava sua buceta e ela, grudando nos lençóis da cama, gemeu alto e gozou forte. 

                                

Não dei trégua aquela mulher deliciosa e continuei chupando, agora levando a minha língua até perto de seu rabinho. Diana vibrava de tesão e pedia para eu lamber o seu cusinho. Brinquei com ele e percebi que ela empurrava a sua bunda de encontro ao meu rosto, toda vez que minha língua tocava em seu buraquinho. Fizemos um 69 e ela deixou o meu pau em ponto de bala de novo. Coloquei uma camisinha, deitei na cama e puxei Diana sobre o meu cacete. Apesar de meu cacete seu grosso, não tive muita dificuldade em penetrá-la, pois ela estava encharcada. O cacete deslizou para dentro de Diana, que começou a se movimentar, calvagando e engolindo o meu cacete com a sua buceta gulosa, enquanto eu acariciava e apertava o biquinho de seus peitos. Diana acelerou mais ainda os movimentos e gozou novamente. Saí de dentro dela, coloquei Diana de quatro e comecei a penetrar a sua buceta por traz. Agora eu queria aproveitar o máximo daquele corpo. Castiguei durante um bom tempo a buceta de Diana. Metia lentamente, acelerava, tirava quase todo o pau de dentro dela, para meter de novo, bem fundo, arrancando dela gemidos cada vez mais altos. Diana jogou o corpo na cama e deixou a bunda bem empinada. Com meu cacete todo atolado na sua buceta, comecei a brincar com seu cusinho, levando meu dedo ate ele. Quanto mais eu brincava com ela, mais forte ela rebolava na minha vara. Molhei no dedo no caldo que saía de sua buceta e forcei o dedo no seu cu que lentamente foi aceitando a entrada do dedo. Diana parou e só gemia. 

                       

Sentia a sua buceta mastigar o meu pau, enquanto meu dedo ia laceando aquele cu. Agora eu já forçava dois dedos dentro dele, que se mostrava receptivo à invasão.Tirei meu pau da buceta de Diana e encostei na entrada de seu cu e fiquei brincando, esperado ela pedir para eu meter. Diana abriu a sua bunda com as duas mãos e me pediu para meter devagar. Forcei a cabeça do pau e segurei, fazendo uma pequena pressão, até a cabeça ir deslizando para dentro. Quando a cabeça entrou, parei um pouco para Diana se acostumar com ele, mas Diana me surpreendeu, pressionando a sua bunda de encontro ao pau, fazendo ele ser tragado mais para seu dentro do seu rabo. Mas ela não parou por aí, Diana levou seus dedos para a sua buceta e enquanto se acariciava, me falava pra eu meter no seu rabo sem dó, que ela adorava dar o rabo, que ela gozava gostoso assim. Com ele todo atolado no seu rabo, Diana começou a rebolar e disse:

-Mete seu pau na sua putinha, mete....fode meu rabinho... fode, Dinho

- Isso amor, quer sentir meu pau no seu cu?

-Quero!! Põe na sua putinha, nossa que tesão, mete gostoso, haaaa adoroooooooo

- Isso, to metendo gostoso, tudinho, no seu rabo, sentido seu cu agasalhando todo meu pau

-Ai que delicia,  amor...  vou gozar!

-Goza, minha puta... goza. Quero fazer voce gozar muito!

- Haaaaam assim, isso hammmmmmmmmmmmmmmmm

-Isso amor, vou gozar no seu cusinho, rebola mais pra mim, que eu quero gozar agora.

-Tá gostoso meter no cu da sua puta, né Dinho?


- Sim, amor... tá gostoso sim!

- Mete gostoso, goza pra mim, vai... bem gostosooooooo

-Ahhhh, tô gozando, minha putinha deliciosa!

- Meu gostoso, que pau mais tesudo!

Caímos os dois na cama, com os corpos suados, até meu pau amolecer e sair de dentro de seu rabinho gostoso. Ficamos um tempo nos acariciando e Diana me confidenciou que à muito tempo não sabia o que era gozar assim, pois o seu namorado, apesar de ser ótima pessoa, não acompanhava o seu ritmo de desejo. Tomamos um banho e, devido ao horario, teríamos que ir embora. No caminho, ainda rolaram alguns beijinhos e muito carinho, com a promessa que novos encontros que acontecem até hoje, sempre que conseguimos escapar de nossos pares.

2 comentários:

  1. Delicia hein..Adoro os contos do Dinho

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    1. Somos duas, Deissinha...os relatos do Dinho são sempre óimos..
      Beijocas, amiga

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