Um vídeo delicioso. Espero que gostem.
Parabéns
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domingo, 9 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
INVERSÃO – MAIS UMA FORMA DE PRAZER
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Para escrever este artigo, nada melhor que alguém que já tenha experimentado (e gostado).
Os meus agradecimentos vão para o meu amigo Paulo, que escreveu este magnifico artigo, ao qual não tive coragem de mudar nem uma linha.
Parabéns, meu amigo, ficou fantástico.
Espero ter-te mais vezes como colaborador aqui do meu espaço.
Beijinho grande
Portuguesinha
Chama-se INVERSÂO SEXUAL a relação onde mulher o homem trocam de papeis. A mulher, normalmente com um consolo ou usando um pinto de borracha ou de silicone preso num cinto, penetra o homem, obviamente pelo cú. Esta variante sexual permite ao homem, além de inúmeras fantasias como encarnar personagens, roupas e situações, obter prazer anal sem ter que se envolver numa relação homossexual.
É sabido que a região anal é altamente sensível pela vasta terminação nervosa que possui e que, se adequadamente estimulada pode proporcionar elevado grau de prazer, inclusive na penetração. Isto é verdade tanto para mulheres como para homens, haja visto que muitas mulheres tem prazer em ser penetradas no cú, da mesma forma que os homossexuais. Além disso, é sabido que os homens tem esse prazer aumentado quando a penetração estimula a próstata.
COMO FUNCIONA
Como dissemos, na INVERSÂO, a mulher usa um pinto artificial, normalmente fixado num cinto, que o posiciona da altura do púbis dando a ele um pinto. O homem então assume o papel, ou de mulher, ou de homossexual passivo e é penetrado com o pinto artificial. Algumas mulheres acabam até incorporando o pinto artificial e chegam a ter orgasmos comendo o cú do homem. Os homens por sua vez recebem todo o estímulo, muitas vezes também chegam a gozar, ou quando não, o fazem batendo uma punheta.

Também podem-se fazer variações com o homem chupando o pinto da mulher ou lhe batendo punhetas. Algumas mulheres também chegam a gozar com sexo oral e manual, comprovando que o sexo, o prazer e o orgasmo ocorrem muito mais nas nossas cabeças que nos órgão sexuais.
Como normalmente os cintos que fixam o pinto deixam à mostra a buceta e o cú da mulher, é possível ao casal ficar alternando as penetrações e outros estímulos. Com alguma prática as mulheres aprendem a sincronizar os movimentos de quadril fazendo o vai-e-vem de enfiar o pinto da mesma forma que o homem proporcionando enorme prazer ao homem e a ela própria.
Também é prazeroso variar as posições de penetração, especialmente aquelas onde a mulher além de penetrar o homem pode manipular seu pinto, como por exemplo a posição de frango assado ou do homem cavalgando. Estas eram minhas posições favoritas para gozar, pois a porra jorrava ou nos peitos da parceira ou no meu peito (as vezes chagava até o rosto).

Como todo sexo anal, algumas precauções e cuidados devem ser tomados para que ele seja totalmente prazeroso: primeiro é a higiene. É sempre extremamente desagradável tirar-se o pinto de dentro do cú e vê-lo lambuzado de “”floquinhos indesejáveis”. Isto mata qualquer tesão, a menos que você curta escatologia. Então lavar bem, por dentro e por fora é indispensável. Eu ainda recomendo que se faça uma aplicação de Fleet Enema antes de se iniciar a relação.
Outro aspecto importante é a excitação. Quanto mais excitado, mais fácil é o cú receber o pinto e desfrutá-lo integralmente. . E finalmente, mas não menos importante, é a lubrificação. Esqueça saliva. Use lubrificante, de preferência a base de água. KY é uma excelente alternativa, mas existem outros. Evitem cremes hidratantes porque a pele os absorve rapidamente. Quando muito use-os para enfiar um dedinho.
PRECONCEITOS E RESISTÊNCIAS

O principal obstáculo à INVERSÂO são os preconceitos, especialmente dos homens, mas também de muitas mulheres. Muita gente associa o sexo anal em homens com homossexualismo. Isto é um equívoco. Claro que uma relação entre homossexuais masculinos em que haja penetração, ela sempre será anal. Mas a penetração anal não e característica homossexual. Mulheres fazem sexo anal e tem prazer, então porque homens não homossexuais não podem também ter? O problema é que os homens, principalmente acham que dar o cú é coisa de veado.
Além do que, na inversão o que ocorre é uma relação entre um homem e uma mulher. Ou seja, uma relação totalmente heterossexual. O fato da mulher penetrar o homem, não muda isso, mas apenas adiciona uma variante a mais nas atividades sexuais do casal. Não fosse assim, também poderíamos considerar o sexo oral como homossexual. Afinal os homossexuais também fazem sexo oral.
Também há o mito de que dar o cú é uma posição passiva, não compatível com o macho. Outra bobagem. Afinal quando a mulher cavalga sobre o homem com sua buceta engolindo o pinto do homem, esta também não seria uma posição passiva?
A verdade e que os homens foram aculturados dentro da premissa de que dar o cú é coisa de veado, quando na realidade os chamados veados, sim, dão seu cú, mas isso não é privilégio deles. Nem o é o prazer anal de ser penetrado.
Também muitas mulheres carregam este preconceito a ponto de se recusarem a tocar o cú ou mesmo a bunda de seus parceiros e de acharem que se eles pedirem esse tipo de carícia é porque são homossexuais. É uma pena porque muitos homens descobrem o prazer anal e porque suas parceiras não se dispõe a proporcionar-lhes, eles acabam indo ou atrás de travestis, ou mesmo de homens. Aí sim, estão se engajam numa relação homossexual. Mesmo com um travesti, não se deve se iludir. Ali está um homem fazendo de conta que é mulher. Já na inversão, é uma mulher incorporando o órgão sexual masculino, de mentirinha.
Nas minhas andanças por salas de bate-papo tenho encontrado uma quantidade enorme de homens que gostam de travestis porque querem ter prazer anal (e oral, de chupar um pinto) porque não tem chance de fazer inversão com suas parceiras. Muitos também acham que transar com uma travesti (mesmo sendo penetrados) não é homossexual.
VENCENDO AS BARREIRAS

Não é fácil vencer essas barreiras de preconceito. Posso dizer por experiência própria, pois levei muitos anos até aceitar a INVERSÃO e desfrutar de todo o prazer que ela pode proporcionar. E para superar é necessária uma atuação decisiva da mulher. Além de uma enorme paciência e persistência. A seguir vou tentar descrever as etapas que devem ser seguidas. O tempo que essas etapas vão levar para acontecer, vai depender de cada caso. Mas uma coisa é certa: forçar a barra não ajuda em nada. Paciência e persistência são as palavras chave.
Então vamos:
O primeiro passo é mostrar ao homem que ele tem prazer atrás. Sim, não exatamente no cú, mas nas costas, na parte posterior das coxas e na bunda. A Bunda já é um bloqueio, porque quando se é menino, é humilhante que alguém lhe passe a mão na bunda. Mas todos adoramos uma carícia na bunda, não é verdade? Então comece explorando as costas dele. Coloque-o de bruços e lhe faça uma boa massagem de preferência com um óleo ou creme (óleo de amêndoa é ótimo). Comece nos ombros e vá descendo pelas costas. Quando chegar na bunda pule para as pernas (a menos que ele peça. Aí vá em frente). Desça pelas coxas, vá até os pés e volte. Separe levemente as pernas e massageie a parte interior das coxas e virilhas. Comece a se aproximar da bunda por baixo. Em toda a circunferência da coxa na junção com a bunda. Se ele aceitar suba na polpa das nádegas. Massageie em círculos e depois de uma 3 ou 4 voltas comece a separar as nádegas expondo o cú dele.
Se ele nesta altura refugar, pergunte inocentemente o que houve. Se não estava bom. É uma chance de começar a discutir o preconceito. Afinal ele adora acariciar a sua bunda, então você queria experimentar acariciar a bunda dele. Fique por aí até ele relaxar e desfrutar o prazer da carícia. Pode demorar algumas sessões. Mas insista. Não há quem não goste de uma carícia na bunda.
A etapa seguinte é acariciar o cú e suas redondezas. Claro, comece com as redondezas. Ao abrir o rego, comece a deslizar um dedo pelo rego. De início volteando o cú. Sempre com óleo para diminuir o atrito. Observe a reação dele. Se retesar, volte um passo, mas normalmente a reação será empinar a bunda ou mexê-la em movimentos rítmicos. Aí comece a passar o dedo pelo cú. Primeiro de cima para baixo, depois de forma circular. Para bem no meio e mexa o dedo só um pouco como se estivesse abrindo caminho. Mas ainda não enfie o dedo (só se ele pedir). Peça para ele piscar o cú... E se ele estiver relaxado dê-lhe um beijo no cú. Se ele aceitar bem, use a íngua na volta do cú e até force enfiar a língua se ele não resistir.
Normalmente pode haver uma resistência do tipo: - “O que é isso?”. Diga que ele faz isso em você e que você adora e queria fazer nele também. Se ele usar o argumento de que isso é coisa de veado, contra-argumente candidamente que veado é homem com homem. Você é mulher, então não é coisa de veado. Talvez você tenha que parar e voltar a carga no futuro. Ou mesmo discutir o assunto depois da trepada, de forma menos emocional. Use os argumentos apresentado acima.
A etapa seguinte é penetrar o cú do parceiro com o dedo. Peça carinhosamente: Querido, deixa eu enfiar o dedinho, só um pouquinho. Queria tanto ver como é. Exatamente aquele argumento que ele (ou outro) usou para comer seu cu na primeira vez. Enfie o dedo ao mesmo tempo que beija sua nuca, ou costas. Lubrifique bem o dedo e vá devagarinho. Provavelmente ele vai dizer que está doendo. Afinal ele não deve estar relaxado. Faça-o relaxar.
Uma alternativa interessante é ele de costas e você chupando o pinto dele e enfiando o dedo no cú. Não tem como não gostar. Não acelere os movimentos, mas se ele gozar na sua boca desfrute. Provavelmente será um gozo muito intenso e ele vai adorar. Explore os dedos no cú de todas as formas e posições. Nesta altura ele deverá estar pedido mais e mais. Provavelmente ele vai querer a “dedada”, ficará bem excitado e aí te comerá intensamente. Desfrute!
O passo seguinte será então usar um consolo. Ainda com a mão. Mas para chegar nesta fase, há que se conversar. Os bloqueios seguintes são conceituais e aí cabe a você fazê-lo ver que ele não é veado, homossexual, anormal. Só uma cara, que aprendeu a desfrutar do prazer anal, como milhões de mulheres e homens. O principal argumento é que homossexual é homem que transa com homem. E você é mulher.
Se a coisa caminhar como deve, em breve ele lhe dará um cinto e um pinto. Depois de um tempo, provavelmente vocês irão juntos ao sex-shop escolher pintos, cintos, roupas e outros acessórios para dar vazão às fantasias.
Mostre filmes e artigos sobreo assunto (quem sabe até este). Faça-o ver que dar o cú pra você não o faz menos macho. Mesmo que cheguem ao ponto dele se vestir de mulher a assumir um papel totalmente feminino, isto é só uma fantasia entre vocês.
E DEPOIS…

O risco da INVERSÃO é que depois de descobrir este prazer, o homem queira experimentar um pinto de verdade. E cá entre nós: todos que experimentaram os dois são unânimes em dizer que um pinto de verdade é muito mais gostoso que uma de borracha ou silicone. Bem... este risco existe sim. Mas há que se ter em mente sempre que por traz de um pinto de verdade sempre há um homem de verdade. Mesmo a mais feminina das travestis é, de fato um homem. Então se ele está ciente disso e está a fim de ter uma relação homossexual, provavelmente ele ira experimentar.
Aí vai depender de como é a relação entre vocês dois e como vão administrar isso. Eu só posso dar o meu depoimento pessoal. Sim eu aprendi a desfrutar o prazer anal pela INVERSÃO. E num determinado momento, tive a vontade de experimentar um pinto de verdade. Mas nunca tive atração por homem, tipo masculino, musculoso e peludo. Já um travesti era mais palatável. Pelo menos nas fotos e filmes. Mas todas vez que me aproximei de uma travesti real, estava claro para mim que era um homem disfarçado de mulher. E sinceramente eu preferia uma mulher disfarçada de homem.
Mas nada contra quem experimenta. Nem quem experimenta e gosta. Afinal o importante é ser sexual e se ter prazer da forma que mais lhes convém. Mas esteja certo: Você não vai virar homossexual por fazer INVERSÃO. Poderá sim ter algumas relações homossexuais. Poderá descobrir que você sempre foi homossexual e não sabia. Poderá se dar conta que é bissexual. Mas a INVERSÃO em si, só vai proporcionar ao heterossexual desfrutar do prazer anal.
DESFRUTE!
Paulo Ferreira
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
UMA AVENTURA INESQUECÍVEL EM CUBA
AUTORES – PORTUGUESINHA E LEONARDO
ANA:
-Cuidado. Deixe-me ajudá-la. Eu levo-lhe a mala maior, ok?
Estendeu a mão, apresentando-se:
-Chamo-me Leonardo.
-Obrigado, Leonardo. Eu chamo-me Ana. Agradeço a ajuda. Estou um bocado sobrecarregada, mesmo.
- Tanta bagagem para férias? Ou vem a trabalho?
-A trabalho! Sou fotógrafa. Só o equipamento fotográfico ocupa-me mais de metade da bagagem.
Fomos conversando pelo caminho, até à saída. Por coincidência, ia-mos ficar os dois instalados no mesmo hotel, um dos melhores resorts de Varadero. Eu ficaria por três semanas e ele por duas. Gostei dele desde aquele primeiro momento e ia-me fazer bem ter alguém com quem conversar naqueles dias. Para além disso, sentia-me muito atraída por ele. Aquela voz baixa e rouca mexia com a minha imaginação.
Chegados ao hotel, instalamo-nos, ficando os nossos quartos no mesmo chalé, as varandas lado a lado, já que ambos estávamos sós e alugamos quartos singles. Acabamos a rir da coincidência e a conversar os dois na minha varanda, como se já nos conhecêssemos há tempos, resolvendo acabar com as formalidades. Ele tinha terminado uma relação há pouco tempo e estava ali para relaxar e curtir o sol e a praia.
Ao anoitecer, despedi-me, fui tomar um banho e vesti um vestido preto rodado, saindo para jantar. Levava o mapa na mão, pois naquele resort gigantesco, seria muito fácil perder-me. Quando estava a meio caminho, senti uma respiração quente no meu pescoço e ouvi a voz dele:
-Hummm… não preciso do mapa para guiar-me, é só vir atrás do teu perfume!
-Tonto! Que susto!
Jantamos juntos e fomos ver o espetáculo noturno, regressando aos quartos bem tarde e despedindo-nos, com dois beijinhos. O deslizar da sua boca no meu rosto arrepiou-me a pele, deixando-me excitada.
Nos três dias seguintes, andei pelos hotéis das redondezas a fotografar tudo, só me encontrando com ele ao final do dia. Mas sempre jantávamos juntos e ficávamos conversando no jardim até bem tarde. Sentia a minha atração por ele, aumentar cada dia mais, sendo-me cada vez mais difícil disfarçar. Talvez fosse impressão minha, mas acho que ele se sentia do mesmo modo que eu. De vez em quando, agarrava-me na mão e ficava acariciando-a, olhando dentro dos meus olhos, alterando-me a respiração. A sua boca demorava-se mais do que o necessário no meu rosto, quando se despedia de mim. Na noite do terceiro dia, já tínhamos bebido uns coktails e estávamos animaditos. Seguimos para o nosso chalé, como habitual. Quando cheguei à porta do meu quarto, virei-me para me despedir dele, mas as palavras ficaram presas na garganta. Olhava para mim com um ar de desejo, que me fez recuar até encostar na porta. Senti as mãos dele puxando-me pela cintura, apertando-me contra o seu corpo, ao mesmo tempo que a sua boca caía no meu pescoço. Ouvi a sua voz rouca:
-Ai, Ana… deixas-me louco! Tenho de te beijar e de te sentir um bocadinho, querida.
A sua boca deslizou pelo meu pescoço, faminta, subindo pelo queixo e apoderou-se da minha, deslizando levemente, deixando-me provar o seu sabor delicioso

Lancei os braços ao seu pescoço e abri a boca, aprofundando o beijo e deixando a sua língua entrar, para brincar com a minha. Perdi a noção do tempo que estivemos ali, ofegantes e beijando-nos como loucos. Sentia a sua ereção dura contra a minha barriga e gemia baixinho, sem conseguir conter-me. As suas mãos apertavam-me as nádegas, puxando-me para mais perto do seu corpo. Finalmente, separámo-nos e ficamos um pouco a olhar um para o outro, admirados com a intensidade daquilo. Senti o meu rosto vermelho e resolvi entrar, dando-lhe boa noite, meio a gaguejar e embaraçada, sem saber o que dizer.
Despi o vestido e atirei-me para cima da cama, abraçando a almofada. Passei o dedo nos lábios, ainda sentindo o sabor dos beijos dele. Sonhei com ele a noite toda e acordei radiante. Ia ficar durante aquele dia pelo hotel, só planeando saindo ao anoitecer, para ir fotografar o pôr-do-sol numa praia deserta a uns quilómetros de distância. Vesti um paréo e um biquíni, fui tomar o pequeno-almoço e segui para a praia, para aproveitar o sol.
Menos de uma hora depois, ele veio ter comigo e passamos o dia todo juntos… a nossa atracão sempre presente, mas nenhum de nós falava no que tinha acontecido na noite anterior. Ao fim da tarde, quando me despedi para seguir para a tal praia, ele ofereceu-se para ir comigo e ajudar-me com o equipamento fotográfico.
-Que pena não ter trazido o biquíni, agora dava um bom mergulho!
Ele riu para mim, com ar de malandro:
-Fica à vontade, só estamos aqui nós. Podes tomar banho nua, eu não me importo!
-Não sejas tonto! Imagina se eu faria isso.
Desmontei o equipamento e levei-o para o carro. Quando voltei, procurei-o e não o vi. Estranhei, até que vi um monte de roupa no chão a uma ponta da praia. Não acreditei que ele tivesse coragem, mas olhei para o mar e lá estava ele, nadando e chamando-me para junto dele…
LEONARDO:
Eu estava dentro de água, a olhar para a praia, esperando que aparecesses, com um olhar de desejo. Quando apareceste, de imediato senti um enorme arrepio por todo o corpo, estava nu, naquela água calma, quente e límpida... Chamei-te:
-Vem tomar banho, a água está óptima!

Deixaste as cuequinhas vestidas, viraste-te e entraste dentro de água, tapando o peito como se estivesses envergonhada. Nadaste até perto de mim, confirmando que a água estava realmente uma delícia. Ao aproximares-te, sentiste que as tuas cuequinhas estavam bem quentes e mais húmidas ainda, não só pela água do mar. O desejo crescia dentro de ti e só te apetecia saltar imediatamente para cima de mim. Aproximamo-nos, olhando-nos nos olhos, eu estendi-te as mãos para me dares as tuas e revelares o teu peito perfeito, lindo, através daquela água tão límpida.
Enquanto eu olhava para o teu peito, tu fazias o mesmo e percorreste todo o meu corpo, vendo que o meu membro estava erecto, tal como o sentiste ontem, e melaste-te toda por saber que me tinhas posto assim. Sem mais demoras, eu agarrei-te e puxei-te para mim.

Com os corpos colados, abriste os braços e as pernas e abraçaste-me com ambas, e aí sim, sentiste que eu estava nu, duro como uma rocha e apenas as tuas cuequinhas separavam o meu pau de ti. Beijamo-nos intensamente, as línguas entrelaçaram-se e dançaram dentro de água, nesta mesma posição, mas comigo agora a agarrar as tuas nádegas, fazendo-te roçar em mim...
De seguida, soltaste-me e viraste-te costas, mas não fugiste. Encostaste as tuas costas no meu peito forte e sem qualquer pudor, agarraste no meu pau e colocaste-o entre as tuas nádegas, apertando-as para eu não fugir! De seguida pegaste nas minhas mãos e colocaste-as no teu peito! Pediste para eu dançar contigo assim mesmo, a apalpar-te, a acariciar-te o peito, os biquinhos, enquanto a tua mão descia até ao meio das tuas pernas, procurando a cabecinha dele, em que querias tocar, querias sentir o seu toque. E assim ficamos uns minutos, dançando, comigo a beijar o teu pescoço! Estavas delirante, de olhos fechados, a sentir muito prazer. Até que eu parei, mergulhei e sentiste que debaixo de água, eu te tirava todas as medidas, antes de sentires que eu te puxava as cuequinhas lentamente. Quando sai da água, vinha com elas na boca e com um olhar que tu nunca tinhas visto, um olhar de lince, de quem te ia comer.
Mais uma vez peguei em ti ao colo, mas desta vez as minhas mãos foram mais além… agarraram nas tuas nádegas, mas continuaram. Procuraram a tua ratinha e sentiste dois dedinhos meus percorrem os teus lábios carnudos e inchados de desejo. Eu percebi que estavas muito húmida, e fiquei ali, brincando um pouco com ela, alternando com uns toques circulares no clitóris. Estavas tão atenta ao que as minhas mãos te faziam, que nem percebeste que eu te ergui um pouco para fora da água, deixando o teu peito de fora, com os biquinhos bem duros e erectos, bem na minha cara. Caí de boca neles, e aí sim, tu sentiste um arrepio tão forte, que te contraíste toda, apertando muito a minha mão, junto à tua ratinha...
Soltaste um gemido, e já só conseguias pensar no passo seguinte... até que eu te soltei e puxei-te para fora da água...

ANA:
Estava louca de desejo pelo aquele homem maravilhoso. Deixei ele puxar o meu corpo e deitar-me na areia, na beira da água. Estava lindo, o cabelo molhado no rosto, o peito moreno e forte e aquele pénis maravilhoso completamente ereto… nem acreditava que era todo para mim. Era impressionante o comprimento dele e por um momento hesitei, achando que não ia aguentar aquilo tudo dentro de mim. Ele abriu as minhas pernas e deslizou a boca pela pele arrepiada da minha barriga, descendo lentamente até onde eu mais precisava da boca dele. Parou a boca na virilha e começou a rir-se para mim, provocando-me… se a intenção era deixar-me louca, resultou. Segurei os seus cabelos e puxei-o para mim:
-Ai, Léo… não me faças isso. Dá-me a tua boca, querido, por favor! Preciso tanto.
-Queres a minha boca nela, queres?
-Aiiiii… malvado, quero! Chupa-me, vá, não me maltrates mais.
Ele fez-me a vontade, deixando a língua deslizar ao longo da minha rachinha toda, fazendo-me gemer. As suas mãos abriram-me mais as pernas e sem aviso enterrou a língua dentro de mim. Foi enfiando e tirando a língua, deixando-me louca. Perdi a noção de tudo, enquanto ele me lambia e me chupava cada vez com mais intensidade. Gritei alto e derreti-me completamente na sua boca, num orgasmo maravilhoso. A sua boca subiu pelo meu corpo, espalhando beijinhos, enquanto eu acalmava.
Ri-me para ele e empurrei-o para areia:
-Agora é a minha vez, lindo!
Segurei aquela coisa deliciosa pela base, sentindo o seu tamanho na minha mão e passei a língua na cabeça, limpando o melzinho que já escorria
Ele tinha um sabor delicioso e não resisti… deixei-o deslizar dentro da minha boca, até me engasgar, mas mesmo assim deixando um bom pedaço de fora. Olhei nos olhos dele e fui chupando-o lentamente, apertando-o nos lábios e rodando a língua à volta da cabecinha dele. A cada chupada, sentia-o mais louco e mais duro na minha boca. Tirei a boca e dei pancadinhas com o seu pau no meu rosto, ouvindo os seus gemidos. De olhos fechados, curtia o momento. Mordisquei-lhe a cabecinha aveludada e voltei a chupá-lo, aumentando o ritmo, cada vez mais forte, mais intenso, para fazê-lo me dar tudo. Até que ouvi a sua voz rouca:
-Pára, pára, quero vir-me dentro de ti, querida.
Deitei-me de costas, para o receber, tão ansiosa quanto ele, o meu desejo já renascido, outra vez.
Ele encostou a cabecinha na minha entrada e foi deixando-a deslizar lentamente para dentro de mim, preenchendo-me, até ao fundo. Gemi alto e comecei a mover-me lentamente. As suas mãos levantaram-me as pernas, segurando-as e foi- me penetrando, mantendo um ritmo lento, no mesmo ritmo das ondas que quebravam junto de nós. Era um prazer doce, mas intenso ao mesmo tempo. O meu prazer foi aumentando, conforme aumentavam as investidas dele. Não sei como como, mas tinha-o todo dentro de mim, até ao fundo.

Ele virou-me de costas e empurrou o meu tronco para a areia, puxando as minhas nádegas para cima, penetrando-me assim. A delicadeza tinha desaparecido, dando lugar ao tesão puro. Ele segurou-me e apertou-me as nádegas com força, atiçando-me. Rebolei o meu corpo ao ritmo das suas investidas, pedindo mais:
-Aiii…mete mais, lindo... faz-me vir assim, faz!... isso… não pares, por favor!
-Queres assim, queres? Queres tudo? Vou-te dar tudo.
Os movimentos aceleraram mais… sentia as suas mãos nas minhas costas, no meu pescoço, pressionando-me contra a areia. Os nossos gemidos ecoavam na praia deserta, cada vez mais intensos. Senti um orgasmo aproximar-se, com uma intensidade que me fez gritar alto e apertar-me contra ele:
-Aiiiiiii… que loucura! Vou morrer de prazer! Não pares, lindo, continua!
O meu orgasmo não parava, assim como ele não me dava tréguas. Gozei como louca, até finalmente ficar sem forças e deixar-me cair na areia. Ele virou-me de frente outra vez, penetrando-me outra vez assim. Foi metendo cada vez mais rápido e eu via no seu rosto que estava próximo de gozar:
-Vem-te, lindo… força, dá-me com força. Vem-te todo para mim, vem…
-Desculpa se fui muito brusco contigo! Queria ter mais calma, mas deixaste-me louco e fora de mim.
-Não… foi perfeito. Um fim de dia perfeito.
Beijámo-nos com intensidade, enquanto as ondas rebentavam no nosso corpo e o sol se punha no horizonte. Vestimo-nos, já era de noite e voltamos para o hotel, meio molhados e abraçados. E claro, a noite foi perfeita, fizemos amor até cairmos cansados, perto do amanhecer.
sábado, 24 de setembro de 2011
CONCURSO DE SQUIRTING
Bem, amigos. Brevemente quero ver se faço uma matéria sobre um assunto que causa tantas dúvidas e que tanta gente nem sabe o que é. Estou falando de squirting.
Não sabe o que é??
fica aqui um pequeno vídeo, para começar.
Esta actriz ganhou o concurso do jacto de squirting mais forte.
Confiram.
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