E os Pais Natal, pensavam que me esquecia? Aqui estão eles! Deliciem-se, meninas, mas depois devolvam. São todos meus, só empresto!
Parabéns

Participem com contos, sugestões e fotos para incluir no nosso blog. Podem enviar para o nosso contacto : pontoerotyco@gmail.com - vamos chegar às 400 000 visualizações
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
UM ENCONTRO INESQUECÍVEL
AUTOR - ANJO SORRIDENTE
A vida nem sempre corre bem, como desejamos…
Passei por dias difíceis e duros durante duas semanas.
Problemas em casa, no trabalho… um pouco de tudo.
Na segunda semana daqueles momentos tensos, saio de casa bem
cedo depois de uma discussão e ponho-me a caminho para o trabalho. O dia estava
frio e com alguma chuva.
No caminho para a cidade, eram umas 8 horas (eu só entro as
9 horas) …vejo ao longe alguém a caminhar na berma da estrada. A três metros de
chegar até essa pessoa, ela vira-se, olha para trás e senti algo… ela abana a
cabeça e apercebi-me que ia com frio … com os braços bem juntos ao corpo. Sem maldade
nenhuma eu paro o carro à frente dela, saio e pergunto:
- Quer boleia ou deseja alguma ajuda? … deve estar com frio!
Eu vou para a cidade e não me importo de a levar.
Ela vai chegando ao carro e diz:
- Por acaso vou cheia de frio … estou à espera que passe
algum autocarro … mas já que está a oferecer boleia, aceito.
Ela entra no carro, põe o cinto de segurança e eu ligo o ar
condicionado para ela se sentir melhor e não desmaiar dentro do carro. Que
justificação ou teria se acontecesse algo com ela?
- Desculpe! Obrigado pela sua gentileza mas eu sou alérgica ao
ar condicionado. Será que podia desligá-lo?
Eu sorri para ela e desliguei-o logo.
- Eu desliguei porque apercebi-me que estava com bastante
frio e deve ter as mãos geladas. Ainda não me apresentei. Sou o José, podes
chamar-me Zé. Estendi a mão para apertar a dela.
Ela tocou com a sua mão na minha senti a sua mão super
gelada, mas também senti um pequeno arrepio na espinha.
-Chamo-me Cristiana.
Fomos pela estrada fora sem mais uma palavra. Há um café na
esquina de uns apartamentos e eu perguntei-lhe se queria tomar um café, pois ainda
era cedo para eu ir trabalhar. Ela disse logo que sim.
Tomamos um café e comemos um pastel de nata. Tivemos sorte,
pois tinham acabado de sair do forno, estavam quentinhos e estaladiços.
Ainda não tinha reparado bem naquele rosto lindo. Ela tinha
cabelo preto comprido e encaracolado…lindo! Os seus peitos eram grandes e pareciam
ser também muito bonitos.
Ela faz um pequeno gesto, mete a mão na carteira e tira uns óculos
de cor castanha, colocando-os no rosto… e quando reparo ela ficou ainda mais
linda e sexy… gostosa. Dei um sorriso para ela:
- Isso foi para me veres melhor?... Ainda tens as mãos
geladas?
Ela com as duas mãos estendidas, procura as minhas e
aperta-as com força ……… hummmm que arrepio que me deu pela coluna a cima…
- Então Zé, achas que tenho as mãos quentes?
- Que diferença tão grande desde há pouco … estão super
quentinhas e macias, Cristiana.
O tempo que estivemos no café e no carro não houve nenhuma
conversa, só a rápida apresentação e os olhares trocados, se bem que por dentro, só tivesse vontade de beijá-la.
Saímos do café e ao caminharmos, apareceram meia dúzia de garotos na brincadeira uns com os outros… empurram a Cristiana para junto de mim e ao perceber isso tento agarrá-la e puxo-a para junto de mim. Os meu olhar encontrou-se com o dela e os seus lábios já quentes tocam nos meus. As minhas mãos apertaram as suas ancas. Eu, encostado na parede da entrada do prédio, ela olha para mim e dá-me um enorme beijo húmido, quente e cheio de paixão.
Saímos do café e ao caminharmos, apareceram meia dúzia de garotos na brincadeira uns com os outros… empurram a Cristiana para junto de mim e ao perceber isso tento agarrá-la e puxo-a para junto de mim. Os meu olhar encontrou-se com o dela e os seus lábios já quentes tocam nos meus. As minhas mãos apertaram as suas ancas. Eu, encostado na parede da entrada do prédio, ela olha para mim e dá-me um enorme beijo húmido, quente e cheio de paixão.
Com a força dos beijos, as nossas mãos a percorrerem os
corpos, ouvimos um barulho e assustamo-nos. A porta do prédio abriu-se.

Ela tinha um vestido muito bonito e levantei-o enquanto a
beijava loucamente. Meti lentamente a minha mão dentro da sua cueca... hummm…
senti alguns pêlos na parte de cima… com o meu dedo toquei no seu clítoris e
ela deu um pequeno gemido na minha orelha. Avanço mais e introduzo o meu dedo
na sua pombinha, que estava toda húmida e quente e já toda molhada de desejo e
prazer. Tirei o meu casaco e deixei-o no degrau das escadas e sentei-a na minha
frente.
Tirei-lhe as cuequinhas, que por sinal eram um lindo fio dental branco
rendado… abri-lhe as pernas e comecei a beijar a sua pombinha.

Por meu espanto, tinha uns lábios vaginais carnudos e bem -
feitos. Que desejo louco de lamber mais. Voltei novamente a lamber e a chupar
toda aquela borboleta rosada e bem gostosa. Fiquei loucamente perdido e mordi
lentamente os seus lábios carnudos. Ela dá um enorme grito e gemido… e teve um
enorme orgasmo .
- Faz mais, querido ! Quero mais e muito … que delicioso…
Fiquei com mais tesão ao ouvir tudo aquilo. Desapertei as calças e enterrei todo meu pénis naquela cona quente. Gemeu novamente mais alto … que loucura tão deliciosa e única.
Fiquei com mais tesão ao ouvir tudo aquilo. Desapertei as calças e enterrei todo meu pénis naquela cona quente. Gemeu novamente mais alto … que loucura tão deliciosa e única.
Estive algum tempo a foder aquela pombinha… gemíamos que nem
uns loucos. Estava quase a ter um orgasmo lembrei-me que não tinha
preservativo. Parei e levantei-me, puxando-a…. ela ficou com o rosto à mesma
altura do meu pénis .
Ela, loucamente, pega nele e começa a lamber, chupar,
morder... nunca me tinham chupado daquela maneira louca e única. Ela com o dedo
dela, passava-o pelo clítoris enquanto me chupava todo.

Tiro o fio dental do meu bolso, dou-lhe um beijo no sítio da
sua pombinha, entrego-o a ela para se vestir e sairmos dali despercebidos.
Ao chegar à porta dos apartamentos, ela agarra-me e volta a
beijar-me… a sua língua era mágica. Pediu-me para eu a deixar ali porque estava
perto do seu trabalho e queria fazer o percurso a pé.
Andei semanas a pensar naquele dia … passei horas à noite
sem dormir… a relembrar aqueles momentos mágicos e único que jamais irei ter.
Três semanas depois, volto àquele café, em virtude de a ver
novamente. Não há sinais dela. Ao sair do café, chega um carro com duas
pessoas. Ela sai do carro juntamente com um homem. Fiquei preocupado e corado.
Não sabia o que fazer. Ela passa por mim e pisca-me o olho.
Entro no carro, acendo um cigarro e quando me apercebo,
alguém me bate no vidro … era ela.
Abri o vido do carro e ela sorri para mim.
- Bom dia, Zé. Gostei muito ver-te. Não me posso demorar, o
meu marido está no café e vim buscar uma coisa ao carro para te poder falar. Obrigado
por tudo, Zé. Aquele dia mudou muito a minha vida. Voltei a ser novamente
feliz. A grande loucura de te chupar e beber todo o teu esperma foi motivo de
zanga em casa. Mudaste a minha maneira de ver as coisas e de senti-las de uma maneira diferente.
- Não agradeças Cristiana. Eu quero muito que sejas feliz.
As suas últimas palavras doeram-me mais…
- Quem sabe um dia nos encontramos e tomamos novamente um
café. Muito obrigado pela atenção e pelo teu carinho comigo….xau, lindo … até
um dia destes.
- Adeus Cristiana….
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
SEDUZIDA PELO TIO FERNANDO
VÍDEO-CONTO
AUTOR - PORTUGUESINHA
Mais um vídeo-conto que fiz para o concurso de incesto, que participei, espero que gostem, vai o vídeo em anexo.
Esta história, já tem uns anos, mas resolvi dividir com vocês. Passou-se quando eu tinha os meus 16 anos. Os meus pais precisaram viajar de repente, para visitar um familiar doente, mas eu estava na escola e não poderia acompanhá-los.
A minha tia Luísa, ofereceu-se para me acolher esses dias na sua casa. O problema é que o marido dela, o tio Fernando, fazia um tempo que olhava para mim de um modo diferente. Até que ele era um homem charmoso e interessante, mas era meu tio, né? Mas confesso que as conversas provocantes dele até me davam tesão, deixando-me completamente molhadinha. No primeiro dia, ficou conversando comigo, como habitualmente, brincando, perguntando se eu tinha namorado, se já tinha beijado algum garoto, se já tinha feito sexo com algum deles. Eu fiquei meio embaraçada com aquilo, mas após ele prometer que não contaria nada aos meus pais, que o que eu contasse para ele ficaria entre nós, respondi às perguntas, falando que no momento, não tinha ninguém, mas já tinha namorado alguns meninos.
Após insistência dele, falei que já tinha ficado com um deles, que tínhamos feito amor umas três vezes, mas que não gostei e que me tinha doído muito. Ele ficou falando que o garoto não sabia fazer a coisa direito, que eu precisava de experimentar com alguém mais experiente, que me ensinasse a ter prazer e que quando eu experimentasse, não iria querer outra coisa. Naquele dia a conversa ficou por ali.
No dia seguinte era Sábado e a minha tia foi trabalhar, deixando-me sozinha com o tio Fernando. Ele convidou-me para ir à praia, deixando-me animada. Meio envergonhada, pedi ao tio, se tinha uma gillete, para me emprestar, para fazer a depilação, pois o biquíni que eu ia usar, era muito cavado. A resposta dele, surpreendeu-me:
- Senta aí, querida, que a gillete do tio é perigosa, é melhor o tio fazer a depilação para ti, para não te cortares.
- Ai, tio...tenho vergonha, imagina eu ficar aqui toda aberta, com a ratinha à mostra!
- Não te preocupes, minha querida. Sou teu tio, não tem mal nenhum.
Acabei cedendo, e despindo as minhas cuequinhas rosinhas, enquanto o tio foi buscar a gillete e uma tacinha com água. Quando o tio voltou, trazia um frasquinho de chantillly na mão:
- Aninha, a espuma de barbear do tio, acabou. Vamos usar o chantilly, para substituir.
Confesso que achei meio estranho, mas na hora, meio inocente, nem pensei em maldade. As mãos dele, abriram-me as pernas e espalharam uma boa porção de chantilly nos meus pelinhos.
- Abre mais as pernas, querida, para o tio poder rapar melhor. Nossa, que ratinha linda, meu amor. Sortudo do menino que for chupá-la, vai se deliciar!
- Chupar, tio?... Não vou deixar, não. Acho isso meio nojento.
O tio ia passando a mão, demorando-se mais que o necessário, deixando a minha ratinha molhadinha e com vontade.
- Que é isso, minha querida? Nojento? Quando sentires uma boca lambendo e chupando a tua menina, não vais querer outra coisa. Mas tem de ser uma boca experiente, para te dar muito prazer, não a boca daqueles coleguinhas teus lá da escola.
O tio Fernando foi raspando os meus pelinhos, até deixar só uma pequena porção por cima do clítoris. No final, passou os dedos molhados, limpando o chantilly, que estava grudado.
- Amor...está difícil sair, deixa o tio limpar de outra maneira. Relaxa, que vou te deixar limpinha!
Eu já estava de olhos fechados, mordendo os lábios para não gemer, enquanto a mão do tio, deslizava na minha rachinha e no meu clítoris inchadinho de tesão. Nem me apercebi da boca dele descer até lá embaixo, até sentir uma sensação nova e diferente. Abri os olhos e vi a boca do tio, lambendo a minha ratinha, com muita vontade. Deu-me um arrepio no corpo todo, que me fez estremecer.
- Isso, fofinha, deixa o tio te mostrar como é bom ser chupadinha assim. Abre as pernas e deixa o tio fazer. Vais gostar, querida, prometo! Que ratinha deliciosa!
- Aiiiii...tio...que coisa boa!....aiiiii...tão bommmmmmm!
A língua experiente lambia-me como se quisesse me devorar toda. Ele sabia bem o que fazer, para me deixar louca. Arqueei o meu corpo, até que entre gemidinhos, vim-me na sua boca, ficando molinha e arfante e meio surpresa pelo que tinha acontecido.O tio aproveitou esse momento, para abrir as calças e sacar da sua picha dura para fora.
- Agora, querida, vais sentir o que é uma picha de verdade. Não como aquelas dos teus coleguinhas. o Tio vai te mostrar como é bom levar um pau de verdade na ratinha.
Confesso que me assustei com o tamanho do instrumento. Só tinha visto a do meu colega e era mais pequena e fina, mas o tesão era tanto que nem me importei. Só queria aquilo dentro de mim, me preenchendo toda. O tio deitou-me mais na cadeira e encaixou aquele pedaço de carne, lentamente, até as bolinhas baterem nas minhas nádegas. A sensação era ótima e fechei os olhos, deixando ele comandar o ritmo.
Confesso que me assustei com o tamanho do instrumento. Só tinha visto a do meu colega e era mais pequena e fina, mas o tesão era tanto que nem me importei. Só queria aquilo dentro de mim, me preenchendo toda. O tio deitou-me mais na cadeira e encaixou aquele pedaço de carne, lentamente, até as bolinhas baterem nas minhas nádegas. A sensação era ótima e fechei os olhos, deixando ele comandar o ritmo.
- Ai, Aninha, que coninha apertadinha. Rebola no pau do tio, rebola.Isso, aperta ele assim.
A sensação era deliciosa e não me doía, só me dava cada vez mais prazer.Ao fim de um bocado, o tio sentou-se e puxou-me para cima dele:
- Vem, amorzinho...vem cavalgar o tio, vem! Mostra para o tio, que tu sabes como fazer.
Nunca tinha ficado assim por cima, mas encaixei aquela delícia na minha ratinha e segui o meu instinto, saltando em cima dele, ajudada pelas suas mãos que me apertavam pelas nádegas. Gemi como uma cadelinha no cio, deliciada com aquilo tudo dentro de mim. Senti o orgasmo aproximar-se, para me fazer gozar pela primeira vez com um cacete dentro de mim. Até ali, os meus gozos eram somente solitários, com os meus dedinhos no clítoris. Mas aquele nem tinha comparação, senti o meu corpo todo estremecer, até me fazer gritar e ficar sem forças em cima do pau do tio. O tio estava arfante por baixo de mim, louco para se vir:
- Isso, minha gostosa, o tio não falou que ias gostar ? Vem, querida, chupa o pau do tio agora, chupa!
- Ai, tio...chupar ? Nunca fiz isso...tenho nojo !
- Experimenta, que não tem nada de mais.Toda a gente faz isso. Vai, só um pouquinho, se não gostares, páras. Lambe só a cabecinha.
Desci a boca, um pouco a medo e comecei a lamber aquele pau lambuzado dos meus líquidos. Até que não era tão mau como pensava. A cabecinha era tão suave e aveludada, que fiquei brincando com ela, como se fosse um brinquedinho. O tio gemia e delirava com a minha boquinha virgem.
Desci a boca, um pouco a medo e comecei a lamber aquele pau lambuzado dos meus líquidos. Até que não era tão mau como pensava. A cabecinha era tão suave e aveludada, que fiquei brincando com ela, como se fosse um brinquedinho. O tio gemia e delirava com a minha boquinha virgem.
- Ai, Aninha, ajuda com a mão, querida. Toca uma para o tio, toca.
Fui apertando o seu cacete na mão e chupando a cabecinha ao mesmo tempo, até que senti ele pulsar e jorrar o seu leitinho todo. Tirei a boca assustada e deixei escorrer pelas minhas mãos abaixo, meio surpresa.
Ali, pela primeira vez, senti-me uma mulher de verdade, capaz de dar prazer a um homem, mesmo que esse homem fosse o marido da minha tia.
domingo, 11 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
PRESENTE DE ANIVERSÁRIO
AUTOR - PORTUGUESINHA
Tomo um duche rápido, passo um creme perfumado pelo corpo todo, coloco umas cuequinhas fio dental minúsculas, pretas, rendadas e com pequenos lacinhos vermelhos de lado, que acho que te vão agradar e visto um vestido solto por cima, sem soutien. Coloco umas gotas do perfume que mais gostas no pescoço, pulso e um pouco nas virilhas. Passo um pouco de espuma nos meus caracóis, deixando-os bem soltos em volta do rosto, coloco uma maquilhagem bem leve e finalmente estou pronta para ir ao teu encontro. Passo pela cozinha e preparo uma pequena cesta com o pequeno-almoço, com a qual te vou surpreender. Levo outro saco já preparado de véspera, com mais algumas coisas especiais. Sorrio para o espelho antes de sair…já imaginado o que está por vir.
Chego ao teu apartamento, sem fazer barulho, coloco a chave na porta e entro. Descalço-me para não te acordar e vou até à cozinha preparar tudo o que necessito para a surpresa que tenho para ti. Depois de tudo ajeitado, vou pé ante pé até ao quarto, onde te encontro deitado de costas, nu, apenas com um lençol até à cintura…com um ar calmo, de quem dorme profundamente. Através da janela, vejo que o sol já começa a nascer, deixando entrar uma ténue claridade que deixa ver os contornos à minha volta. Agarro numa série de velas que trouxe comigo, espalho-as pelo quarto e acendo-as, deixando o ambiente na média luz, o ideal para o que quero. Deito umas gotas de essência de baunilha nas velas e sinto o cheiro suave invadir aos poucos o quarto. Vou até à cozinha e trago um tabuleiro que preparei anteriormente. Uma chaleira com café bem quente, croissants e morangos com chantilly, para o nosso pequeno-almoço. Dispo o meu vestido, agarro num lenço de seda e chego ao teu lado. As tuas mãos estão atrás da cabeça, o que só facilita o meu trabalho. Sorte que a tua cama tem barras em ferro. Passo o lenço através duma delas e com todo o cuidado amarro-te um pulso…dou a volta e puxando um pouco a tua mão, amarro o outro, o que faz com que te mexas um pouco, mas sem acordares. Não consigo conter um sorriso no meu rosto…hoje vou eu comandar e fazer do meu jeito…só de imaginar, começo a ficar louca!
Puxo o lençol que te tapa, deixando-te completamente nu. Não consigo evitar que o meu olhar deslize pelo teu corpo, admirando-o…Adoro o teu corpo e o que ele me faz sentir!
Está na hora de te acordar…já dormiste o suficiente…vamos passar à acção!
Deito-me ao teu lado…começo a beijar o teu ombro, com pequenos beijos e sinto-te mexeres-te um pouco…começo a dar pequenas mordidas, que espero que te façam despertar…mas tu só te mexes um pouco, gemendo baixinho…será que pensas ser um sonho? Sorrindo, subo a minha boca pelo pescoço, dando beijos um pouco mais fortes, pequenos chupões, que finalmente te fazem abrir os olhos. A primeira coisa que fazes é olhares admirado para mim, até te aperceberes de que as tuas mãos estão presas. Abres a boca para reclamar, mas eu coloco um dedo nos teus lábios, calando-te, e peço-te para confiares em mim, que não farei nada que não queiras e que se não gostares só tens de me pedir para parar. A tua boca já se abre num sorriso, entendendo o que vai acontecer. Viras o rosto para mim e tentas beijar-me. Eu fujo do teu alcance, rindo de ti, pois hoje tudo o que acontecer será por iniciativa minha e não tua. Rodo o meu corpo e abrindo as pernas, sento-me em cima de ti, encaixando o meu corpo no teu, apenas com as minhas cuequinhas a separar-nos e sentindo o teu cacete começar a dar sinais de vida. Os teus olhos estão fixos nos meus seios, que estão em frente ao teu rosto. Com um ar de maldade, levo as minhas mãos até eles e fico massajando-os à tua frente, enquanto vejo a pressão que fazes no lenço, para te soltares. As minhas mãos passam para os bicos, apertando-os, enquanto deito um pouco a cabeça para trás, gemendo. Sinto o teu pau fazendo força contra o tecido molhado das minhas cuequinhas, enquanto me pedes para pôr um deles na tua boca…mas claro que não to dou…ainda. Coloco dois dedos na tua boca, que tu chupas com sofreguidão, agarrando-os com força. Consigo tirá-los e passo-os num dos bicos, deixando-o molhado…agarro no seio e baixando a cabeça, começo a lamber o mamilo na tua frente, vendo o teu ar desesperado e sentindo a tua pressão debaixo de mim. Depois de um bocado, resolvo acalmar um pouco o teu sofrimento, desço o corpo e coloco os meus seios na direção do teu rosto. No entanto, não te deixo ainda agarrá-los, fico balançando-os no teu rosto….dando-te pancadinhas suaves com eles…vendo o teu sofrimento.
Finalmente, coloco um deles na direção da tua boca. Os teus lábios agarram-no com força e não o largam mais…sinto a tua língua castigando o mamilo sem dó, enquanto os dentes o agarram. Não quero perder o controlo, mas está sendo difícil assim, sentindo essa boca maravilhosa nele. Estico os meus braços…entrelaço as minhas mãos nas tuas, puxo o seio e colo a minha boca na tua…preciso sentir o teu sabor. Como sempre que te beijo, sinto os arrepios fortes percorrendo o meu corpo e a minha excitação crescer cada vez mais. Fico ali durante um bocado, sem conseguir descolar a minha boca…percorrendo cada contorno da tua, brincando com ela, juntando os meus gemidos aos teus. Finalmente desço para o teu pescoço…para o teu peito…beijando cada pedacinho de pele que encontro…descendo pela barriga…enfiando a língua no buraquinho do umbigo…sentindo o teu corpo contorcer-se todo…desço a boca pela tua anca…dando mordidas…chego na virilha...e ouço a tua voz, rouca de excitação, pedindo para eu chupar o teu pau, enquanto o sinto quente, pulsante e bem duro contra o meu rosto. Digo-te que ainda não está na hora…para esperares, para não seres tão ansioso…temos o dia todo à nossa frente…ouço a palavra «MALVADA», sair da tua boca e sorrio um pouco. Desço a boca pela tua coxa…até ao joelho…pela perna…beijo o tornozelo e o teu pé…e começo na outra perna, pelo sentido inverso…subindo aos poucos…enquanto te ouço gemer e chamar-me de louca e torturadora. Estou a adorar isto!
Quando chego perto do teu pau, vou soprando com os meus lábios, dizendo que estás muito quente e que precisas refrescar. Tu pedes novamente a minha boca e desço-a até às tuas bolinhas, colocando-as na boca...beijando e chupando cada uma delas…resolvo acabar com o teu sofrimento e agarrando no teu cacete lindo, que eu adoro, começo a massajá-lo devagar, esfregando a cabeça inchada, enquanto lambo a base, deixando-a bem molhada de saliva…tiro a mão…subo a boca…sempre lambendo…e chego na cabeça…coloco-a na boca e começo a chupar…

Sinto o teu corpo contorcer-se ao contacto do café quente e fico te chupando, agarrando o teu pau com uma mão e atirando a boca com fúria, dando-te finalmente o que tanto queres. Ao fim de pouco tempo, ouço os teus gritos roucos, ao mesmo tempo que te sinto retesares-te mais na minha boca e explodir dentro de mim…enchendo-me a boca com o teu sabor. Bebo tudo, olhando para o teu rosto, contorcido de prazer e digo-te que adoro café com leite, pela manhã.




Deixo-me cair sobre o teu peito, ofegante, escutando o teu coração batendo tão acelerado como o meu. Aconchego o meu corpo contra o teu e falo no teu ouvido:
-FELIZ ANIVERSÁRIO, MEU AMOR….ESPERO QUE TENHAS GOSTADO DO PRESENTE!
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
O AMBRÓSIO
sábado, 3 de dezembro de 2011
FOTOS DOS LEITORES- K
Olá, pessoal, obrigado pela contribuição.
Tenho andado a recrutar voluntários para cederem umas fotos para o blog. Pense que é interessante, para fugirmos um pouco as fotos de actores e actrizes, na sua maioria, que se encontram na net.
Já postei algumas na lateral do blog, todas as que tem a nossa assinatura, são de amigos, leitores.
Estas são o primeiro conjunto que recebi, do meu amigo K
Um muito abrigado a ele.
Meninas espero que concordem comigo, que essas fotos são deliciosas.









Tenho andado a recrutar voluntários para cederem umas fotos para o blog. Pense que é interessante, para fugirmos um pouco as fotos de actores e actrizes, na sua maioria, que se encontram na net.
Já postei algumas na lateral do blog, todas as que tem a nossa assinatura, são de amigos, leitores.
Estas são o primeiro conjunto que recebi, do meu amigo K
Um muito abrigado a ele.
Meninas espero que concordem comigo, que essas fotos são deliciosas.






sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
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