Muita gente tem esse fetiche, da mulher com a famosa meia-liga vestida. Eu pessoalmente acho muito sensual. Agora com collants, confesso que acho meio estranho e desajeitado, mas gostos, são gostos. Ficam aqui algumas imagens e vídeos, para quem curte. Espero que gostem.
Parabéns
Participem com contos, sugestões e fotos para incluir no nosso blog. Podem enviar para o nosso contacto : pontoerotyco@gmail.com - vamos chegar às 400 000 visualizações
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terça-feira, 17 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
CONTO - SEDUZINDO OU SEDUZIDO - PARTE 5
SEDUZINDO OU SEDUZIDO?
AUTOR- SÉRGIO SENNA
- Uiiiiiiiiiiiiiiii!!!! Tira um pouco que ta me rasgando!!!
Tira!!! Tá doendo, tiraaa!!!! Depois eu deixo tu meter de novo....
Aaaaiiiiiiiii!!!!!!!! - Mas, tirar
que nada! Eu estava mais surdo que uma porta e sabia que se tirasse seria
difícil colocar de novo e pensava que metade daquilo tudo era fita ou seja, só
encenação pra dizer que era apertada, mas bem que era e isso eu notava pela
pressão que minha pica tava sentindo. A pele da xoxota dela parecia que estava
bem justa no cacete apertando como uma luva, bem macia, uma luvinha de pelica e
eu não ia tirar mesmo... parei um pouco pra ela acostumar-se e só depois é que
comecei a meter mais um pedacinho, ela pulava pra frente e dava gritinhos a
cada empurrãozinho que eu dava, então parei e deixei que ela tomasse a
iniciativa:
- Então ta bom, vou parar de meter, quero que você mesma se
fôda, se estrepe na vara... Vai, mete só o tanto que você quiser e que acha que
agüenta, minha gostosa! Se fôda toda, vai... Sei que você é uma mulher corajosa
e não corre de pica! Por isso sei que vai engolir ela todinha pela xota! –
Incentivei! Com isso ela começou a mexer os quadris e vagarosamente ia pra
frente e pra trás, indo e vindo bem devagar como se estivesse experimentando e
a cada vinda tentava meter mais um pedacinho, a cada centímetro que entrava, ela
gemia e dava gritinhos de dor e prazer, eu a segurava pelas polpas da bunda e
sua pele dourada tinha um atrativo louco sobre meus sentidos, minha pica
endurecia mais a cada momento como se isso fosse possível, pouco a pouco ela
foi fazendo sumir até mais da metade da pica naquela xoxota que mais parecia
uma luva aquecida, faltava ainda uns três ou quatro dedos quando ela disse que
não cabia mais nada e que a cabeça tinha chegado ao fundo.
Sabia que não era assim, aquilo era só uma falsa impressão,
mas não ia estragar uma foda daquela por um detalhe tão pequeno, se ela queria
fuder sem sentir a pica toda, que fosse, depois em me encarregaria de mostrar a
ela como estava errada e como ali cabia tudo e muito mais. Reassumi o comando
com pequenos movimentos da vai e vem, bem cadenciados, mas sem tentar empurrar
mais. Tirava a caceta até aparecer o início da cabeça e empurrava tudo pra
dentro de novo, bem lento, até chegar no lugar que já tinha entrado antes, ela
dava pequenas mexidas com a bunda demonstrando o quanto estava gostando, aos
poucos fui aumentando o ritmo das estocadas sem que ela sentisse, ao passo que
sentia sua xoxota começar a apertar ainda mais minha caceta quando a cabeça
chegava lá no fundo. Dentro de pouco tempo ela começou a dar demonstração de
que estava chegando perto do gozo, agora eu não podia parar, não tinha deixado
ela gozar na chupada e também já não trepava há muitos dias pois o marido
estava viajando e ela com aquele terrível tesão por mim, reprimido. Permaneci
mantendo as metidas mas deixando que ela demonstrasse como queria e com isso
ela jogava seu corpo contra mim procurando aumentar suas sensações. Numa dessas
vezes que ela vinha contra mim eu ia e a pica entrou mais um pouquinho sem que
eu pudesse evitar, ela recuou dando um gritinho de dor:

- Aiii!!! Não.. não mete mais não!!!! Assim ta ótimo! Me deixa
sentir você dentro de mim, mas não mete mais não... Que bom!!!!! Mexe vai!!!!
Como é grossa.. ta ralando as paredes da minha xoxota, tou te sentindo todo, meu! Tava doida pra te dar mesmo... Mexe mais... Mexe, que eu tou perto de
gozar... E vou gozar como nunca gozei... numa cacetona que ta me lascando a
buceta!!!!! Mas como é gostosaaa!!!! – Falava entrecortadamente à medida que eu
empurrava e tirava de dentro dela. – Na minha casa não posso nem gemer quando
tou fudendo! – Completou. – As paredes são finas e os vizinhos ouvem tudo o que
falamos. Tenho que gozar apertando a garganta pra não gemer altoooooo, como é
bom fuuuuder livre de tudo. Vai... mete mais, assiiiiiiiiii! Pena que não
agüente ela tooodiiiinha dentro da xota, mas bem que queria sentir tuuudo!!! Eu
baixinho, quase comigo mesmo, não sabia ela o que a estava esperando.
Continuei com os movimentos e de repente fui diminuindo o
ritmo até ficar bem lento, ela ao perceber isso foi intensificando seus
movimentos pélvicos procurando compensar a minha lentidão, aumentei novamente e
ela diminuiu, permaneci assim por um tempo e parei de novo, ela aumentou e
pediu:
- Não para não Sérgioooo! Ta uma delícia, por favor não para
não!!!!! Por que ta me torutrandooooo! Vai meteee,
mete maisssss! – Segurei sua bunda firme como se fosse meter e tirei a pica
toda até só metade da cabeça ficar dentro, parei esperando.
- Nãoooooo!!!!!!!! Não tiraaaa! Não faz isso comiiiigo....
Mete, mete em mim, mete!!!!! – E tentava se jogar contra mim, mas eu a segurava
pela bunda e não deixava. Eu a estava torturando um pouco, aumentando seu nível
de tesão e a fazendo sair do seu ponto de equilíbrio emocional costumeiro, a
queria fêmea selvagem, somente instinto. Mas também sabia que não podia
permanecer por muito tempo assim então, com força, meti de novo.
Ela deu um gemidinho baixo e recomeçou as mexidas buscando retomar as sensações anteriores, em breve começou a acelerar e se jogava contra mim com mais força, sabia que estava chegando o momento em que não teria mais volta, a explosão do gozo final se aproximava, e com essas mexidas mais aceleradas a pica foi pouco a pouco se aprofundando mais sem que nem ela mesma sentisse, gemidos e gritinhos de tesão e prazer se ouvia cada vez mais alto na sala e ressoavam no silencio da casa. Eu metia e tirava sentindo um prazer que também estava pra me dominar, mas eu não deixava, não queria gozar ainda e por isso me controlava, quando sentia que estava chegando muito perto do meu momento de gozar, diminuía o ritmo ou procurava desviar o pensamento pra outros assuntos, tirava os olhos daquela bunda dourada, belíssima que se afastava um pouco e voltava pra mim numa cadência louca e apaixonante, retardava o meu prazer pois quem tinha que gozar era ela, eu a tinha trazido ali pra fazê-la gozar, eu gozaria em algum outro momento,sso era certo, mas só depois que ela se sentisse plenamente satisfeita.
Ela deu um gemidinho baixo e recomeçou as mexidas buscando retomar as sensações anteriores, em breve começou a acelerar e se jogava contra mim com mais força, sabia que estava chegando o momento em que não teria mais volta, a explosão do gozo final se aproximava, e com essas mexidas mais aceleradas a pica foi pouco a pouco se aprofundando mais sem que nem ela mesma sentisse, gemidos e gritinhos de tesão e prazer se ouvia cada vez mais alto na sala e ressoavam no silencio da casa. Eu metia e tirava sentindo um prazer que também estava pra me dominar, mas eu não deixava, não queria gozar ainda e por isso me controlava, quando sentia que estava chegando muito perto do meu momento de gozar, diminuía o ritmo ou procurava desviar o pensamento pra outros assuntos, tirava os olhos daquela bunda dourada, belíssima que se afastava um pouco e voltava pra mim numa cadência louca e apaixonante, retardava o meu prazer pois quem tinha que gozar era ela, eu a tinha trazido ali pra fazê-la gozar, eu gozaria em algum outro momento,sso era certo, mas só depois que ela se sentisse plenamente satisfeita.
Os movimentos se tornaram mais rápidos e a xoxota abraçava
minha pica com mais força, apertando-a, os líquidos escorriam mais fartos e os
gemidos se transformaram em gritinhos que iam subindo de tom e volume à medida
que a excitação a dominava, tornando-se frases entrecortadas e gritadas:
- Vai Sérgio, mete... mete em mim!!!! Mete porra!!! Mete que
eu tou pertinho de gozar!!!!!!!!!!!! Mete, mete tudo
o que você tem... Mete meu gostoso!!!!! Vai... Soca com força que eu quero te
sentir todoooo bem lá dentrooooo!!!! Aaaaiiiiiiiii!!!!!!!!!!!! Tá me
matandooooo assiiiiiimmmmm!!!!!!! Doi, mas é bommmm !!!! Vai, caralhoooo!!!
Enfia essa picona em mimmmmm!!! Todinhaaaa, me rasga com ela...
Vaiiiiiiiii!!! - E eu não me fiz de rogado, já
que ela tava querendo fui enfiando a caceta cada vez com mais força, até que
entrou o talo, aquela partezinha mais grossa que é o famoso pé de pica, quando
sentiu que tava tudo dentro ela quis recuar mais agora era tarde, estava já
dominada pelO gozo e gritava bem alto:
- Aaaaiiiiiiiiii tesão, taaa cheegandooo! Ta chegando, tou
gooozzaannnndo porrra!!!! Nunca gozei assssimmmmm!!! Tá me matandooooo! Que
booommmm! Vaiiii!!!!! Empurra tudo, vaiiiii! Rasgaaa!!! Não tenha pena de
mimmmm! Me rasgaa com esssa piconaaa..... Vai meu
macho gostosoooo! Aiiiiiiii!!!!!!!!! Aiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!! Tou go!!!! Tou
gozaaannndo!!!!!!!!!!! Gozeiii!!! Gozeiiiii Tou gozandoooo tou gozandoooo.... Caralhoooo!!!

E se jogava com força contra mim nos espasmos de um gozo que não acabava, pois tinha chegado bem devagar e foi aumentando de intensidade, à medida que eu acelerava as estocadas. Aos poucos, os gritos foram baixando novamente de volume, até se tornarem gemidos e ela desfalecer no sofá, suada e exausta, mas ainda com a xoxota contraindo a cabeça da pica que continuava lá, diminui gradativamente os movimentos até ficar bem suave, ela foi se deitando de lado e eu a acompanhei ainda com a caceta dentro da sua xoxota quente, aliás, quente não, abrasante! Estava de olhos fechados e respirando entrecortadamente, mas aos poucos foi voltando ao normal, deixei que ficasse bem à vontade sem pronunciar palavra, sabia que estava gozando um momento único em que após um gozo delirante, nos encontramos com nós mesmos. Por isso, não interferi. Eu não esquecia que ainda não a conhecia muito bem, não sabia nada das suas reações e por isso tinha que ter um certo cuidado, como se diz na gíria, devagar com o andor que o santo é de barro! Eu tinha feito com que ela gozasse, embora eu mesmo não tenha gozado, mas eu gozar é só um detalhe, na verdade não gosto muito de gozar, acho que o gozo do homem é o fim de tudo, com o gozo tudo de desfaz, até as fantasias mais loucas que imaginamos, e por isso procuro só gozar no último momento, quando nada mais resta.
E se jogava com força contra mim nos espasmos de um gozo que não acabava, pois tinha chegado bem devagar e foi aumentando de intensidade, à medida que eu acelerava as estocadas. Aos poucos, os gritos foram baixando novamente de volume, até se tornarem gemidos e ela desfalecer no sofá, suada e exausta, mas ainda com a xoxota contraindo a cabeça da pica que continuava lá, diminui gradativamente os movimentos até ficar bem suave, ela foi se deitando de lado e eu a acompanhei ainda com a caceta dentro da sua xoxota quente, aliás, quente não, abrasante! Estava de olhos fechados e respirando entrecortadamente, mas aos poucos foi voltando ao normal, deixei que ficasse bem à vontade sem pronunciar palavra, sabia que estava gozando um momento único em que após um gozo delirante, nos encontramos com nós mesmos. Por isso, não interferi. Eu não esquecia que ainda não a conhecia muito bem, não sabia nada das suas reações e por isso tinha que ter um certo cuidado, como se diz na gíria, devagar com o andor que o santo é de barro! Eu tinha feito com que ela gozasse, embora eu mesmo não tenha gozado, mas eu gozar é só um detalhe, na verdade não gosto muito de gozar, acho que o gozo do homem é o fim de tudo, com o gozo tudo de desfaz, até as fantasias mais loucas que imaginamos, e por isso procuro só gozar no último momento, quando nada mais resta.
Alguns minutos depois, ainda suada ela foi abrindo os olhos
e se virando de frente pra mim, dei um empurrãozinho na pica pra que não saísse
e ela deu um meio sorriso.
- Sérgio, Sérgio... você acabou comigo! Me desculpa mas não
sei o que deu em mim, eu nunca fiz isso na vida, um escândalo desses!!! Essa
não sou eu, te juro! Eu não sou assim!
- Bobagem! – Retruquei com naturalidade. – Essa é que é a você mesma, a que lutava pra sair, pra se mostrar, quente, sensual e acima de tudo, erótica, mas que você sufocava, reprimia. Você foi deliciosa, e se posso lhe dar um conselho, seja sempre assim, com todos os homens da sua vida! – Falei enquanto passava as mãos bem de leve num gesto carinhos por todo o seu corpo.
- Bobagem! – Retruquei com naturalidade. – Essa é que é a você mesma, a que lutava pra sair, pra se mostrar, quente, sensual e acima de tudo, erótica, mas que você sufocava, reprimia. Você foi deliciosa, e se posso lhe dar um conselho, seja sempre assim, com todos os homens da sua vida! – Falei enquanto passava as mãos bem de leve num gesto carinhos por todo o seu corpo.
- Mas eu gritei Sérgio, e gritei bem alto, será que alguém
não nos ouviu? Tenho receio!
- Fica tranqüila, aqui estamos isolados, a casa mais perto e
a do vaqueiro e fica a uns oitocentos metros, bem longe, ninguém ouve nada,
pode ficar bem à vontade.
- Ainda bem! Mesmo assim estou com vergonha de você! Mas não
pude me conter! Desculpa ta?
- Não tem do que se desculpar, quero que você seja autêntica
e se solte, adoro que seja assim, e por favor não se reprima, faça tudo o que
tiver vontade de fazer e dizer, tudo o que lhe vier na boca, só soltar! – Ri
enquanto falava. Ela também riu agora vendo que não tinha acontecido nada
demais ou do que se envergonhasse... e continuei a lhe acariciar por mais um
tempo, enquanto a pica amolecia pouco a pouco e escorregava de dentro dela.
Passado um tempo levantou-se e se dirigiu ao banheiro,
enquanto voltava eu fiquei apreciando e era lindo de ver ela completamente nua,
com os cabelos aloirados, peitos duros e a bunda saliente a balançar suavemente
enquanto andava pela casa, sentou-se ao meu lado e colocou a mão em meu braço,
senti que estava um tanto constrangida devido talvez ao costume que não tinha
de andar nua, senti também de imediato o cheiro de sabonete.
- Tenho um pedido a lhe fazer e que se você puder atender
lhe agradecerei. – Falei!
- E o que eu não faria pra lhe satisfazer nesse momento, meu
querido? – Retrucou.
- É que eu adoro “brincar” com a língua em uma xoxotinha,
mas não sou muito chegado em xoxota com cheiro e sabor de sabonete... gosto de
xoxota com cheiro e gosto de xoxota, então se você puder deixar ela com seu
cheiro, que é muito gostoso, eu vou adorar.
- Mas Sérgio! Eu estava toda melada! Gozei muito, então só
me lavei!
- E tem cheiro ou sabor melhor do que de uma xoxota que
gozou? – E dizendo isso a abracei, deitei-a no sofá e recostei sua cabeça sobre
a minha coxa nua, seu rosto ficou bem na altura da caceta, que agora
adormecida, repousava.
- Sérgio, que homem estranho você. Passa pra gente um misto
de selvageria e até alguma rudeza do campo, ao mesmo tempo tão educado,
delicado, atencioso e romântico. É o primeiro homem que vejo dizer que gosta de
buceta sem lavar. Você é mesmo um poço de contradição, a gente não sabe mesmo o
que vai encontrar pela frente quando está com você e isso é tão excitante!
- Bobagem, eu só sou um cara que gosta das coisas simples. E
não é que goste de buceta suja, somente gosto de buceta com cheiro e gosto de
buceta, não de sabonete, pra cheirar sabonete não ia atrás de buceta, pois ali
no banheiro tem. – Sorri e dizendo isso pequei na
caceta mole e comecei a bater delicadamente no rosto dela com aquele “chicote”
inusitado.
Aquela brincadeira se prolongou por algum tempo porque ela
ficou tentando pegar com a boca a cabeça da pica a cada vez que eu batia e com
aquelas tentativas a língua passava e a danada foi endurecendo pouco a pouco,
ao mesmo tempo com a outra mão eu passeava pelo seu corpo principalmente na
bunda onde abria e fechava cada nádega e passava o dedo na sua regada, parava
quando passava pelo seu cuzinho amorenado, alisava e descia mais, chegando na
entrada da xoxota onde molhava e voltava a subir, parava novamente no cu,
tentava fazer com que a cabeça do dedo entrasse um pouco, sentia a contração,
alisava, voltava a subir a mão até a sua nuca onde meus dedos entravam por seus
cabelos.
Aos poucos fui me deitando ao contrário dela ficando com o
rosto na altura dos seus pentelhos, beijava-os, ao mesmo tempo que com as mãos
segurava as popas da sua bunda, aos poucos foi abrindo as pernas permitindo que
eu tivesse acesso a sua xoxota, passei então a dar pequenos beijos nas bandas e
no seu grelo que pulsava, sua mão segurava minha pica e pouco a pouco sua boca
foi tomando conta de tudo, colocava delicadamente um dos ovos na boca e o
sugava suavemente, depois deslizava a língua do pé até a cabeça onde mamava,
descia um pouco, soltava tudo e de repente eu sentia a ponta da língua passando
bem de leve pelo prepúcio, voltava ao pé onde dava pequenas mordidinhas e
voltava a subir. Aquilo tava me deixando louco, jamais tinha passado pela minha
cabeça que ela chupasse tão bem, estava demonstrando ser uma exímia chuparina,
sabia até onde ir sem deixar um homem chegar ao gozo, bem que eu sou meio
difícil de gozar sendo chupado, mas era uma torrente de sensações que me tomava
e ia me dominando, anulando minha vontade de não sentir nada, de não gozar.
Eu também não ficava atrás e chupava aquele carocinho mágico
enquanto com a língua percorria toda a extensão da sua xota e vez por outra
introduzia a ponta na entrada da vagina, aquelas carícias foram liberando um
calor intenso e ela foi aos poucos se molhando, se orvalhando e eu bebia tudo
com deleite, aos poucos fomos chegando ao prazer sem nos darmos conta disso,
mas quando eu quase já não podia mais parar, parei, e me colocando em pé de um
salto ante seu espanto, a peguei no colo e a levei em direção ao quarto onde a
coloquei na cama. Me acomodei entre suas pernas e lhe beijei a xoxota de leve,
fui subindo e chupei o bico dos peitos que apontavam pra o telhado de tão
duros, ela me abraçava e com as pernas tentava me puxar pra cima. Ergui o corpo
e encostei a cabeça da pica na entrada da xoxota fui forçando pouco a pouco,
ela se acomodou melhor e abriu mais as coxas aceitando ser possuída, a
chapeleta saltou pra dentro da xoxota molhada e pouco a pouco fui empurrando
até mais da metade, voltei e tornei ir, tudo bem devagar, ela erguia as pernas
e com os calcanhares tentava me puxar mais pra dentro, enquanto isso eu
não parava de beijá-la e vez por outra soltava seus lábios, baixava a boca e ia
até seus peitos onde mamava os bicos, ou então os colocava todo na boca e fazia
os dentes deslizarem suavemente até chegarem às auréolas onde dava pequenas
chupadas. Ela mexia lentamente os quadris correspondendo as minhas investidas e
suas mãos me agarravam as costas.
- Aiii Sérgio, nunca imaginei que você metia tão bem, mete
mais... Toquei tentas siriricas pensando nesse momento... Quero sentir “ela”
toda dentro de mim!
- Então tu batia siririca pensando em trepar comigo? E
porque não me deu antes?
- Não podia... tinha tantas coisas entre a gente... Mas
sempre quis, desde o primeiro dia que conversamos na carona que me deu pra
praça, lembra?
- Lembro sim, te achei muito linda e gostosa, fiquei apreciando
tua bunda enquanto entrava no Banco!
- Descarado!!!! Me tarando e eu toda molhada de tesão, melei
a calcinha toda e quando cheguei em casa, dei uma gozada muito gostosa,
imaginando tu me agarrando e até me forçando um pouco porque eu não ia deixar tu
me comer logo na primeira vez! Uiiiii! Tu meteu com força!!!! Mais devagar!
Aiiii!!! Agora tá doendo um pouco, amor!!!!
- Desculpa... é que meti um pouco mais! – Eu tinha começado
a empurrar a parte mais grossa que fica no pé da pica e ela se encolheu um
pouco. Mas não me importei muito porque agora eu ia colocar lá dentro a caceta
em toda a sua extensão, ela quisesse ou não. Mesmo porque eu sabia que ela
queria mas estava somente um pouco receosa.
E continuei tirando e botando e a cada vez tentava meter mais
um pedacinho, quando eu tirava via o alívio nos seu semblante e sentia ela se
retrair debaixo de mim quando empurrava, então resolvi mudar de tática e
colocando os braços pra trás os coloquei debaixo dos seus joelhos, os puxei pra
cima fazendo com que ela se abrisse ao máximo e a xoxota subisse em minha
direção, agora tanto estava presa e não podia fugir mais com o corpo como
estava toda aberta, e fui tirando e metendo a cada vez um pouco mais e ela
fazendo caretas de dor, gemendo e se retraindo mesmo sem poder se mexer muito
pois seus joelhos estava à altura dos seus peitos e seguros por meus braços,
agora só faltava meter o pezinho da “tranca”, os último três dedos, aos poucos
e com jeitinho, entre gritinhos e gemidos eles foram sumindo dentro daquela
xoxota ardente e alagada, agora eu estava todo lá dentro e os ovos esmagados
entre as popas da sua bunda, fiquei parado por alguns momentos, todinho lá
dentro esperando que ela se acostumasse um pouco, lentamente fui retirando e
quando somente a metade da cabeça tava lá dentro fui socando tudo de novo até
chegar no final e sentir meu corpo totalmente unido ao dela, sem espaço algum
entre nós. Agora um calor estranho nos dominava e ela dizia com voz
entrecortada:
- Aaaaiiiiii!!!! Tá toda dentro de mim! Tá me lascando toda,
mas eu sabia que ia conseguir agüentar!!! Uuuuiiiii!!! Tou sentindo a cabeça no
umbigo, dói mas é ótimo!!!! Tira devagar e mete de novo, amor! Agora que tá
toda dentro me lasca com ela, vai!!!! Já que meteu toda não precisa ter mais pena
de mim, soca tudo!!!! Me fode!!! Assim!!!!!
E conforme ela ia pedindo eu ia socando cada vez com mais
vigor, satisfazendo sua vontade, mas sentindo que não ia agüentar mais por
muito tempo sem gozar, afinal a xoxota apertava minha caceta espontaneamente como
se tivesse vida própria, e quando eu tirava a xoxota se contraia, me sugando
pra dentro de novo. Mantive o ritmo por um tempo e fui soltando seus joelhos,
ela me abraçou novamente com as pernas me puxando de encontro ao seu corpo, seu
rosto foi se afogueando à medida que o prazer ia se impondo,
a pica chegava em certos momentos a sair todinha e ficava encostada na abertura
da vagina pra só então se aprofundar novamente até sumir todinha e voltar a
sair. Era um nunca acabar de meter, tirar e voltar a meter novamente, um
frêmito ia tomando corpo, a exigência de uma maior velocidade se impondo, mas
eu não me deixava levar, queria prolongar ainda mais aquela foda que prometia
ser homérica, não queria que acabasse logo, mas ela não tinha essas
preocupações, só queria sentir o prazer que a transa podia lhe proporcionar e
foi se deixando levar, embalada pelo prazer.
Retribuía cada metida com uma mexida da xoxota procurando se
chegar ainda mais, agora sem receio, porque sabia que cabia todinha e que
combinava certinho na sua buceta sequiosa, entre um beijo e outro sussurrava:
- Mete Sérgio me come todinha!!!! Como ta gostoso! Que pica gostosa tu tem!!!! Como é macia e grande... pensei que não fosse caber toda dentro da minha xoxota... Uuiiii!
- Mete Sérgio me come todinha!!!! Como ta gostoso! Que pica gostosa tu tem!!!! Como é macia e grande... pensei que não fosse caber toda dentro da minha xoxota... Uuiiii!
Como é gostosa... Mete mais... Todinha... Vaiiiii! Agora sei
que nasci pra fuder... Como gosto de trepar... Come tua putinha!!! Come
todaaaa!!! Come!!! Não tem pena de mim nãoooo!!! Fodeeee!!! Maiiiiiiis!!!
Porque não descobri antes que gosto tanto de pica???? Aaaiiiiii!!! Não vou
deixar nunca mais de fuder assimmmm!!!!!! – E esticava as palavras no final
quando a pica entrava todinha e meus ovos se achatavam de encontro a sua bunda,
provocando um erotismo que me contagiava já que adoro trepar ouvindo a mulher
falar, e continuava: - Vai, vai... maaais!!! Me faz de tua putaaa, me bate,
vai... quero me sentir puta de tudo!!! Me bate sacana... Bate na tua puta! - Se
liberou geral e eu pra não deixar de atendê-la, dei umas palmadas na parte de
fora da sua coxa na altura na bunda, mas ela não queria assim e deixando o
inicio de gozo lhe dominar pediu: - Não porra!!! Assim não!! Bate de mesmoooo!
Na cara!!! Me bate, Me dá uns tapas na minha cara, caralho! Me enche a cara de
tapa, vai!!! Bate na tua putaaa!!!
Embora
não seja afeito a isso dei-lhe uma tapa no rosto, devagar, depois outro e mais
outro, agora com um pouco mais de força e ela pedindo: - Bate porra, com força,
vai!!! Bate nessa putaa!!! Ela gosta de apanhar... Descobriu isso agoraaa! Bate
com vontade!!! – Diante desse pedido eu não tinha como não atender e dei-lhe
tapas pelo rosto, nos dois lados, bem que não eram tapas fortes, mas seu rosto estava já bem vermelho, ela não aguentando mais se conter e entre gritos, urros
e gemidos se entregou ao gozo que as metidas e os tapas lhe proporcionavam:
- Assiiiiiiiimmmm Sérgio!!! Vou gozar, gostosoooo! Vai! Vai mais!!!! Vai que tou gozandoooo! Mete tudooooo!!! Mete sem pena, caralhoooo!!! Soca esse caralhooo, vai!!!!! Com forçaa! Aiiiiii que gostoso!!! Ai, ai, aiiiii! Tou gozandooo! Tou gozando! Porrraaa!!! Que gozo retadoooo! Ta me matandooooo!!! Mas como é gostosoooo!!!!!!!! - Gritava quando o gozo explodiu no seu ventre a tomando por completo.
- Assiiiiiiiimmmm Sérgio!!! Vou gozar, gostosoooo! Vai! Vai mais!!!! Vai que tou gozandoooo! Mete tudooooo!!! Mete sem pena, caralhoooo!!! Soca esse caralhooo, vai!!!!! Com forçaa! Aiiiiii que gostoso!!! Ai, ai, aiiiii! Tou gozandooo! Tou gozando! Porrraaa!!! Que gozo retadoooo! Ta me matandooooo!!! Mas como é gostosoooo!!!!!!!! - Gritava quando o gozo explodiu no seu ventre a tomando por completo.
Parei de dar-lhe tapas e a beijei com vontade, a ponta da
sua língua estava gelada, abracei-a com força e deixei que o gozo também me
possuísse por inteiro enquanto urrava de prazer palavras desconexas:

- Vai porra!! Mexe essa xoxota, vai!!! Toma pica, gostosa!!!
Engole ela todinha pela buceta, vai!!!! Mexe tesudaaaa!!! Vaiiii!!!! Mexeeee
gostosaaa!!!! – E derramei bem lá no fundo daquela xoxota quente uma quantidade
de gala espantosa, as contrações do gozo não paravam, e ela não soltava as
pernas que estavam me segurando, não permitindo que eu tirasse a caceta pra
gozar fora.
Pouco a pouco tudo foi se acalmando, suas pernas caíram ao
meu lado, lânguidas e ainda tremulas. Eu fui relaxando também, embora não
colocasse meu peso sobre ela estávamos abraçados e assim continuei, tirando o
máximo de prazer que aquele momento podia me dar. A calma que se instalou no
quarto foi nos dominando, pouco a pouco fui escorregando de cima dela pra o
colchão e antes de mergulhar no sono ainda ouvi ela dizer?
- Porque não apareceu na minha vida há muito tempo atrás?
Porque não me fez gozar assim antes? Porque deixou que tantas coisas
acontecessem comigo?
- Coisas da vida... Imposições do destino. Não mandamos
nele! – Sussurrei antes de me deixar deslizar para o sono, aconchegado nos seu
braços macios e protetores.
Tem o restante do fim de semana, aquela bunda não ia me
escapar mesmo, mas o conto ficou muito longo... Conto em um outro, qualquer dia
desses.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
CONTO - SEDUZINDO OU SEDUZIDO - PARTE 4
SEDUZINDO OU SEDUZIDO?
AUTOR- SÉRGIO SENNA
Passei o braço sobre seus ombros e ficamos em silêncio, aos poucos fui descendo a mão e a enlacei pela cintura puxando-a pra mim e colocando ela entre mim e a balaustrada bem na minha frente, a abracei com os dois braços e como ela não era muito baixa a sua cabeça ficou à altura do meu nariz e sua bunda bem colada no meu pau que já estava a meia bomba e continuava a inchar com aquela aproximação, ela notou o volume e se colou mais buscando uma melhor acomodação, desci uma mão e comecei a alisar sua coxa bem devagar e de leve, com a outra mão alisava sua barriga e fui subindo em direção aos peitinhos que estava já excitados, olhei sobre o seu ombro e vi que sua blusa tinha se esticada pra frente ficando marcada pelos bicos pontudos e duros, fui subindo lentamente as duas mão e enquanto uma trazia a saia a outra levava consigo a blusa que subia deslizando pela pele sedosa, quando chegou na altura das popas da bunda a saia prendeu, deslizei a mão pra frente e, a surpresa... meus dedos não encontraram sua calcinha, ela estava sem ela como eu pensei lá dentro antes do jantar, por fim meus dedos encontraram seus pentelhos bem aparadinhos, curtos, lisos e macios onde ficaram a brincar, já a outra mão também estava cumprindo sua missão e acariciava levemente aquelas maçãs intumescidas pelo desejo, baixei a cabeça e beijei seu pescoço.
ela estava elétrica, gemeu e empinou a bunda se roçando em mim, buscando, procurando um contato maior, entendi tudo e puxei sua saia pra cima de vez, liberando as popas da bunda, agora a saia estava enrolada na cintura e ela nua daí pra baixo, enquanto a blusa subia deixando também a mostra os seios, cujos bicos empinaram ainda mais quando foram acariciados pela brisa fria que começava a soprar.
ela estava elétrica, gemeu e empinou a bunda se roçando em mim, buscando, procurando um contato maior, entendi tudo e puxei sua saia pra cima de vez, liberando as popas da bunda, agora a saia estava enrolada na cintura e ela nua daí pra baixo, enquanto a blusa subia deixando também a mostra os seios, cujos bicos empinaram ainda mais quando foram acariciados pela brisa fria que começava a soprar.
Continuei a beijar seu pescoço, orelha e lateral do rosto enquanto a acariciava, mas estava também muito excitado e agora não era hora de me conter mais, podia liberar todos os meus instintos e desejos, por isso me afastei um pouco e abri a calça sem que ela ao menos notasse, a caceta saltou imponente pra fora da sua prisão já que também não usava cuecas e se alojou bem no meio das suas popas na junção das coxas, apertei os biquinhos dos peitos e ela gemeu alto empurrando a bunda pra trás e fazendo com que a cabeça da pica deslizasse pra frente e se agasalhasse bem na porta da sua xoxota onde ficou sendo amassada por suas coxas de carnes firmes, mas aveludadas. A enlacei pela cintura e comecei vagarosamente a me mexer fazendo com que a pica deslizasse pra frente e pra trás, roçando na sua xoxota que já estava bem molhada. Ela se ajustava a mim e também mexia os quadris cadenciadamente, a pica desaparecia na regada da sua bunda, deslizava por toda a extensão da xoxota e a cabeça e mais um pouco reaparecia entre suas coxas lá na frente. Quando a cabeça da pica passava entre seus lábios vaginas eu sentia o calor que vinha dali e o líquido viscoso molhava a tora que continuava a empurrar a cabeça até que ela saísse na frente, e os ovos se espremesses no vértice das suas coxas atrás. A excitação nos dominava por completo e eu queria penetrá-la ali mesmo, inclinei-a pra frente e coloquei suas mãos na mureta, com isso sua bunda empinou e sua xoxota ficou bem exposta, puxei a caceta que estava bem na frente e a medida que ela recuava, deslizava entre seus lábios vaginas bem melados, quando a cabeça estava já aparecendo entre as popas da sua bunda senti que se ajustava na entrada da gruta, quente e melada. Se empurasse, ela sumiria todinha lá dentro. Era agora que eu iria concretizar meu sonho...
- Não Sérgio... Para um pouco... assim não, por favor! – Exclamou ela.
Mas eu não queria ouvir nada, forcei um pouquinho e a cabeça encaixou-se bem na entrada começando a abrir suas carnes. Ela também começou a se deixar levar pelo tesão que a consumia e começou a rebolar as ancas, eu fiquei parado esperando que a iniciativa da penetração partisse dela, mas, talvez querendo prolongar aquele momento mágico, só mexia a bunda e apertava a xoxota, ponpoando a pontinha da cabeça que estava bem encostada na sua gruta. Forcei um pouco e senti que a entrada da sua buceta começou a ceder pra permitir a entrada, se desse somente mais uma empurradinha, a chapeleta saltaria pra dentro se agasalhando no seu interior quente e molhado. Me preparei pra o empurrão final que consumaria tudo segurando-a pelos quadris, quando os cachorros que estavam deitados perto de nós começaram a latir e dispararam correndo pra os fundos da casa, ela ergue-se, me perguntando assustada:
Mas eu não queria ouvir nada, forcei um pouquinho e a cabeça encaixou-se bem na entrada começando a abrir suas carnes. Ela também começou a se deixar levar pelo tesão que a consumia e começou a rebolar as ancas, eu fiquei parado esperando que a iniciativa da penetração partisse dela, mas, talvez querendo prolongar aquele momento mágico, só mexia a bunda e apertava a xoxota, ponpoando a pontinha da cabeça que estava bem encostada na sua gruta. Forcei um pouco e senti que a entrada da sua buceta começou a ceder pra permitir a entrada, se desse somente mais uma empurradinha, a chapeleta saltaria pra dentro se agasalhando no seu interior quente e molhado. Me preparei pra o empurrão final que consumaria tudo segurando-a pelos quadris, quando os cachorros que estavam deitados perto de nós começaram a latir e dispararam correndo pra os fundos da casa, ela ergue-se, me perguntando assustada:
- O que é isso Sérgio? Será que alguém está nos olhando? – Pronto, agora o clima tinha sido quebrado, teria que começar tudo de novo.
- Não, se acalme... Não é ninguém, eles são assim mesmo, latem e correm ao menor movimento, deve ter sido algum bicho. Vamos entrar? Está ficando frio!
- Vamos sim! – E, me segurando pela mão, se encaminhou para a porta do jeito que estava, com a saia na cintura e a blusa enrolada em cima dos peitos tesos e arrepiados, eu também não me fiz de rogado e a acompanhei com a pica bem dura e balançando pra fora da calça.
Com a mão livre soltei o botão que prendia a calça desejando que ela caísse, mas não aconteceu e quando chegamos junto ao sofá acabei de puxar tudo pra baixo ficando com um bolo de pano enrolado nas canelas, me acomodei e a puxei pra o meu colo abraçando-a, busquei sua boca com ardor e desejo, com as mãos agora livres tratei de tirar a blusa pela cabeça e soltar o fecho da saia tirando-a também por cima. Agora ela estava como em meus sonhos, nua, absolutamente nua e livre, solta, desinibida e com um olhar travesso que prometia loucuras e um sorriso que me convidava pra um mundo de erotismo no qual apesar de muito vivido eu ainda não tinha estado. Eu sabia por expediência que ela não era nenhuma boba em sexo, tinha vindo de uma cidade grande e era moderna, devia ter tido suas aventuras antes de casar como é normal, por isso não precisava me preocupar em lhe ensinar nada.
Alisava demoradamente cada peito com a pontinha dos dedos e depois subia fazendo a mesma coisa nos lábios, orelhas e depois descia agora com a boca sedenta e os mamava delicadamente. Fiz com que se deitasse no sofá tendo a bunda sobre minhas coxas, fazia um pequeno arco com o corpo e com as mãos passei a acariciá-la só com a ponta dos dedos, com uma mão descia até os pés onde pegava cada dedo e com a outra subia até sua cabeça onde me demorava em cada olho, orelha, maçã do rosto, lábios e nuca, pra só então descer novamente pelo pescoço, seios e barriga, enquanto a outra subia por pernas, coxas, pélvis, sem nunca tocar na xoxota, e cintura; senti-a arrepiar a cada movimento, ela suspirava forte e gemia baixinho as vezes. Depois de certo tempo por vontade dela mesma foi se virando, demonstrando que desejava que a acariciasse não só na frente mas em todo o corpo, primeiro de lado e depois, deitada de bruços em meu colo, peguei seus cabelos e os joguei pra o alto, apertei levemente sua nuca e pescoço, seus olhos estavam levemente
fechados, desci com os dedos só tocando sua pele dourada pelas costas e parei na altura das nádegas, com a outra mão comecei por ali e desci pelas coxas até os pés, pra novamente subir pelas coxas chegando às nádegas onde fiquei acariciando agora com as duas mãos, nunca tinha visto nada mais lindo, sobressaiam redondas, firmes e no meu colo, ainda mais altas que o normal, corria os dedos pela seu rego e abria suas popas lentamente apreciando seu cuzinho escuro que nesses momentos piscava pra só depois, as encostar novamente, isso a estava deixando doida pois se contorcia de leve e apertava os punhos, dando profundos suspiros. Permanecemos assim por longos minutos.
Devagar, por vontade própria ela foi escorregando por minhas pernas até sentar no chão ficando entre meus joelhos, puxou a calça que ainda estava nas minhas pernas e subiu as mãos pelas minhas coxas, tremi na base quando bem de leve pegou na caceta pela base, sempre olhando nos meus olhos e balançou de leve, a cabeça sobressaia em toda a sua pujança, grande e escura, sua mão subiu pela pica até a ponta e desceu novamente pra base onde dessa vez aconchegou também meus ovos. Olhou por um tempo pra tudo aquilo enquanto acariciava e só depois é que disse:
Devagar, por vontade própria ela foi escorregando por minhas pernas até sentar no chão ficando entre meus joelhos, puxou a calça que ainda estava nas minhas pernas e subiu as mãos pelas minhas coxas, tremi na base quando bem de leve pegou na caceta pela base, sempre olhando nos meus olhos e balançou de leve, a cabeça sobressaia em toda a sua pujança, grande e escura, sua mão subiu pela pica até a ponta e desceu novamente pra base onde dessa vez aconchegou também meus ovos. Olhou por um tempo pra tudo aquilo enquanto acariciava e só depois é que disse:
- Nossa Sérgio! Nem nos meus sonhos imaginei que fosse assim! Grandona, hem? Não sei se vou poder lhe satisfazer, acho que mesmo com todo o meu desejo e boa vontade não vou poder agüentar tudo, promete que não vai me fazer sofrer?
- Claro! Deixa de bobagem, acho que você não conhece ainda o seu potencial, agüenta tudo e ainda pede mais, coitado de mim que não vou ter pra te dar...
- Não! Olha só! Tem coisas que não se conta pra ninguém quando se é casada, mas o meu marido não é muito dotado e ele até tem um pouco de vergonha disso apesar de eu lhe ter tido que isso não tem muita importância e que, o que vale mesmo é como se usa e que ele me faz realizada como fêmea, é bem verdade que as vezes desejo mais, tenho desejos loucos e nesses momentos procuro me controlar pra não melindrá-lo... é verdade que não casei virgem mas quando era solteira minhas experiências foram bem poucas pois a vigilância dos meus pais era grande, sabe como é ser filha a única filha mulher, não é?
- Por isso que te digo que você ainda não conhece do que é capaz, só quero que se sinta solta e que faça tudo o que desejar, dê asas à sua imaginação e viva tudo o que puder e quiser. Não se prenda a nada, deixe rolar! Mas lhe peço uma coisa, diga o nome de tudo, adoro mulher que não tem falsos pudores e que gosta de dar o nome certo a cada coisa.
- Você quer isso mesmo?
- Claro!
- Então estou liberada! E se eu quisesse sentar ai em cima dela pra ver até onde vai. Você deixava?
- Deixava sim, embora nesse momento eu deseje outra coisa, um pouco diferente!!! Pra isso que você quer, temos todo o tempo que desejar.
- Posso saber o que é?
- Isso não! Mas posso lhe dar uma pista... sempre achei que você sabia como realizar as fantasias de um homem. Agora ponha a sua imaginação pra funcionar, rsrsrs!
- Hum!!!! Sérgio, você está me liberando geral, jamais pensei que eu pudesse ousar tanto. Mas ta certo, acho que vou aproveitar as férias e me esbaldar! Rsrsrsrs!
E baixando a boca começou a lamber minhas coxas, uma e outra, alternadamente, subindo e descendo, provocando ondas de desejos que se espalhavam por todo o meu corpo, inclinei a cabeça pra trás e fechei os olhos, entregue àquela carícia que me tomava por inteiro. Deixei rolar, sem contê-la ou dizer mais nada, ela tinha o comando e eu só a seguia. Sua boca subia beijando e lambendo tudo o que encontrava pela frente até chegar a base dos meus ovos onde intensificou as chupadas, hora ou outra, colocava um dos ovos todinho dentro da boca e dava leve chupões me fazendo ter ondas de choques que me percorria o corpo, contive o instinto de preservação que me mandava segurá-la pela cabeça, deixei-a bem a vontade pra fazer o que quisesse e desejasse.

Subiu com a língua pelo tronco do cacete lambendo e dando pequenas mordidinhas e ao chegar ao prepúcio lambeu devagar saboreando antecipadamente o que ia fazer, pegou a pica pelo seu pé e balançou de um lado pra o outro, batendo com a cabeça na sua língua, só depois é que colocou na boca, vagarosamente, saboreando e chupando devagar, com suavidade, transmitindo sensações loucas. Eu parado, apreciava tudo, deixei que ela se revelasse, que pusesse pra fora a fêmea que estava adormecida dentro dela e que agora despertava. Tentou engolir toda, mas na primeira tentativa acabou só colocando pra dentro da boca um pouco mais da metade, engasgou e voltou, tentou de novo e dessa vez foi um pouco mais, a cada tentativa voltava à cabeça e a lambia com deleite e prazer, não conseguiu engolir toda, mas uma boa parte, ficou agasalhada na sua boca quente e macia. Tirou tudo e lambeu da base até a cabeça, voltou a chupar. Minha excitação era imensa e eu já estava no pré gozo, mas não queria derramar ainda e por isso a segurei pelos ombros e levantei ficando com minha boca bem pertinho dos seus pentelhos negros e cheirosos.
Subiu com a língua pelo tronco do cacete lambendo e dando pequenas mordidinhas e ao chegar ao prepúcio lambeu devagar saboreando antecipadamente o que ia fazer, pegou a pica pelo seu pé e balançou de um lado pra o outro, batendo com a cabeça na sua língua, só depois é que colocou na boca, vagarosamente, saboreando e chupando devagar, com suavidade, transmitindo sensações loucas. Eu parado, apreciava tudo, deixei que ela se revelasse, que pusesse pra fora a fêmea que estava adormecida dentro dela e que agora despertava. Tentou engolir toda, mas na primeira tentativa acabou só colocando pra dentro da boca um pouco mais da metade, engasgou e voltou, tentou de novo e dessa vez foi um pouco mais, a cada tentativa voltava à cabeça e a lambia com deleite e prazer, não conseguiu engolir toda, mas uma boa parte, ficou agasalhada na sua boca quente e macia. Tirou tudo e lambeu da base até a cabeça, voltou a chupar. Minha excitação era imensa e eu já estava no pré gozo, mas não queria derramar ainda e por isso a segurei pelos ombros e levantei ficando com minha boca bem pertinho dos seus pentelhos negros e cheirosos.
Abracei-a pela bunda e cheirei, deslizei a mão por suas nádegas, enquanto aspirava com força e procurava trazê-la pra uma posição melhor, sentei-a no braço do sofá e só então pela primeira vez pude apreciar de perto sua xoxota, não poderia haver nada de mais bonito, o grelo sobressaia um pouco dos grandes lábios que eram inchadinhos, pequena, tão pequena que me fez temer não me caber lá dentro, e estava úmida, abri um pouco mais suas pernas e exalei aquele cheiro característico de fêmea que quer levar pica, ela estava lânguida, meio recostada no espaldar e totalmente aberta, sem pudores, entregue à carícia que estava por começar, gozando antecipadamente o que eu faria e ela sabia que eu não a decepcionaria, encostei de leve o nariz nos grandes lábios e cheirei devagar, abri a boca e lancei o ar quente da respiração na xoxota, gemeu e se contraiu, passei a língua bem lá embaixo perto do seu cu que piscou duas vezes, subi pela “terra de ninguém”, aquela pelinha entre o cu e a xoxota, e quando cheguei no início dos lábios vaginais, lambi primeiro a virilha de um lado e depois do outro, ela tremia na expectativa do que viria e vez em quando gemia baixinho, fui lambendo de um lado e do outro e subindo sem tocar nas bandas da sua xoxota.
Desci um pouco e parei bem no meio, respirando com a boca e jogando ar quente na chaninha, com a ponta da língua busquei bem de leve a entrada e comecei a pincelar delicadamente, aumentando sua tortura, peguei uma das bandas da sua xota e coloquei na boca fazendo só um pouco de pressão, chupando, depois foi a vez da outra, desci novamente pra entrada da gruta e meti a língua de novo, dessa vez um pouco mais fundo, ela jogou a xota na direção do meu rosto, dando a entender que queria mais fundo, não a atendi e afastei a boca indo de vez pra o seu grelo que peguei com os lábios e dei uma chupadinha, ela quis fechar as pernas, tremeu e deu um gritinho de surpresa bem mais alto, continuei devagar, chupando, enquanto acariciava suas bandas com a língua.

Coloquei tudo dentro da boca e fui passando a língua em toda a extensão da xoxota, desde a entradinha, onde metia a ponta da língua até o grelo que estava duro e escuro. Mamava aquela xoxota com ritmo lento, mas constante, não queria que ela gozasse rápido ou talvez que nem mesmo gozasse, ela era ainda um mistério que eu queria decifrar por inteiro, tem mulheres que depois que gozam precisam de um tempo pra entrar no clima de novo, e ainda não sabia como ela era. Com as mãos acariciava seus seios apertando de leve os biquinhos, quando intensifiquei um pouco mais a pressão da mamada em seu grelo ela começou a contrair o púbis, e gemer alto:
Coloquei tudo dentro da boca e fui passando a língua em toda a extensão da xoxota, desde a entradinha, onde metia a ponta da língua até o grelo que estava duro e escuro. Mamava aquela xoxota com ritmo lento, mas constante, não queria que ela gozasse rápido ou talvez que nem mesmo gozasse, ela era ainda um mistério que eu queria decifrar por inteiro, tem mulheres que depois que gozam precisam de um tempo pra entrar no clima de novo, e ainda não sabia como ela era. Com as mãos acariciava seus seios apertando de leve os biquinhos, quando intensifiquei um pouco mais a pressão da mamada em seu grelo ela começou a contrair o púbis, e gemer alto:
- Aiiii Sérgio! Como é bom issssoooo!!! Chupa mais, chupa!!!! Como é gostoso!!!! Como você sabe maltratar uma mulher!!! Chupa gostoso, que língua gostosaaaaa!!! Como tua boca é quente, chupa tudo! Chupaaaaa!!! Em tantos anos de casada eu só ganhei esse presente poucas vezes, e gosto tantooooo!!!!!!!! E nem chegava aos pés disso aquiiiiii! Chupa minha xoxota, meu tesssssãooooo!!!! Me chupa toda... Vai!!! Chuuuppaaaa!! Aaaaaaiiiiiii!!!!! - E estendia as letras e palavras quando eu apertava seu carocinho com a boca.
Mas eu ainda não queria que ela gozasse e continuei a chupada intensificando, diminuindo e até parando o ritmo quando via que ela tava chegando perto da explosão final, queria que ela se entregasse por completo, que não tivesse mais nenhum pudor que viesse atrapalhar aqueles dias que eu queria transformar em uma orgia inesquecível, por isso fiquei naquele ir e vir, até que vi que ela não suportaria mais muito tempo sem gozar, pois o intervalo entre suas tremidas pélvicas que indicam a chegada do prazer supremo, diminuía entre uma e outra e ela estava totalmente encharcada, só não escorria para o sofá porque minha boca sedenta não deixava escorrer nada. Quando notei que não ia conseguir controlar mais a chegada do seu gozo, a levantei rápido, coloquei de quatro com a cabeça apoiada no lugar onde estivera recostada com a bunda toda arrebitada pra cima, e me preparei para consumar o que tanto desejava, encostei a chapeleta na entradinha da xoxota e pincelei por toda a extensão da xoxota, pra cima e pra baixo algumas vezes, pra lubrificar, sabia que ela não ia agüentar fácil a primeira metida, minha chapeleta é bem desenvolvida e isso dificulta um pouco, por isso, segurei firme em seus quadris, pressionei devagar e comecei a meter... Ela gemeu fundo!!!

Pressionei devagar e senti que ela ia se alargando pouco a pouco permitindo que a cabeça da pica começasse a entrar, tirava e botava novamente tentando ir mais um pouco de cada vez, mas quando chegou na hora de entrar a parte final da cabeça travou mesmo, não sei se por medo, receio ou outro motivo qualquer, mas não entrou mais apesar de bem lubrificado, fui devagar acariciando sua bunda e com a outra mão pegava nos seus peitos, ela só gemia baixinho, sabia que não podia se furtar aquilo, tinha vindo pra trepar e sabia que ia ter que trepar além de também desejar muito, não iria ser uma dificuldade daquela que a impediria de concretizar o objetivo.
- Tá doendo? Quer que pare? - Perguntei por delicadeza, mesmo sabendo que não pararia nem que a casa pegasse fogo.
- Tá doendo um pouco, mas não para, agora ou daqui a pouco eu vou ter que agüentar mesmo, e embora seja grossa e grande é macia. Bota mais um pouco!
Com esse incentivo não me fiz de rogado e dei a estocadinha que faltava pra cabeça da pica pular pra dentro, gritou e quis escapar jogando o corpo pra frente mas estava bem presa pelas minhas mãos e sua cabeça estava encostada no sofá, não tinha pra onde ir, senti que a buceta se dilatava ao máximo pra deixar passar a cabeça da pica e depois fazer em torno dela um anel apertado.
CONTINUA....
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
CONTO - SEDUZINDO OU SEDUZIDO? - PARTE 3
SEDUZINDO OU SEDUZIDO?
AUTOR- SÉRGIO SENNA
Cheguei bem antes do ônibus e fiquei parado na praça vendo como o movimento diminuía a olhos vistos, isso não era bom pra mim, pois com pouca gente tudo seria mais fácil de ser notado, agora era torcer pra que não estivesse lá ninguém conhecido que pudesse notar ela entrando no meu carro, depois passei pela rodoviária pra tentar ver se lá também não tinha alguém da nossa cidade, tudo limpo. Estacionei do outro lado, no posto de abastecimento entre dois caminhões, liguei o som do carro e coloquei a mente em compasso de espera. De onde estava tinha uma boa visão da entrada da rodoviária, mas a impaciência me dominava pro inteiro, tinha no carro uma garrafinha de água mas ela logo acabou, desci e fui na lanchonete onde comprei logo mais duas. No horário previsto o ônibus chegou e fez a volta pra estacionar, quem quase parou também foi meu coração, a expectativa era enorme em saber se ela tinha ou não vindo.
Vi quando apareceu na saída conversando com uma outra moça, estava linda, vestia uma calça jeans com cintura baixa, uma camisa de malha rosa clara coladinha no corpo que desenhava os seios de uma forma muito sensual e trazia uma sacola no ombro que julguei fosse alguma roupa, trocou mais algumas palavras e a moça se dirigiu pra o outro lado, ela olhou em volta e desceu a rua em direção a praça, mas não andava, desfilava ou aos meus olhos, flutuava, fiquei observando pra ver se mais algum conhecido não tomava a mesma direção e quando vi que ninguém mais saltava, liguei o carro e lentamente comecei a segui-la, esperava uma oportunidade de poder apanhá-la sem levantar nenhum suspeita e achei que como a rua estava vazia aquela hora era melhor que na porta do Banco onde o movimento era maior e maior também a chance de encontrar alguma pessoa conhecida. Assim olhando pra trás pelo retrovisor e não vendo movimento e pra frente que estava deserto, acelerei e parei bem ao seu lado, ao mesmo tempo que abria a porta do carona. Ela parou um pouco assustada mas logo reconheceu o carro.
- Oi! Não quer uma carona? Entra! – Falei como se a tivesse encontrado por acaso.
- Oi, boa tarde! – E entrou, sentando-se quieta ao meu lado, cobri sua mão com a minha e apertei um pouco. Vi que respirou fundo e colocou a sacola no chão do carro. Agora com os vidros escuros fechados e o ar fresco do ar condicionado, estávamos seguros, até que tinha sido fácil.
Rodei devagar pra não levantar suspeitas e quando sai da cidade tomei o rumo do Rancho, tentei entabular uma conversação leve e amena mas dava pra notar que ela estava tensa, contraída. A música tocava baixinha e pra não ficar calado comecei seguindo um costume antigo, a cantarolar:
- Você até que canta bem. – Falou. Compreendi que estava na hora de iniciar um papo pra amenizar a tensão.
- Costume de viver sozinho, a gente se acostuma a falar pra o nada, com os bicho e por ai vai. Mas me diz, porque você está tão calada?
- Muitas perguntas sem respostas dentro da minha cabeça. E ainda em dúvida...
- Dúvida? Que dúvida você tem? Olha eu aqui pra tirar todas as suas dúvidas. – Tentei brincar, mas sentindo que tinha que ir devagar.
- Não sei se estou fazendo a coisa certa, acho tudo isso muito estranho, não é do meu feitio fazer esse tipo de coisas, e como nunca fiz estou nervosa, não sei se vou conseguir ou mesmo se isso é permissível, porque certo, eu sei que não é.
- Ainda nem saímos da cidade e você já está criando obstáculos, e o que é pior, dentro de você mesma. Olha não tem nada demais, apenas vamos passar dois dias juntos, nos curtindo, nos conhecendo melhor, matando nossas carências, afinal você quer ou não ficar comigo? Me deseja ou não? – Perguntei sério e olhando dentro dos seus olhos, pois a desejava muito mas tinha que lhe demonstrar que ela estava ali por vontade própria e não obrigado por ninguém. Senti-a balançar nas suas bases.
- Claro que quero, se não, não teria vindo não é? – E como sua voz era gostosa no meu ouvido.
- Como você consegue falar assim? Com tanta doçura na voz.
Ela riu, e seu sorriso quebrou o gelo.
- É minha voz normal, você é inteligente, mudou de assunto não é?
- Nada disso, sua voz que é doce mesma, acho que seus alunos assistem aula o tempo todo excitados, ou não?
- E nem precisa, a causa tá ai, é você, todinha assim, linda. – e dizendo isso coloquei minha mão por cima do seu ombro e a puxei delicadamente pra junto de mim, ela se chegou, encostou no meu ombro e ficou quieta por um tempinho, depois perguntou:
- Tá me levando pra onde? Olha que estou sendo raptada, viu? Meu Deus!!! Acho que tou louca mesmo, que aventura mais doida...
Puxei ela mais pra mim e beijei sua cabeça, os fios de cabelos sedosos e cheirosos deixaram no meu nariz um aroma bem agradável, senti que ela relaxou um pouco. Como estava com a mão por cima do seu ombro a ponta dos meus dedos estava à altura dos seus seios e maliciosamente comecei a balançar a mão como se estivesse fazendo isso despercebidamente, ao tocar de leve o biquinho logo endureceu e marcou o tecido da blusa, fiz de conta que não notei nada e continuei, ela também não se deu por achada e nada fez pra sair da posição, aquilo era uma concordância explicita e não me fiz de rogado, continuei bem de leve com a clara intenção só de excitá-la, o que estava conseguindo, ela era uma mulher bem jovem, com todo o vigor, vivia excitada com nossa situação e não via seu marido pra descarregar as tensões já há uns dez dias, por isso bastava encostar que ela pegava fogo.
- Não sei como me contive naquele dia lá na sala da Coordenação. – Falou com voz baixa. – Me deu uma vontade louca de te agarrar lá mesmo. Sem me importar com mais nada!
- Também senti o mesmo, mas não podia prejudicar você, lhe expondo. Alguém podia entrar de surpresa e nos ver. – Retruquei.
E enquanto esse papo rolava eu pisava o acelerador, já eram quase quatro horas e não queria chegar a noite no Rancho. Sem contar que ainda tinha uma parada prevista, só que ela não sabia, afinal não tinha mesmo porque saber, era minha presa, minha raptada. E nesse tempo todo a minha mão não parava de acariciar seu seio mas como se eu não me desse conta e, aquela carícia estava fazendo com que a sua respiração fosse se alterando, virou o rosto pra mim e me beijou de leve o queixo... como era bom aquilo!! Era o primeiro gesto seu, em relação a mim e tomado por iniciativa própria, tinha pois outro significado, queria dizer que ela estava ali, vencida, entregue, ao meu dispor, sem restrição alguma. Diminui a velocidade, entrei no acostamento, parei, voltei-me pra ela e a beijei delicadamente nos lábios, ela se voltou pra mim e intensificou o beijo, era pra ser apenas uma carícia e estava se tornando um beijo realmente ardente, cheio de paixão, lascívia. Ela demonstrava todo o calor que a consumia, os peitos estava colados em meu tórax e duros como pedras, não me contive o peguei neles mesmo por cima da blusa, ela suspirou e gemeu baixinho. Só que não podia ficar ali por mais tempo, era uma região perigosa. Me afastei dela e partimos, mas já sabia o que me esperava... Se sabia!
Ficamos em silencia por um tempo, calados, absorvendo a magia do momento, de podermos estarmos juntos e sem restrições, e quando começamos a conversar foi um papo agradável e solto, sobre os problemas que tínhamos na escola e mesmo a maneira que vivíamos na cidadezinha atrasada, e das suas limitações. Assim dei entrada na estrada do Rancho e tive que diminuir a velocidade devido a pedras e buracos, fomos subindo a serra e atravessando a mata já sombreada nesse horário e quando chegamos ao pico e estávamos pra começar a descer em direção à casa, parei e desliguei o motor, ela me olhou interrogativamente, saltei a rodeei o carro abrindo a porta do seu lado, tomei sua mão e a puxei para que saltasse, com ela pela mão fui me dirigindo pra um rochedo que se achava situado num ponto mais acima de onde estávamos.
subimos pela pedra lisa pela parte da sombra e quando chegamos no alto o espetáculo não podia ser mais grandioso, o disco do sol mergulhava nas sombras por trás de um pico montanhoso coberto de matas que se descortinava ao longe, mas iluminando os chapadões que estavam a nossa volta e que refletiam uma luz amarelada e violeta e banhando a terra ainda com sua luz dourada, sentamos e a abracei, mas fiquei em silêncio pra poder sentir e deixar que ela também pudesse gozar aqueles espetáculo único. Quando só restava uma pontinha do sol de fora eu então rompi aquele silêncio melancólico:
subimos pela pedra lisa pela parte da sombra e quando chegamos no alto o espetáculo não podia ser mais grandioso, o disco do sol mergulhava nas sombras por trás de um pico montanhoso coberto de matas que se descortinava ao longe, mas iluminando os chapadões que estavam a nossa volta e que refletiam uma luz amarelada e violeta e banhando a terra ainda com sua luz dourada, sentamos e a abracei, mas fiquei em silêncio pra poder sentir e deixar que ela também pudesse gozar aqueles espetáculo único. Quando só restava uma pontinha do sol de fora eu então rompi aquele silêncio melancólico:
- Esse espetáculo todo que o sol deu foi em sua homenagem! – E quando olhei pra ela sua face estava ainda banhada pelos últimos raios o que lhe dava no semblante uma luminosidade linda, brincando na sua face os raios do sol criavam um jogo de luz e sombras surreal de uma perfeição nunca antes vista. Deixei que assim ficasse, calma, pensativa e romântica, absorvendo aquele momento único. Quando o sol se despediu mesmo de uma vez e só restava uma aureola de luz na serra distante, peguei-a pela mão e ficamos em pé bem juntos abraçados, sentindo a descontração tomar conta de nós dois, alguma coisa mudou, agora tudo tinha ficado pra trás, todas as dúvidas, todas as incertezas estávamos conscientes da presença um do outro e prontos para gozar isso com toda a intensidade que aquela oportunidade nos oferecia, ali estava uma mulher plana de toda a sua sexualidade, totalmente de posse do todo o seu poder de sedução, de conquistar e de se entregar.
Era um sentimento novo que nos dominava, queríamos viver juntos todas as conquistas e tínhamos um receio não dito de que algo desse errado, mas esse momento foi passando e colocando a mão na sua cintura a puxei em direção ao carro que nessa altura já se encontrava na sombra, abri a porta e encostando-a no bando a puxei suavemente pra mim, nos abraçamos, sentia sua respiração no meu peito e assim fiquei permitindo a ela que tomasse qualquer iniciativa, no abraço eu demonstrava tudo o que desejava, o próximo passo era dela, e assim foi, lentamente foi erguendo a cabeça e se oferecendo ao beijo que aconteceu cheio de magia e ânsia, nos entregamos aquela carícia, sem medos, sem reservas, agora sim a sentia mais próxima, mais entregue, e o calor do momento foi tomando conta de nós, abracei-a com força e fui passando a mão por suas costas, descendo uma delas em direção a sua bunda que apertei mesmo por cima da calça, era durinha e sobressaia de uma forma bem sensual, nossas línguas se acariciavam e os lábios não se desgrudavam.
Subi a mão em direção ao seu peito e fiquei acariciando por cima da roupa, estavam duros e pontiagudos, apertei de leve um deles e ela gemeu baixinho, meti a mão agora por baixo da roupa e fui subindo devagar, com suavidade pela pele da sua barriga e cheguei a base daqueles montes que me tiravam o sono, acariciando com a ponta dos dedos cheguei ao bico e apertei bem devagar, ela me abraçou com mais força e gemeu mais alto, nossos quadris se roçavam, se buscavam e eu tinha um volume indisfarçável dentro da calça, lentamente fui subindo a sua blusa e quando ela chegou à altura dos seios eles não se fizeram de rogados e praticamente saltaram pra fora pois ela não usava soutian.
Fiquei a acariciar um e outro, dando pequenos apertos nos bicos duros, descolei meus lábios dos seus e beijando sua pele quente do pescoço fui descendo em direção aquelas aureolas que apontavam quase pra o meu rosto de tanta tesão, primeiro passei a boca entre eles e beijei a parte de baixo dos dois bem onde começam a se formar, só então, passando a língua bem de leve fui subindo em direção aos bicos, quando coloquei um na boca ela segurou minha cabeça com força e deu um gritinho de tesão agarrou minha cabeça me puxando de encontro a si mesma enquanto gemia, e assim ficamos por alguns minutos, pouco a pouco fui parando ate que fiquei só olhando, beijando a pele morena das aureolas, um tesão estranho nos dominava, sentíamos que estávamos prontos pra sermos um do outro mas algo nos impedia ainda, talvez o lugar, não queria concretizar tudo ali, no meio do nada, rodeado de mato, no banco de um carro e numa estrada deserta. Ela merecia algo melhor, mais requinte, mais conforto.
Fiquei a acariciar um e outro, dando pequenos apertos nos bicos duros, descolei meus lábios dos seus e beijando sua pele quente do pescoço fui descendo em direção aquelas aureolas que apontavam quase pra o meu rosto de tanta tesão, primeiro passei a boca entre eles e beijei a parte de baixo dos dois bem onde começam a se formar, só então, passando a língua bem de leve fui subindo em direção aos bicos, quando coloquei um na boca ela segurou minha cabeça com força e deu um gritinho de tesão agarrou minha cabeça me puxando de encontro a si mesma enquanto gemia, e assim ficamos por alguns minutos, pouco a pouco fui parando ate que fiquei só olhando, beijando a pele morena das aureolas, um tesão estranho nos dominava, sentíamos que estávamos prontos pra sermos um do outro mas algo nos impedia ainda, talvez o lugar, não queria concretizar tudo ali, no meio do nada, rodeado de mato, no banco de um carro e numa estrada deserta. Ela merecia algo melhor, mais requinte, mais conforto.
Beijei seus lábios rapidamente, pois se demorasse não sairia mais e lhe disse:
Precisamos ir, por aqui passa gente, não quero que nos vejam juntos, seria perigoso pra você.
Ela respirou fundo baixou a blusa, sentou-se direita e disse em tom brincalhão:
- Você que sabe, eu sou a raptada, sou sua prisioneira... Esqueceu? Mas tá sendo ótimo, viu?
Voltando ao volante dei partida e seguimos em direção ao Rancho.
Chegamos já escurecendo e ela entrou olhando tudo à sua volta, levei-a pra conhecer a casa e quando voltamos a sala abracei-a pra trás colando nossos corpos e cheirando seus cabelos alouradas e perfumados, desci a cabeça e beijei seu pescoço provocando um arrepio, ela levantou os braços sobre sua cabeça abraçou o minha e assim ficamos nos balançando e gozando a presença um do outro.
- Ainda não tou acreditando que você está aqui mesmo. – Falei sussurrando em seu ouvido. – Sonhei tanto com isso!
- Sérgio, Sérgio... tudo é muito complicado, e ainda agora eu não sei de quase nada a seu respeito, então como vou saber como agir? Tudo isso é muito louco... Me lancei nessa aventura sem saber ainda como vai acabar. Lá na cidade ninguém sabe nada de você, só que tem uma fazenda aqui na região e eu mesma só sei que é meu colega de escola e pronto! E aqui estou eu, uma mulher casada, que jamais deveria estar aqui, mas estou, na casa de um quase desconhecido por quem quase morro de tesão, longe de tudo e vivendo uma aventura que se alguém me dissesse que algum dia eu me prontificaria a viver, diria que a pessoa estava totalmente fora da realidade.
Enquanto ela falava, eu a fui levando delicadamente em direção ao sofá onde fui me recostando transversalmente, encostando a cabeça no apoio de braço e como não a tinha soltado ela ficou deitada sobre mim, sua bunda fazendo apoio bem em cima do meu cacete que logo começou a ficar duro. Ela se ajeitou e eu comecei a acariciar sua coxa, subindo a mão bem devagar, mas evitando tocar na altura da sua xoxota mesmo por cima da roupa. Quando cheguei na altura da barriga sua respiração se alterou e senti que se acomodava melhor em cima da pica que a essa altura já estava bem dura, suas popas da bunda e suas pernas se abriram um pouco, seus braços subiram abraçando novamente minha cabeça e seus dedos entraram por meus cabelos numa carícia excitante, eu tinha nas mãos uma mulher que sabia ser mulher, uma fêmea ardente em toda a extensão da palavra, que sabia como usar seus atributos de fêmea na medida certa, sem excessos e sem faltas, uma mulher que não somente se deixava amar, mas que tomara também as iniciativas nos fogos do amor, que exigia mas que retribuía na medida certa cada carícia recebida.
Minha mão alisava a pele macia e quente da sua barriga do umbigo ao início da calça e meus dedos adentravam pouco a pouco descendo em direção a sua xoxota, mas tão devagar e com tal leveza que ela só fazia suspirar, encontrei o elástico da calcinha e lá fiquei sem descer mais, criando uma expectativa que fazia o tempo parar, com a outra mão subi em direção ao seus seios onde pousei de leve fazendo pequenos movimentos só com a ponta dos dedos, passeando de leve e fazendo com que eles empinassem e se enrijecessem de excitação. Como era gostoso aquele jogo de sedução, de conquistar o amor e o corpo de uma mulher que todos julgavam inacessível, que nem olhava direito pra ninguém, mas que no fundo não passava de uma menina em busca de carinho e que trazia acesa dentro de si uma fogueira de tesão e luxuria.
Minha mão alisava a pele macia e quente da sua barriga do umbigo ao início da calça e meus dedos adentravam pouco a pouco descendo em direção a sua xoxota, mas tão devagar e com tal leveza que ela só fazia suspirar, encontrei o elástico da calcinha e lá fiquei sem descer mais, criando uma expectativa que fazia o tempo parar, com a outra mão subi em direção ao seus seios onde pousei de leve fazendo pequenos movimentos só com a ponta dos dedos, passeando de leve e fazendo com que eles empinassem e se enrijecessem de excitação. Como era gostoso aquele jogo de sedução, de conquistar o amor e o corpo de uma mulher que todos julgavam inacessível, que nem olhava direito pra ninguém, mas que no fundo não passava de uma menina em busca de carinho e que trazia acesa dentro de si uma fogueira de tesão e luxuria.
Mas ainda não estava na hora de possuí-la, por isso permaneci só nas carícias e não fui muito mais além, desci mais um pouco os dedos até encontrar os primeiros fios de pentelhos onde fiquei alisando, e, com a outra mão apertava de leve os bicos duros dos seios, fazendo com que ela desse profundos suspiros e se mexesse inquieta em cima da pica que de tão dura causava já incômodo, aos poucos fui fazendo com que escorregasse de cima de mim para o sofá, queria somente que ela permanecesse naquele estado de excitação que não chega ao ápice mas que também não acaba nunca. Eu a queria sempre a meia bomba, sempre molhada mas sem nunca chegar ao prazer, era a minha tática de sedução.
Ela me olhava suplicante quando parei as carícias mas fiz que não entendi e disse calmamente:
- Acho que você está querendo tomar um banho, ou estou enganado?
Ela suspirou fundo se recompondo e entrou no jogo, sorriu e só balançou a cabeça concordando, mas fitando o volume da pica na altura do seu rosto, depois foi subindo os olhos, buscando os meus que se encontravam risonhos e maliciosos. Se levantou e foi em direção ao banheiro onde entrou encostando a porta. Aproveitei e também tomei um banho no banheiro dos fundos trocando rapidamente de roupa, e quando ela saiu enrolada na toalha e foi se vestir eu já estava na cozinha esquentando a janta, liguei o som baixinho e fui colocando as coisas que ia precisar na mesa da sala, que quase nunca uso, pois na maioria das vezes me alimento é na cozinha mesmo.
Quando ela apareceu linda e perfumada o jantar já estava servido e o vinho bem gelado, dei um assobio baixinho de admiração apreciando toda aquela beleza, uma blusinha leve onde o bico dos peitos marcavam o tecido devido a ausência de soutien, uma saia curtinha provocante de muito bom gosto, que deixava aparecer um bom pedaço das coxas cobertas por alguns fios de pelos bem lourinhos e que se destacavam sobre a pele morena clara, um brinco pequeno mas muito bonito, um batom discreto e uma sandália de meio salto completavam o vestuário. O som rolando baixinho era aconchegante, as músicas todas orquestradas escolhidas a dedo e a luz bruxuleante das velas, tornava o ambiente bem íntimo e aconchegante.
Fui ao seu encontro e a abracei ela levantou o rosto oferecendo os lábios pra o beijo e se colou a mim me abraçando com leveza e carinho. Sabia ser mulher, disso eu não tinha dúvida e estava usando comigo todo o seu charme e seu conhecimento de sedução embora ainda fosse tão novinha. Fiquei a pensar se estava ou não usando calcinha, mas não quis perguntar e nem apalpar sua bunda pra descobrir, deixei que aquela dúvida gostosa permanecesse aumentando ainda mais minha excitação.
Fui ao seu encontro e a abracei ela levantou o rosto oferecendo os lábios pra o beijo e se colou a mim me abraçando com leveza e carinho. Sabia ser mulher, disso eu não tinha dúvida e estava usando comigo todo o seu charme e seu conhecimento de sedução embora ainda fosse tão novinha. Fiquei a pensar se estava ou não usando calcinha, mas não quis perguntar e nem apalpar sua bunda pra descobrir, deixei que aquela dúvida gostosa permanecesse aumentando ainda mais minha excitação.
A levei pra mesa onde puxei uma cadeira e a acomodei, notei que reparou nos detalhes, afinal eu tinha me esforçado bastante nos detalhes, até tinha colocado sobre o seu prato um botão de rosa vermelha que tinha trazido da cidade um dia antes e colocado na geladeira pra que não murchasse, lhe servi uma taça de vinho e começamos a jantar vagarosamente, trocando olhares cúmplices e provocantes. Ela não se fazia de rogada e retribuía à altura todos os meus olhares de desejo. A conversa solta, descontraída e as músicas orquestradas do cd de Eduardo Lages fazia com que o ambiente ficasse ainda mais prazeroso. Ao término fomos pra sala e ficamos conversando dando prosseguimento ao papo do jantar, mas quando ela viu pela janela a intensidade do luar que banhava a grama não se conteve e me chamou pra sairmos um pouco à varanda. A atendi de pronto, o romantismo tomava corpo e dominava o ambiente, ficamos lá fora em pé, junto da balaustrada, lançando os olhos sobre aquela paisagem surreal que se descortinava aos nossos olhos até onde a vista alcançava, tudo era leitoso, suave e tranqüilo, ao longe podia se adivinha ainda a sombra escura da mata que subia pela serra dominando a paisagem.
CONTINUA...
CONTINUA...
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