Parabéns

Parabéns
Participem com contos, sugestões e fotos para incluir no nosso blog. Podem enviar para o nosso contacto : pontoerotyco@gmail.com - vamos chegar às 400 000 visualizações

domingo, 16 de novembro de 2014

RELATO REAL - A ANGOLANA...


O AUTOR PREFERE FICAR ANÓNIMO...


Olá …
O que vou relatar aqui é 100% real, aconteceu comigo no dia 14 de Outubro.
Vou para jantar numa cidade angolana e quando entro no restaurante, deparo-me que só tenho uma mesa livre, para 2 pessoas. Mas estava encostada a outra mesa, que por sinal estava ocupada por uma senhora que tinha ido ao wc. Sentei-me na mesa e de seguida aparece uma jovem angolana. Depressa pedi desculpa por me ter sentado ali, mas pensava que as mesas estavam já livres. A jovem de imediato disse que eu poderia estar a vontade,  porque só estava a beber uma cuca (cerveja angolana). Eu então agradeci. Demos mais umas palavras e depressa o quebra-gelo passou!
Treta para a frente, treta para trás e pergunta-me se estou sozinho! Depressa respondi que sim, mas ela não acreditou, pois os pulas (é como somos considerados em angola), têm mulheres, amigas ou amantes por lá. Mais uma vez, disse que não tinha ninguém, pois era novo por lá! Aproveitei e também lhe faço a mesma pergunta, quando me diz que está separada à 8 anos e que neste momento está sem ninguém, e que vive sozinha com uma filha. A hora vai correndo e a determinada altura, diz que vai-se embora porque tem de apanhar o táxi e começa a ficar tarde. Como de facto já era tarde, eu ofereci-me para a levar, ao qual agradeceu. Mais conversa para a frente e para trás e deu-me para observar o rego das mamas, que penso que ela se apercebeu porque fez um reajuste na roupa. E de facto pensei como seriam aquelas maminhas, mas depressa tirei isso da cabeça porque como tinha feito uma grande viagem, estava com mais vontade de descansar.
Saímos do restaurante e fomos para o carro! Já dentro do carro, ela pergunta-me onde moro e digo-lhe que vou dormir num hotel. Para meu espanto, pergunta se não pode dormir no hotel comigo, mas frisa logo que é sem qualquer intenção, pois como a casa ainda fica distante, assim não perdia mais tempo. Disse-lhe que sim e volta a referir que é sem qualquer intenção.
Chegamos ao quarto do hotel e disse-lhe que se quisesse poderia tomar banho, ela agradeceu e disse que iria aproveitar. Pensando eu que ela iria despir-se no quarto e assim poderia ter uma noção se valeria a pena avançar ou não, mas foi para o wc e despiu-se lá.
Fiquei no quarto a pensar como havia de agir, até que lembrei de levar-lhe a toalha. Abri a porta e entreguei a toalha, mas ela ainda estava sentada na sanita e de sutiã. Mais uma vez, não consegui ter uma noção do corpo dela, fico a magicar até que digo que vou tomar banho com ela e vejo a sua reacção. Despi-me no quarto e como estava um pouco tenso, nem o pau se levantava. Entro no wc e pergunto se posso tomar banho com ela e disse:

 - Assim aproveitas e lavas-me as costas. 

Ela não recusou e disse que estava bem. Mal abro a porta do chuveiro, os nossos olhos foram directos ao sexo aposto. Reparo que ela tem a cona raspadinha, como eu gosto. Nesse momento, eu pergunto se ela nunca tinha visto um “pula” (alcunha com que tratam os brancos) nu. Ela diz:

- Não, mas sou adulta e sei bem o que os homens têm!
Ficamos uns segundo a olhar um para o outro, eu sempre de pau flácido, quando peço então para me lavar as costas e viro as costas para ela. Começo a sentir as mãos dela a passar água pelas costas e começar a esfregar toda a área, até que às duas por três, lava-me as nádegas e o meu cuzinho, chegando a tocar com os dedos nos meus tomates. O momento foi para mim tão excitante que comecei a ficar de pau feito. De seguida viro-me e ao mesmo tempo digo-lhe:

-Olha como me puseste!

Ela responde:

 -Eu? Eu não fiz nada! - E começa-se a rir-se. 


De seguida, ela começa a passar-se por água novamente e pede-me o sabonete. Mal lhe passo o sabonete, ela começa a esfregar bem a coninha, o que me chamou atenção pela forma como lavava, pois esfregava bem, sempre com a água a escorrer. De seguida fez a mesma coisa nas chuchas (mamas) como elas chamam. Quando saiu do chuveiro, devia estar excitada, pois os bicos estavam tão rijos e salientes, que eu nunca tinha visto assim uns. Só me apetecia dar-lhes uma mamada.

Acabei de tomar banho e saí, limpando-me no quarto. O pau continuava cada vez mais rijo. Deito-me na cama onde ela já estava deitada em forma de conchinha. Pergunto-lhe se ela quer o meu aconchego, ao qual diz que sim. Aconchego-me a ela e o ambiente começa aquecer, por um lado... por outro não! Assim que me encosto, ela começa a sentir o meu pau rijo no cuzinho dela, e diz-me:

-Jorge, você está muito assanhado!

 Respondi que sim e começo acariciar os mamilos das chuchas, começando a sentir os bicos rijos, mas ela pede-me para parar. Perguntei porquê e se não queria relaxar, ao que me responde que queria dormir e que de manhã podia agradecer-me dessa forma. Vou continuando a tentar convencê-la, quando me diz que a mulher angolana prefere “transar” de manhã... pelos visto esta teoria é verdade. Não me contento com a resposta, fui insistindo, mas sem sucesso, até que começo a descer a mão e vou acariciar-lhe a coninha. Começo por acariciar por cima do fio dental e logo me apercebo que o fio dental tem uma abertura na frente. Depressa meto um dedo por essa abertura e estou logo por cima do clitóris. Começo acariciar o clitóris e vou descendo o meu dedo pelo meio dos lábios da coninha, até que ela abre ligeiramente as pernas e dá o sinal que está a gostar. Começo a ouvir dela:

-Isso não vale, isso não vale!

Pergunto-lhe se está a gostar, ao qual diz que sim, e começo a sentir gemidos levezinhos de prazer. Aí pergunto:

-Afinal, queres transar agora?

 - Sim, agora quero!

 Continuo acaricia-lhe a coninha, ela agarra-se ao meu pau e eu começo a beijar o corpo dela, começo mas chuchas com umas mamadas bem fortes, que não levou muito tempo para ver aqueles bicos negros ficarem bem rijos. Continuo a descer, vou retirando a tanga e dou de caras com uma coninha bem pequeninha e apertadinha, mas com o clitóris já bem arrebitado. Fico com uma vontade louca de comê-la. Não perco tempo e começo acariciar-lhe o clitóris com a minha língua, levando-a à loucura. Só ouvia os gemidas e gritos de prazer que libertava, sem ter preconceito de sermos ouvidos pelos clientes dos outros quartos do hotel.
O prazer continua, até que a determinava altura, Tânia levanta minha cabeça, e pede-me:

-Introduz teu pénis na minha vagina!

- Como?- Pergunto eu. E Tânia repete:

-Introduz teu pénis na minha vagina!

 Eeu digo-lhe:

-És muito meiguinha.

 E diz ela depressa:

- Queres que eu use outra linguagem?

 E aí é claro que disse que sim. Tânia, então muda de linguagem e começa a dizer:

- Fode minha cona, pula!... fode minha cona, pula!

Respondi-lhe que não, continuei a acariciar o clitóris na mesma, quando ela diz:

- Não faz isso, pula, me fode, por favor!

 De seguida, amarra na minha cabeça e diz:

-Chupa as minha chuchas e mete o pau na cona. 

Aí comecei a aperceber-me do tesão dela, coloquei um preservativo e enterrei o pau com uma “violência” que ela dá um grito de prazer louco. Começo num vai e vêm, com a cama a bater na parede e ela não parava de gemer alto que até que pede para ficar de joelhos (de quarto) e arrebita o cuzinho para mim, baixando a cabeça, e mais uma vez diz ela:

-Não páres, fode-me!



 Começo num vai e vem novamente, quando ela me pede:

- “Mi chapa vai” (para dar umas palmadinhas).

 Assim faço, não levou muito tempo e esporrei-me todo.

De seguida ficamos no relax na cama, agarrados um ao outro, até que às duas por três, ela adormece e eu fiquei a acabar de ver um filme na televisão.

Quando acabou, deu-me para tornar a brincar com ela e comecei novamente a acariciar o clitóris, até que ela acorda. Pergunta-me se ainda não estou satisfeito, ao qual respondo que não.

- Então se não estás satisfeito, fode-me, mas já ficas a saber que de manhã quero ser fodida outra vez. 

E assim foi, começo aquecê-la da mesma maneira, até que ela começa a dizer:

- Fode-me, quero dormir!

Ela coloca-se em forma de franguinha e mais uma vez, espeto o meu pau com toda a força naquela cona, que ela não consegue controlar o prazer, que só ouço gemidos.
Começo a bombar e vejo a Tânia perdida no prazer, que só vejo ela a gemer e a dizer:

-Ai que bom!... espeta bem fundo!

A determinada altura, vejo ela acariciar as suas chuchas e a friccionar os biquinhos das mamas com os dedos. Sem parar de bombar, vou com a minha boca e começo a chupar lentamente os biquinhos, o que aumentou o prazer dela, ao ponto de colocar as mãos na minha cabeça, fazendo compressão contra as mamas, não me deixando sequer “respirar” e só ouço ela a dizer:

-Chupa bem as minhas chuchas!... ai que bom!

De seguida, trocamos de posição, Tânia vem para cima de mim e tem ela o controlo, poucos segundos depois, começo a sentir-me todo molhado, tinha completamente os tomates todos besuntados do mel que saía daquela coninha.

 Pedi-lhe para parar, para olhar para a cona dela e vejo que toda aquela zona envolvent, estava completamente molhada pelo líquido de prazer, que era bastante expesso. No momento seguinte, vejo Tânia a meter os dedos na cona e quando retirou os dedos foi besuntar os bicos das mamas, de seguida levou uma mama à minha boca e diz:

-Chupa agora as minhas chuchas e vê se gostas!

De seguida, enfia novamente o meu pau na cona de começa a foder-me suavemente, que não aguentei muito mais e acabei por me vir assim. Deixou cair o corpo e acabamos por adormecer.
De manhã, por volta das 6.30 da manha, acordo com Tânia aos beijos no meu corpo, e a dizer-me ao ouvido:

 - Agora é a minha vez!

Perguntei o porque? Quando ela me diz:

- Mulher angolana gosta de transar (termo aplicado lá, o mesmo de foder) pela manhã, que é quando nasce o sol.

 Disse-lhe que ainda era cedo, mas ela queria, porque tinha de entrar ao serviço às 7.30 horas. Não perdendo muito tempo, Tânia começa a passar a mão no meu pau, que depressa ficou duro e a determinada altura começamos a ouvir no nosso quarto barulhos vindos do outro quarto, outro casal deveria também estar a foder naquele momento, pois um dos barulhos que se ouvia era a cama a bater na parede e ouvia-se muito bem os gemidos de uma mulher.
O nosso ambiente começou aquecer, Tânia coloca-se logo em posição de 4 e ordena-me que o espete todo, o que assim fiz. 


Começo a fodê-la naquela posição maravilhosa, até que vejo Tânia a dar palmadinhas no próprio rabo dela. Pergunto se ela gosta de palmadinhas, ao qual diz que adora e que poderia ser eu a fazer. Não esperou pela demora e começo a bombar, com palmadinhas no rabo ao de leve, seguindo com algumas mais intensas e quanto mais aumentava a força da palmada mais a ouvia gemer, só se ouvia gemidos de prazer tanto no nosso quarto como do lado, que a determinada altura fomos para a esquina da cama para assim eu ficar de pé, e começo a bombar, a bombar forte... com palmadas no rabo e amarro no cabelo dela nas mãos e começo a fodê-la com mais força... que só ouvia gemidos, palavras:

 -Aiiii sim … fodes muito bem, não pares... aiiii, pula.... és tão bom a foder esta pretinha.

 E quando lhe perguntava se estava a gostar, só sabia dizer:

- Sim, estou. Sim estou!

Mais uma vez, não me aguentei e acabo por me vir todo.

De seguida, tomamos banho e descemos para tomar o pequeno-almoço. Ao entrar na sala do pequeno-almoço, vejo lá um casal de angolanos que depressa cumprimenta com um “bom dia” a Tânia, o que me deixou surpreendido.  Acabaram por convidar - nos para tomar o pequeno-almoço com eles. Acabamos por saber que era o casal que estava no quarto ao lado do nosso e começamos todos a rir. A conhecida da Tânia acabou por perguntar-lhe:

- O pula tratou-te bem?

Desataram ambas às risadas. O sorriso da Tânia dizia tudo, como tinha sido bem tratada...bem tratada e bem fodida!


3 comentários: