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domingo, 7 de setembro de 2014

A NOVA ESTAGIÁRIA

AUTOR - DINHO
Sou empresário do ramo de seguros no Rio de Janeiro e vou contar um fato que aconteceu comigo há alguns anos atrás.
Durante as minhas férias de final de ano, contrataram uma nova estagiária para a recepção de um de nossos escritórios. Eu sabia que o DP estava em busca de uma pessoa, mas quando retornei à empresa, tive uma enorme surpresa.
Estava passando distraído pela recepção, quando ouvi:
-Bom dia, Sr. Mário!!
Sentada atrás do balcão da recepção estava Bruna, uma menina de 19 anos, linda de morrer. Ela estava vestida com uma blusa solta amarela, uma calça jeans justa e uma sandália de salto completava o visual.
Bruna era morena clara e seus cabelos eram castanho-claros, assim como seus olhos. Ela tinha algumas sardas no rosto, o que lhe dava um charme a mais.
Naquela hora não pude prestar atenção em seu corpo, mas me pareceu bem interessante.
No dia seguinte, a encontrei na porta do prédio e pra ser gentil, perguntei se ela queria almoçar.
Surpresa com a proposta, ela aceitou e então fomos a um restaurante próximo.
Bruna me disse que morava em Itaboraí, havia se casado recentemente e tinha uma filha de um ano.
Perguntei se ela tinha “comido a merenda antes do recreio” e ela envergonhada confirmou.
Perguntei também sobre vida de casada e lhe disse que eu havia me separado recentemente, depois de 15 anos de casado.
Ela me falou que estava morando com o marido numa casa anexa aos seus pais, que o marido trabalhava com transporte escolar e que estava feliz, apesar do marido ser extremamente ciumento.
Sempre no final do mês, fazíamos após o expediente, um pequeno evento para nossos colaboradores na área de lazer da empresa, aonde rolava um churrasco, com cerveja, Karaokê e pagode.
Não sou fã desses eventos, mas por força do trabalho, tinha que estar presente.
Nesse dia, Bruna foi trabalhar com uma mini-saia um palmo acima do joelho e então pude confirmar minhas suspeitas:
Ela tinha umas pernas maravilhosas, coxas grossas e sua bunda tinha um formato lindo.

Eu sempre tive por hábito não misturar trabalho e sexo, pois como diz o ditado “aonde se ganha o pão não se come a carne”, mas quando a vi dançando daquele jeito sensual, fiquei louco de desejo.
Como em nossa primeira conversa ela disse que estava feliz no casamento, decidi não tomar nenhum tipo de iniciativa.
Alguns dias depois, em uma reunião com meus sócios, o assunto inevitavelmente acabou na nova recepcionista. Todos foram unânimes em dizer que ela era maravilhosa e tal.
Um dos sócios, o Marco, afirmou que ela estava “dando mole” pra ele, mas o assunto ficou por isso mesmo.
Final de mês, novo oba-oba depois do expediente. Bruna estava mais gostosa do que nunca depois de algumas cervejas, estava “soltinha”.
A festa estava rolando e de repente ela desaparece. Percebi que Marco também tinha desaparecido. Passaram-se uns 40 minutos e ambos apareceram de volta.
Bruna disse que iria embora, pegou sua bolsa e foi em direção ao terminal rodoviário.
Sem pensar, saí um pouco depois e a encontrei andando em direção ao terminal.
Parei o carro ao seu lado, lhe dando um pequeno susto.
- O que você está fazendo aqui?- Ela perguntou...
-Queria conversar com você! Entra aí!
Desconfiada, ela entrou no carro e eu fui em direção ao sítio de uns parentes, que ficava bem próximo.
No caminho ela perguntou o que eu queria falar e eu disse que desde que a havia visto pela primeira vez, tinha ficado louco de vontade de tê-la pra mim.
Chegamos ao sítio e parei numa estradinha aonde a vista é maravilhosa. Saímos do carro e ela ficou encantada com o visual do lugar.
Eu a encostei na porta do carro e lhe dei um longo beijo, no que fui correspondido prontamente.
Que boca maravilhosa que Bruna tinha!! Ela beijava sem pressa e passava as mãos pelas minhas costas, me deixando alucinado.
Beijei seu pescoço e sua nuca e senti seu corpo arrepiar. Bruna suspirava perto do meu ouvido, o que fez com que meu pau quase estourasse as calças.
Entramos novamente no carro e eu recomecei a beija-la, passando a mão em sua barriguinha.
Mordendo seu pescoço, fui subindo a minha mão ate encontrar seus seios. Bruna tinha os seios de pequenos pra médios e era impossível afirmar que ela já tinha dado a luz pois apesar de não serem grandes, eram deliciosos, com os biquinhos rosados e pequenos.
Quando tentei arrancar sua blusa, ela tirou minhas mãos, me empurrou de volta pro meu banco e abriu minha calça, pegando meu pau que estava duro como uma rocha. Ela começou a punhetar ele e sem que eu pedisse, foi se abaixando até passar a língua na cabecinha.
Depois ela foi envolvendo todo o meu pau com aquela boquinha gostosa e começou a chupar de uma forma como eu jamais havia sentido.
Olhar aquela menina linda, casada, gostosa, chupando minha pica, estava me fazendo perder o controle. Sabendo que estava perto de gozar, levantei seu rosto, lhe dei um beijo e quando peguei no meu pau pra “terminar” o serviço, ela me olhou com a carinha mais tesuda do mundo, abaixou novamente e chupou meu pau até eu gozar rios de porra.
Ela limpou a boca e me olhando com aquela carinha linda, me pediu que a levasse, pois já havia passado muito da hora dela estar em casa.
Então tomei o caminho de sua casa e durante o trajeto perguntei a respeito do Marco.
Ela me olhou um pouco constrangida e desconversou.
Chegamos próximo a sua casa e eu lhe dei um beijo gostoso. Nos olhamos cúmplices, sabendo que esta história estava longe de acabar...
Na semana seguinte nos tratamos como se nada tivesse acontecido, mas percebi que seu marido a esperava todo dia, na saída do trabalho. Achei melhor segurar a vontade, pois estava recém-separado e vivendo uma excelente fase profissional e pessoal. Não gostaria de criar qualquer problema dentro do ambiente de trabalho.
Mas essa convicção só durou até o bendito evento de final de mês. Fiquei em minha sala trabalhando até um pouco após o final do expediente e quando desci para a área de lazer, já estavam todos embalados pela música e pela cerveja.
Quando a vi, minhas convicções quanto a ela ser minha funcionária, e casada ainda por cima, foram pro espaço.
Bruna estava vestindo uma calça jeans justíssima com cordões laterais que iam da bainha até a cintura, uma blusinha sem sutiã e uma sandália de salto alto. Alem de estar deliciosa, dançava de uma forma que me enfeitiçava.
Postei-me próximo a entrada do banheiro e quando ela passou por mim lhe falei pertinho do ouvido:
-Você está deliciosa
Ela riu e entrou no toalete.
Quando saiu, eu a peguei discretamente pelo braço e falei:
-Estou louco por você!! Saia discretamente e me encontre a duas quadras daqui.
Ela me olhou assustada e disse:
-Estou morrendo de vontade também, mas da outra vez, meu marido ficou desconfiado e está me vigiando o tempo todo. Me liga de meia em meia hora e vem me buscar todo dia aqui na empresa.
Eu lhe perguntei:
-E hoje, ele vem te buscar?
-Não, ele está levando uma excursão da escola a um parque e irá direto para casa - Disse ela.
-E por volta de que horas ele deve chegar? – Perguntei:
-Acredito que por volta de 21:00! – Me respondeu:
Parti para o tudo ou nada:
- Você confia em mim?
Ela me olhou nos olhos e sorrindo disse:
- Em você eu confio, não confio é em mim!
Senti a deixa e falei:
- Em dez minutos na esquina, a duas quadras daqui .
Ela sorriu, disse que eu era louco e que se o casamento dela fosse pro espaço eu seria o responsável.
Então foi em direção à mesa onde estavam suas coisas, se despediu de algumas pessoas e saiu.
Sem dar bandeira, saí em seguida em direção ao estacionamento, peguei o carro e fui encontrá-la.
Bruna estava me esperando na esquina olhando para todos os lados, preocupada em encontrar algum conhecido.
Parei o carro e ela entrou às pressas, dizendo que eu era doido e que não deveríamos estar fazendo aquilo. Apenas sorri e acelerei o carro, afinal já passava das 19:00 e eu teria que deixa-la próximo de casa antes das 21:00
Como teríamos pouco tempo, fui direto pra um hotel próximo, simples mas limpinho, daqueles que a gente deixa o carro no estacionamento coletivo. Bruna entrou apressada, com medo de ser vista.
Entramos no quarto, fechei a porta e encostei-a na parede, beijando sua boca e mordendo seu pescoço. Encostei meu corpo no dela encaixando meu pau na sua xoxota.
Bruna então começou suspirar. Pegou com as duas mãos a minha bunda, apertou e me puxou mais pra perto, esfregando sua boceta na minha rola, que a essa altura já estava apontando para o alto, com a cabeça saindo por cima da cueca e da calça.
Levantei a blusa que ela usava e apareceram aqueles peitinhos deliciosos. Tirei também a minha camisa e ela me olhou e disse:
-Você é muito gostoso, sabia?
Sem parar de beijá-la, fui lhe levando até a cama. Bruna era um tesão!! Uma barriguinha lisinha com pelos loirinhos, os peitinhos uma perdição, sem falar na carinha de anjo que contrastava com o seu jeitinho safado.
Virei ela de costas na cama e deitei por cima, afastando seus cabelos e deixando seu pescoço todo à mostra. Comecei mordendo de leve seu ombro, respirando bem próximo do seu ouvido. Quando cheguei perto da nuca, Bruna começou a empurrar a sua bunda de encontro a meu pau, rebolando e dizendo:
-Você ta me deixando maluca.
Virei ela de frente, beijei sua boca e fui descendo até seus peitos, que estavam com os mamilos inchados e durinhos.
Comecei a chupar seus peitos e Bruna começou a gemer. Descontrolada, ela foi empurrando a minha cabeça pra baixo, em direção a sua xoxota.
Desci beijando sua barriga, umbigo e quando cheguei na calça, vi que não tinha botão nem zíper, e para tira-la eu teria que desamarrar os dois cordões laterais.
Soltei os laços, afrouxei a calça e Bruna sensualmente foi se contorcendo para tira-la, e aí tive mais uma surpresa.
Ela estava usando uma calcinha mínima, que era uma telinha transparente na frente, aonde eu já podia ver os pentelhinhos aparadinhos, e atrás era só um triangulo mínimo.
Fiquei mais tarado ainda quando vi que ela estava tão molhada que o tecido em volta da xoxota estava todo melado e entrava na rachinha e sumia no rego.
Olhei pra ela e falei:
-Você já saiu de casa com más intenções, né safada?
Ela me olhou com cara de tarada e disse:
-É bom ser prevenida. A gente nunca sabe o que pode acontecer
Arranquei aquela pecinha e caí de boca na sua xoxota. Chupei aquele grelinho inchado e coloquei um dedo dentro de sua bocetinha, que estava tão melada que empapou toda a minha mão.
                                
Bruna estava delirando com minha língua e meu dedo. Ela começou a gemer mais alto e a empurrar sua pélvis em direção a minha cara.
Tirei o meu dedo melado de dentro dela e coloquei na entradinha do seu cuzinho. Ela no princípio tentou tirar minha mão, mas o tesão foi maior e ela relaxou. Fui enfiando o dedo devagarinho, empurrando quando ela relaxava e puxando de volta quando ela contraía.
Bruna não resistiu e gozou. Gozou forte, gemendo e me chamando de gostoso.
Quando fui lhe beijar, percebí pequenas lágrimas que brotavam de seus olhos e escorriam pelo seu rosto.
Passei os dedos em seu rosto para limpar as lágrimas e lhe perguntei se estava triste.
Bruna olhou dentro dos meus olhos e disse:
-Triste? Claro que não! É uma mistura de sensações. Medo, tesão, ansiedade. Há muito tempo não sentia isso.
Ela me deu um beijo na boca e desceu pelo meu corpo beijando, chupando, mordendo, olhando pra mim com a cara mais sem-vergonha do mundo.
Ela tirou meus sapatos, puxou minha calça junto com a cueca e começou a lamber meu pé. Chupou os dedinhos, um por um, lambeu entre eles, mordeu e foi subindo pelas minhas pernas, até chegar no meu pau.
Eu olhava praquela menina linda e gostosa ali me deixando doido e ficava imaginando o quanto o marido devia mandar mal.
Bruna chegou até o meu pau, segurou a base com força e começou a lamber a cabecinha. Lambeu a glande e foi descendo até a base, chegando no meu saco. Ela lambeu as bolas e foi babando toda aquela região. 
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Subiu passando os lábios e a língua vagarosamente, sempre deixando ele lambuzado de saliva.
Me olhando fixamente começou a chupar, primeiro com suavidade, depois com mais força.
Como eu não estava agüentando mais e ia acabar gozando, puxei ela de volta pra mim, peguei uma camisinha que estava na cômoda, coloquei apressadamente e a penetrei.
Eu estava por cima dela e me coloquei de forma que o meu pau resvalasse no seu clitóris.
Ela ficou doida e me apertou para que nossos corpos ficassem colados, forçando sua pélvis de encontro ao meu pau. Em poucos minutos ela gozou, gemendo e tendo espasmos. Gozou é pouco, Bruna encharcou minha virilha e o lençol da cama com os seus sucos.
Deitei ao seu lado, ela encostou a cabeça no meu peito e disse:
-Seu doido, você está me fazendo ter sensações que nunca tive antes.
Ela então me contou que só havia tido um namoradinho, com quem tinha perdido a virgindade, e o marido, que a engravidou depois de três meses de namoro!
Percebi que apesar da pouca experiência, Bruna era uma menina que adorava sexo e que seus parceiros anteriores não a fizeram sentir prazer de verdade.
Essa pequena parada foi estratégica, pois não estava agüentando e se gozasse não teria tempo de matar toda a minha vontade, de comer aquela princesa.
Meu pau continuava duro como uma pedra, apontado para o espelho do teto.
Deitei novamente sobre ela e lhe beijando a boca, fui deixando meu pau se alojar na entrada de sua bocetinha. Do jeito que Bruna estava molhada, assim que passou pela portinha, minha rola foi engolida até o fundo.
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Ela contraía a xoxota e me olhava com cara de tesão, me deixando maluco. Suspendi suas pernas e coloquei as duas juntas sobre o meu ombro. Suspendi um pouquinho o seu quadril e comecei a bombar. Coloquei meu dedo polegar em sua boca e pedi pra ela deixar ele bem melado. Bruna fez como eu pedi, e com o dedo babado comecei a masturbá-la, enquanto metia em sua xana. Ela então começou a puxar os lençóis, pegou os travesseiros e jogou longe e mais uma vez teve um orgasmo fortíssimo, tremendo todo o corpo e tentando me segurar, para que eu ficasse imóvel dentro dela.
Olhei para o relógio e vi que já eram 20:15 e se ela percebesse a hora, com certeza a festa iria acabar ali.
Então saí de cima dela e a virei de bunda pra cima. Até então não tinha visto aquela bundinha, e quando bati meus olhos naquela marquinha de biquíni, fiquei louco.
Era um triângulo mínimo, emoldurando uma das bundas mais perfeitas que já vi na vida.
Acreditem se quiserem, mas não tinha nem uma celulite ou estria. Era em pé, durinha, um convite ao pecado.
Aproveitando seu estado de torpor, deitei por cima dela e coloquei o meu pau no meio das bochechas daquele rabinho lindo.
Ela me olhou com o canto dos olhos e disse:
- Como pode ser tão gostoso?!
Ajoelhei e a puxei para mim, a deixando de quatro. Totalmente exposta, ela empinou a bunda e encostou a cabeça e os ombros no colchão, me proporcionando uma visão enlouquecedora.
Encostei a cabeça do meu pau na entrada da xoxota e ela empurou a bunda pra trás, fazendo minha rola dura deslizar pra dentro dela.
                                     
Comecei a meter e Bruna começou a gemer e me xingar;
-Cachorro!!! sem-vergonha!! filho da puta gostoso!! Por que você ta fazendo isso comigo?
Ver aquela gatinha gostosa gemendo, rebolando aquela bundinha no meu pau e ainda me falando aquelas sacanagens me fez perder o controle de vez.
Segurei Bruna com força pela cintura e meti com força, sem dó, até gozar junto com ela.
Desabei por cima de seu corpo, sentindo o suor de nossos corpos se misturando.
Ficamos assim por alguns segundos, e quando ela saiu do transe em que estava, me perguntou:
-Que horas são?
Olhei o relógio e vi que eram 20:45.
-Quinze para as nove!! Respondí.
Bruna então pulou da cama assustada e falou:
- Pelo amor de Deus, me leva pra casa correndo!!! Se eu chegar depois do meu marido, não sei o que pode acontecer.
Dizendo isso, correu para catar suas roupas que estavam espalhadas pelo quarto e se vestiu rapidamente.
Enquanto eu colocava minhas roupas e pagava a conta, ela foi até o banheiro e lavou o rosto.
Saímos correndo do hotel em direção a sua casa. Chegando próximo, Bruna me pediu para parar, me deu um beijo e disse:
- Você foi maravilhoso!! Nunca achei que pudesse ser tão bom!! Obrigada pela noite.
Abriu a porta e saiu apressada. Antes dela virar a esquina, ainda fiquei admirando aquele corpinho gostoso que tinha acabado de me dar tanto prazer .
Na semana seguinte não a vi na segunda e nem na terça-feira. Intrigado, fui ao departamento pessoal e perguntei pela recepcionista.
A responsável me disse que ela havia estado na segunda-feira bem cedo na empresa e solicitou o seu desligamento imediato, alegando motivos pessoais!
Na hora não entendi, mas decidi deixar para lá. Fiquei chateado mas, “ces’t la vie”

CONTINUA...

2 comentários:

  1. Hummm quem sabe eu contrato essa estagiária????????
    Azar do Sr. Mário...

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