Parabéns

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

UMA EXPERIÊNCIA A TRÊS




AUTOR : PORTUGUESINHA

A Soraya é uma das minhas melhores amigas, uma espécie de irmã mais velha, a quem eu quero muito. Apesar da distância que nos separa, falamos todos os dias pelo mensager e brincamos muito uma com a outra. A Soraya tem 55 anos, é uma mulher muito atraente, sorridente e com uma bunda que chama a atenção dos homens, por onde passa. Há uns tempos, resolvi ir visitá-la de surpresa, sem ela me esperar. Tirei uma semana de férias e lá fui eu ao seu encontro. Ao fim de quase um dia de estrada, cheguei à porta dela e toquei à campainha. Foi lindo ver a alegria dela, por me ver na sua frente, pois já fazia dois anos que não estávamos juntas. Ficámos conversando pela noite fora, colocando a conversa em dia, tomando um pouco de vinho e brincando muito uma com a outra. No dia seguinte, levantámo-nos cedo e preparamos as coisas para ir passar o dia num clube que a Soraya frequenta, numa antiga fazenda, onde tem um relvado enorme cheio de mangueiras e com espreguiçadeiras espalhadas à volta de uma piscina enorme. Estávamos as duas deitadas nas espreguiçadeiras, tomando um banho de sol, quando ouço uma voz chamá-la para a cumprimentar. Quando olho para cima, vejo um homem com cerca de 3O anos, alto, forte, moreno, com um sorriso lindo. Por momentos, pensei que estava a sonhar, mas logo ouvi a voz da Soraya nos apresentando:
-Ana, este é o Breno, um amigo novo, que conheci aqui no clube, há pouco tempo! Breno… a minha amiga Ana, da qual já te falei várias vezes.
Ele estendeu o rosto na minha direção, dando-me dois beijinhos no rosto. O cheiro do seu perfume, invadiu-me os sentidos, fazendo-me arrepiar todinha. Os bicos dos meus seios responderam de imediato, furando o tecido do biquíni. Nossa!... fazia muito tempo que não via um homem tão atraente e com um sorriso tão lindo à minha frente. Fiquei um pouco arfante e acho que ele reparou na atração imediata. Sorriu para mim, quando se levantou, olhando diretamente para os meus seios fartos, como se os estivesse vendo através do tecido do biquíni. A Soraya convidou-o a sentar-se juntamente connosco. Ele aceitou de imediato e deitou-se entre nós as duas. Não sei o que me fazia mais calor, se o sol quente, se a proximidade daquele homem. Ao fim de um bocado, resolvi passar protetor solar, para me proteger do sol. Apesar de ele ter óculos escuros, sentia os seus olhos percorrendo-me o corpo todo. Sentia uma excitação enorme subir pelo meu corpo, como já há um tempo não me acontecia. 
Olhei de lado para ele e vi um volume bem saliente dentro da sunga listada de preto e branco que ele trazia vestida. Prendi a respiração, pois não estava à espera que o deixasse assim excitado!
Olhei para a minha amiga, com um sorriso cúmplice e vi ela morder os lábios, olhando disfarçadamente para o mesmo que eu. Para minha surpresa, o Breno ofereceu-se para me passar o protetor nas costas. Fiquei um pouco aflita, mas não tive como recusar a oferta. Prendi o cabelo e passei-lhe o frasco. Respirei fundo e senti as mãos dele nos meus ombros, massajando a pele… espalhando o protetor. Mordi os lábios, para segurar o gemido que subia pela minha garganta. Aguentei aquela tortura, sem me comprometer… enquanto as suas mãos percorriam cada pedaço de pele das minhas costas e ombros. Tinha a pele arrepiada, o que com certeza ele notava, era impossível não se aperceber disso. A Soraya sorria para mim, com um sorriso maroto no rosto. Depois de um bocado, não havia mais desculpas para continua… agradeci e recostei-me para trás, tentando que a minha respiração voltasse ao normal. Vi ele colocar também protetor nas costas da minha amiga e vi que tal como eu, ela também estava agitada. Era impossível um homem daqueles não mexer com as nossas fantasias. Só me apetecia levá-lo para um local mais isolado e atacá-lo. Os meus instintos estavam todos em alerta, mas disfarcei o mais que pude. Ficamos por ali toda a tarde e quando chegou o final do dia, despedimo-nos do Breno. A Soraya olhou para mim e virando-se para ele, convidou:
-Breno, porque não vens jantar lá em casa, comigo e com a Ana? Tens algum compromisso?
-Não, por acaso, não! Agradeço, se não for incomodar vocês, claro! Será um prazer ter a companhia de duas mulheres maravilhosas como vocês!
-É claro que não incomodas! Esperamos-te às oito horas, ok?
Seguimos para casa e fomos falando sobre aquele homem maravilhoso. A Soraya tinha sido apresentada a ele há pouco tempo, por uma amiga comum e só o tinha encontrado umas três vezes. Tal como eu, ela também se sentia muito atraída por ele, mas achávamos que era «areia demais para a nossa camionete», que ele nunca iria querer nada connosco. Tomámos um banho, fomos cuidar do jantar e de pôr a mesa. Ficámos rindo feito tontas, imaginando o que faríamos com ele, se a oportunidade surgisse. Fomos nos preparar para a noite… vestindo uns vestidos soltos e curtos, o meu em vermelho e o dela em preto. Arranjamos os cabelos… colocámos uma maquilhagem leve… um bom perfume e fomos esperá-lo para a sala, tomando um aperitivo. Penso que estávamos ambas ansiosas pela chegada dele. Finalmente a campainha tocou e a Soraya foi abrir a porta. Levantei-me, olhei para lá e vi-o… másculo… todo vestido de preto… com a camisola de Lycra, marcando o seu tronco largo… com as calças justas ao corpo…. o cabelo preto meio revolto e ainda húmido do banho e com aquele sorriso intenso, percorrendo todo o meu corpo e o da minha amiga. Bebi o resto da bebida de um gole, recuperando o ar, respirei fundo e fui cumprimentá-lo, com o meu melhor sorriso. Tinha um cheiro que mexia com a minha libido de uma maneira imediata. Ofereci-lhe uma bebida, enquanto a Soraya foi ver o jantar e fiquei fazendo sala para ele… sentindo as faíscas piscarem entre nós, tirando-me a respiração. Nossa, eu mais parecia uma adolescente, do que uma mulher madura… estava perdendo totalmente o controle do meu corpo… os meus desejos saindo todos para a superfície. Eu queria aquele homem!
O jantar passou-se, quase sem eu dar por isso… os meus sentidos concentrados na visão daquele homem lindo… no cheiro do seu perfume e no som rouco da sua voz. Comi pouco e fui bebericando o bom vinho que ele tinha trazido. No final do jantar já estávamos todos mais desinibidos! Fomos para a sala tomar um café e um whisky e enquanto eles conversavam, resolvi ir colocar um Cd dos «Il Divo» a tocar. A música suave foi invadindo o ambiente e ao fim de um bocado, entre brincadeiras, ouvi a voz dele:
-Vocês são o sonho de qualquer homem! Sou um felizardo de ter vocês duas só para mim, hoje! Muitos homens me invejariam e desejariam estar no meu lugar, com duas mulheres tão maravilhosas como vocês!
Olhámos uma para a outra, pensando o mesmo! Afinal ele também se sentia atraído, não éramos somente nós as duas. Resolvemos ver até onde aquilo ia dar… já estávamos alegres pela bebida e ficamos provocando-o. Ouvi a minha voz dizer:
-Olha, lá, Breno! Cuidado com o que dizes! Olha que não aguentavas com as duas!
Ele jogou a cabeça para trás e lançou um sorriso encantador:
-Queres apostar, Ana? Vem cá, querida, e verifica por ti mesma!
Senti um puxão na mão e quando dei por isso estava sentada no seu colo. Dei um gritinho, tentando fugir, mas as suas mãos prenderam-me com força, não me deixando sair.
-Psiuuuu….então? Não fujas, linda! Vou-te mostrar como aguento com as duas, sim! E vou começar por ti… preciso de provar o sabor da tua boca!

Vi o olhar dele queimando no meu corpo, enquanto a sua boca descia, apoderando-se a minha.
Senti os seus lábios deslizando sobre os meus, num beijo intenso, que exigia resposta! Agarrei-o pela nuca, puxando-o para mim e abri a boca, deixando entrada para a sua língua, que me invadiu de imediato… percorrendo cada recanto da minha boca… enroscando-se na minha língua… fazendo o meu corpo pegar fogo. Aquele homem tinha uma boca que sabia a pecado e deixava os meus desejos todos à flor da pele. Esqueci-me da minha amiga e retribui aquele beijo com todas as minhas forças… enredando as mãos no seu cabelo… agarrando a sua língua com os meus lábios, sugando-a e deixando-o tão ofegante como eu. Senti as suas mãos fazendo a alça do meu vestido deslizar para baixo e sua boca colar-se ao meu pescoço. Lancei a cabeça para trás e gemi alto… segurando-o pelos cabelos, pedindo mais beijos. Ele fez-me a vontade, devorando cada pedaço de pele exposta… a boca em todo o lado…pescoço, ombros, orelhas. Fiquei alucinada! Sentia a minha ratinha ensopada de prazer e só queria sentir aquele homem dentro de mim. As suas mãos arrancaram-me o vestido… deixando-me apenas com um conjuntinho de lingerie em vermelho e branco, provocante demais. Ouvi-o prender a respiração:
-Meu Deus, és linda!...Querida, vou provar estes seios deliciosos, que me encheram a cabeça de fantasias durante toda a tarde! Agora vão ser meus!
Olhei para o lado e vi a Soraya um pouco atrapalhada, sem saber se saía ou se retirava dali, mas estava hipnotizada, olhando para nós os dois! A boca do Breno começou a mordiscar os meus mamilos por cima da renda do soutien, fazendo-os quase furar o tecido. Entrelaçou as minhas pernas à volta da cintura dele… segurando-me com força e levou-me para o quarto, deitando-me em cima da cama. Saiu para fora do quarto, deixando-me sozinha e voltou pouco depois, agarrando a Soraya:
-Vem querida, quero vocês as duas comigo!... Vou dar-vos muito prazer!
Ali deitada, vi ele começando a beijar a minha amiga, tal como tinha feito comigo, com intensidade demais. Levei as mãos aos meus seios duros e fiquei acariciando-os por cima do soutien, enquanto via ele despindo-a, deixando-a só de lingerie, tal como eu. Sem aguentar mais, levantei-me e coloquei-me por trás dele, puxando a camisola para cima, para o despir. Joguei-a fora e colei a minha boca nas suas costas… beijando cada pedaço daquela pele morena.
Desci o meu corpo e desapertei o cinto das suas calças, tirando-o. Passei a mão pelo volume que apertava o tecido, esticando-o… e desci a boca, arranhando de leve com os dentes. A mão dele enroscou-se no meu cabelo, enquanto eu via ele descer a boca para os seios da minha amiga, já fora do soutien. Desapertei-lhe as calças, tirando-as, com a ajuda dele. Acariciei o seu cacete durinho por cima da cueca azul de licra, sentindo-o pulsar na minha mão. Sem aviso, ele arrancou a cueca, deixando aquele pedaço de pecado junto do meu rosto. Não era muito comprido, mas era grossinho e tinha uma cabeça com um aspecto delicioso, que me fazia água na boca só de olhar. Não resisti a beijá-lo e provar o seu sabor. Deslizei a língua na cabecinha, limpando uma gota de seu mel e espalhei vários beijos húmidos naquela pele quente e suave como veludo. Ouvi o seu gemido rouco e abocanhei o seu pau com os meus lábios, sugando-o como vontade!... tinha um sabor delicioso! Saboreei aquela delícia… lambendo… mordiscando… chupando, ora de leve, ora com mais pressão. Tinha os olhos fechados e nem dei por isso da Soraya se baixar do meu lado:
-Amiga, não vais dividir comigo?...Não sejas gulosa! Eu também quero!
Dei um sorriso para ela e larguei aquele cacete delicioso, empurrando-o para a boca dela. Descaí o meu corpo e fui mordiscando a pele das coxas fortes daquele homem… saboreando-o… subindo até às suas bolinhas… encaixei a cabeça por baixo e fui chupando-as… uma de cada vez, enquanto a Soraya chupava aquele cacete, esfomeada. Breno agarrava-nos pelos cabelos, gemendo cada vez mais forte:
-Aiiiiiiiiiiiii…que delícia!... que mulheres deliciosas!... Que loucura boa!... isso, lindas… continuem… desse jeito eu não aguento!... aiiiiii…. assim me fazem gozar!
Empurrei a cabeça da minha amiga e puxei-os para cima da cama, deitando o Breno e caindo de boca, apoderando-me de novo do seu pau. Vi o Breno puxar a Soraya, fazendo-a despir o resto da roupa e sentá-la no seu rosto, começando a chupá-la. Agarrei no seu cacete e enfiei-o na boca… agasalhando-o lá dentro.
Comecei uma mamada mais forte, aplicando mais pressão na boca… sentindo-o pulsar lá dentro. A Soraya gemia feito louca, alucinada com a boca dele, que se movimentava sem parar na sua ratinha. Acelerei a chupada, decidida a fazê-lo gozar na minha boca. Espremi-o com força… várias vezes seguidas, até ser recompensada do meu esforço. Com um golpe de ancas… ele alojou-se no fundo da minha garganta, atirando os jactos de esperma quente dentro de mim. Ouvia os seus gemidos contra a minha amiga, que já soluçava, anunciando um orgasmo intenso! Aquele homem devia ser o máximo a chupar. Sentia a minha ratinha palpitar, ao ver o rosto contorcido da minha amiga, que gozava feito louca, soluçando e com as lágrimas escorrendo pelo seu rosto. 
Finalmente, o seu corpo acalmou e caiu sobre a cama, ao mesmo tempo que eu acabava de lamber todo o leitinho que escoria daquele cacete delicioso. 
Deitei-me na cama, insatisfeita ainda, ouvindo as respirações aceleradas dos dois. Fechei os olhos e levei um dedo até à minha grutinha ensopada…. Não aguentava mais de vontade de gozar, depois daquilo tudo. Quando tentava colocar a mão por dentro das cuequinhas, senti uma mão empurrando a minha e ouvi a voz do Breno:
-Nem penses, minha querida!.. imagina te deixava gozar sozinha!...vou cuidar tão bem de ti, como cuidaste de mim… vou-te fazer gozar gostoso na minha boca, minha linda! Vou-te fazer gritar!
A sua boca desceu até à minha virilha… e deu-me umas leves lambidas, fazendo-me ansiar por uma carícia mais íntima. Levei a mão até ao seu cabelo e puxei-o para mim…. Desesperada para sentir sua boca. Ele deu uma risada e fez-me a vontade, caindo de boca na minha ratinha, chupando-a com sofreguidão… fazendo-me contorcer na cama. A sua língua penetrou-me e ficou brincando lá dentro… arrancando-me gemidos cada vez mais fortes. Um formigueiro crescia cada vez mais dentro de mim…ele segurou o meu clítoris nos lábios, rodando a língua a toda a volta… não aguentei mais e explodi na sua boca, arfando e gemendo alto. A sua boca segurou os meus espasmos e todo o melzinho que escorria de dentro de mim. Fiquei um pouco parada, esperando a minha respiração voltar ao normal… sentindo o ritmo cardíaco abrandar. Olhei para o lado e vi a Soraya voltar ao ataque… segurando aquele pau durinho e novamente pronto para a ação. Encostei-me na beira da cama e fiquei observando-os. A boca dela desceu sobre ele e começou a lambê-lo, como se estivesse se deliciando com um sorvete. Levou-o para dentro da boca e engoliu-o, começando a chupá-lo num ritmo calmo… torturante. Levei a minha boca até à do Breno e beijei-o, primeiro lentamente… depois com mais paixão, envolvendo nossas línguas numa dança louca. A excitação começou novamente a percorrer o meu corpo, deixando-me pronta para ele outra vez! Ouvi ele dar um gemido e olhei para baixo.
A safada da Soraya, apanhou-nos distraídos e estava sentada em cima dele…. Engolindo aquela pica deliciosa dentro dela. Começou a rebolar em cima dele… gemendo muito. Senti ele puxar-me para cima do seu rosto e enterrar o rosto na minha ratinha. A sua língua deslizou desde a minha rachinha até ao meu cuzinho…lambendo-o… fazendo-o piscar…. Depois deslizando novamente até ao meu botãozinho de prazer. Juntei os meus gemidos aos da minha amiga… que pulava , já feito louca , naquele cacete, procurando o seu prazer. Senti uma vontade louca de empurrá-la e ocupar o seu lugar, mas me contive. A língua dele continuava me torturando… mas não aumentando o ritmo… só me deixando bem molhada para ele. A Soraya já gritava, descontrolada demais, gozando com aquele cacete todo enterrado dentro dela. O seu corpo tremia muito e estava muito vermelha Ao fim de um bocado, senti o Breno empurrando-me para o lado, colocando-me de joelhos. A minha amiga deitou-se na cama, recuperando forças e o Breno avançou para mim, com um olhar esfomeado, encostando aquela delícia na minha entradinha, esfregando-o ali. Eu estava louca por senti-lo dentro de mim:







-Querido, não me tortures mais…. Enfia em mim, enfia… põe tudo lá dentro! …Por 
favor!
A sua cabeça começou a furar…palmo a palmo… e entrou dentro de mim, preenchendo-me. Empurrei as ancas para trás, até encostar na cintura dele e saboreei a delícia que era tê-lo dentro de mim. Não me aguentei muito tempo e comecei a rebolar contra ele… lentamente, sentindo-o massajar-me por dentro…. sentindo o prazer aumentar dentro de mim. Era bom demais senti-lo assim. Aumentei o rebolado e ele segurou-me pelas nádegas, começando a bombar com força dentro de mim. Levei a mão até ao meu clítoris e acariciei-o, aumentando meu prazer… sentindo um orgasmo intenso se aproximar. Ele estava louco também, quase gozando:
-Aiiiiiiiii… que delícia!.... goza comigo, querida, goza! …não aguento mais segurar!... que coninha deliciosa!... Vou -me acabar dentro dela!
Apertei-o com força dentro de mim e gritei alto… gozando loucamente. Ao mesmo tempo, senti seus jactos de esperma me invadindo e o seu gemido rouco de macho gozando. Deixei cair o corpo, desfalecida de prazer e ele acompanhou-me, arfando. Ficamos assim um pouco e pouco depois senti a Soraya juntando o seu corpo ao nosso. Foi uma loucura, que nunca tinha experimentado, mas que adorei. Adormecemos colados e fizemos amor novamente durante a madrugada, disfrutando muito! Guardo boas lembranças dessa noite fantástica.

BRINCADEIRA DE MENINAS

Vejam como elas se divertem com o brinquedinho novo. Delicia!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

DELICIEM-SE

São vários os nomes que existem pra 'ela'. Mas no fim das contas, essa é a parte mais desejada, mais delicada e mais gostosa de uma mulher. Então resolvemos postar uma homenagem pra essa parte tão linda do corpo feminino. Em breve, mais imagens pra você se deliciar! Só um aviso:

FAVOR, NÃO LAMBER O MONITOR!















































quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O MORENO DO BANCO


AUTOR:  PRISCILLA NOVINHA

Pra quem já me conhece, sabe que sou gerente de uma locadora de vídeos e que nos finais de semana, faço alguns trabalhos como atriz pornô para uma produtora alemã.
Como em todo negocio, a finalidade é o crescimento e novos investimentos, e conosco não podia ser diferente, crescemos e abrimos novas filiais, e foi exatamente na filial da zona sul, que ocorreu esse fato que vou contar.
Sexta feira, o relógio marcava exatamente quinze horas e vinte e cinco minutos, banco lotado, gerente nervoso, eu mais ainda, pois deixei minha mesa no escritório, lotada de compromissos.
Eu ali a disposição de todo aquele burburinho, preocupada com um monte de coisas por fazer. Olho pra um lado, e só vejo gente reclamando, nossa que horror. Distancio meu olhar e vejo um moreno alto com aproximadamente um metro e oitenta de altura, cabelos negros, olhos verdes, corpo atlético, olhar profundo e com óculos escuros. Que homem, me deixou excitada só na troca de olhar, sorriso encantador, lábios carnudos, braços e pernas torneadas, parecia um sonho, esqueci até da loucura naquele lugar. Me aproximei da caixa e não pude evitar. Perguntei-lhe se conhecia aquele pedaço de mau caminho! Thatiane sorriu e me falou se tratar de Alexandre, funcionário de uma concessionária de carros. Saí dali perturbada com aquele macho, lindo, passei o resto da tarde com o pensamento voltado pro Alexandre.
O final de semana chegou, eu e meu irmão fomos a uma festa na casa de uma amiga em cabo frio, local maravilhoso, onde aproveitamos de todo conforto a nós oferecido. Foi simplesmente um final de semana divino, recarreguei as baterias, e voltamos no domingo a tarde.
Segunda feira, começa tudo de novo, trabalho, trabalho e mais trabalho, graças a Deus. Na quarta de manhã, precisei voltar ao banco e torci pra encontrar com meu moreno, mas nem sinal dele. Me dirigi até o caixa da Thati, só pra saber novidades do Alexandre, consegui o nome e telefone da concessionária. Agora já possuía elementos necessários a minha procura em encontrá-lo.
Na mesma tarde fui a tal concessionária. Chegando lá fui atendida por um vendedor, muito gentil e educado que me perguntou no que poderia me ajudar. Expliquei estar esperando por uma pessoa, como não quisesse nada e comecei a ver os carros ali colocados pra venda. Meu pensamento era só de achá-lo. Disfarcei, passeei por toda loja, olhos aguçados em cada salinha, queria encontrá-lo de qualquer maneira. Já estava desistindo, quando o vejo entrar pelo salão. Não pude conter e abri um sorriso largo de felicidade.
- Boa tarde, a senhora já foi atendida?
- Sim mais estou indecisa, você pode me ajudar?
- Claro, qual é sua duvida?
- Na verdade, não é bem uma duvida, e sim uma curiosidade. Gostaria de saber se esses olhos são seus, ou comprados.
Quebrei o clima e ele riu da minha curiosidade, começamos um papo interessante, o carinha além de bonito tinha uma lábia danada eu já me encontrava entregue ao seu charme. Trocamos cartão e prometi voltar em outra hora, mas antes ligaria marcando o horário da minha visita.
O primeiro passo já tinha sido dado, agora era aguardar a hora do bote. Me preparei com uma roupa que me deixasse bem sexual e gostosa, me perfumei toda e fui à luta. Chegando ao local, vi o Alexandre e fui escolher um modelo de carro que me interessasse, depois perguntei se seria possível fazer um teste drive com o carro pretendido, ele me pediu que aguardasse, que logo voltaria com a resposta.
Esperei uns cinco minutinhos, e ele me informou que o carro ficaria pronto entre dez a quinze minutos, pra podermos sair para o teste. Ele aproveitou e me convidou a saborear um cafezinho, o que aceitei de imediato.
- Sabe, dona Lurdes, a senhora esta fazendo uma ótima escolha, esse modelo é uma coisa rara.
- Ora, Alexandre vamos deixar de cerimônias, você me chama de Lu e eu te chamo de Alex, não fica melhor assim?
Ele concordou, e caminhamos até a sala de espera, me sentei numa poltrona confortável, onde meu vestido subiu, deixando minhas coxas expostas, Alex foi até o balcão e pegou dois cafezinhos, ao virar de frente comigo, percebi seus olhar fixado na minha coxa, aproveitei pra dar uma cruzada de pernas ao estilo "Instinto Selvagem". Na mesma hora, percebi um volume ganhar corpo dentro da sua calça. Dei um sorriso maroto e afastei minhas costas do sofá, jogando meu corpo pra frente, proporcionando uma bela visão dos meus seios, já que não uso sutiã e por estar com um decote generoso.
Agora eu tinha certeza, pude ver a pulsação que aquele volume deu. Que delicia. Peguei o café das mãos dele, e virei-me na sua posição, já que havia se sentado ao lado oposto ao meu, coitado, não sabia onde olhar - se nas minhas coxas ou seios - Falei alguma coisa boba pra deixá-lo mais a vontade. Ele continuou me falando sobre o carro, quando de repente veio outro funcionário nos avisar que o carro já estava pronto.
De novo encurvei o corpo, para por a xícara na mesinha e deixar mais uma vez, os meus seios amostra. Ele me encaminhou em direção a porta de saída da oficina, abriu a porta do motorista e pediu-me que eu mesma dirigisse. Mais uma vez fiz um showzinho pra ele, só que desta vez, ao entrar no veiculo, coloquei, primeiro a perna direita e demorei entrar com a esquerda proporcionando ao Alex, toda visão da minha calcinha, transparente.
Ao invés dele passar na frente do carro pra entrar pelo carona, ele fez ao contrario, foi por trás do carro, só então entendi, vi pelo retrovisor ele ajeitando o volume dentro da calça.
Saímos pra dar uma volta pelo quarteirão, para que eu pudesse sentir o carro em minhas mãos. Ele me mandou entra na rua à direita e seguir até o final, fiz o que me pediu, percebi ser uma rua bem arborizada, de pouco movimento e sem saída, quando chegamos ao final, ele me ordenou parar o carro, parei e desliguei.
Sem me perguntar nada, ele se aproximou de mim, pegou no meu pescoço e me puxou ao encontro dele, só senti aqueles lábios encostarem-se aos meus, uma língua quente, macia e úmida invadindo minha boca. Não tinha mais o que fazer, a não ser receber aquele invasor e começar a chupá-la com vontade. Enquanto me beijava, ele alisava todo meu corpo. Já o sentia procurando a minha xoxotinha! Perdi a compostura, me larguei geral, me entreguei aos braços daquele homem.

Enquanto me beijava e procurava a minha xoxotinha, eu já estava alisando o pau dele por cima da calça, não resisti e tirei-o pra fora. Que coisa linda! Não era muito grande, parecia ter uns dezessete centímetros, mas bem grossinho e com umas veias bem salientes. Não me contive e iniciei uma punhetinha maravilhosa. Dei-lhe um beijinho na cabecinha e lambi toda extensão da sua piroca. Comecei brincando pela glande, colocava a cabecinha dentro da boca e chupava. Aos poucos fui colocando tudo pra dentro, não deixei nada de fora, só ouvia meu moreno gemendo e pedindo para não parar.
Depois de tanto mamar, e fazer gostoso ele não agüentou e jorrou todo esperma em minha boca, que delicia de porra, bebi tudo sem perder uma gotinha, agora chegava à vez dele me agradar, quando começou a tirar meus seios pra fora, percebemos que uma viatura da policia vinha se aproximando, nos arrumamos apressadamente e começamos a conversar, nisso o policial se aproximou e pediu-nos que abríssemos a porta, nos identificamos, o Alex informou que se tratava de um teste, e que estávamos apenas trocando informações, mas mesmo assim o policial nos pediu que saíssemos dalí, por se tratar de uma rua sem saída e meio perigosa.
Acabou com nosso clima, mas não podia ficar assim eu queria muito mais, então marcamos pra mais tarde nos encontrarmos e irmos a um motel.
Saí dali puta da vida e cheia de tezão, ele me deixou no escritório e foi até a concessionária entregar o carro.
Por volta dás dezesseis horas ele me telefona, avisando que já estava na entrada do shopping me aguardando. Arrumo minha mesa, aviso que não retorno mais e saio em disparada, parecendo uma louca.
Entro no carro dele já me pendurando em seu ombro, arrancando um beijo delicioso, e apalpando seu pau.
- Nossa minha linda que fome, calma, temos o resto da tarde e inicio da noite.
Fiquei sem graça, mas não perdi o rebolado, eu sabia o que queria, e naquele momento eu queria senti-lo todo dentro de mim. Não imaginava como ele era tão carinhoso, na verdade um gentleman, abriu a porta e me colocou em seu colo! Que lindo.
- Uma deusa tem que ser tratada com uma verdadeira rainha, minha linda.
Dei-lhe um beijo ardente e molhado, desci do seu colo e me ajoelhei aos seus pés, minha boca estava na altura de sua cintura, podia sentir o calor de sua virilidade, comecei a tirar seu cinto, desabotoei sua calça e a deixei cair no chão, retirei seus sapatos e sumi com aquela peça de roupa. Voltei até a cueca branca que usava deixando toda silueta da piroca endurecida, dei uma mordidinha gostosa sobre o tecido.

De repente Alex me puxou pelos cabelos, me fazendo levantar. Fiquei admirada pela violência inusitada, mas ao mesmo tempo senti um tesão naquela pegada. Ele me beijou com força, enfiou a língua dentro da minha boca, percorrendo todo interior e chupando minha língua. Com as mãos ágeis, acariciava meus seios e apertava os bicos me deixando toda arrepiada. Soltou meu vestido e foi retirando sem pressa nenhuma. Ele queria apreciar cada pedacinho descoberto, mamava com delicia e prazer meus peitinhos - ora um, ora outro - passava a língua em volta das minhas aureolas e mordia os biquinhos que já estavam doendo de tanto tezão.
Eu rebolava para ajudá-lo retirar meu vestido que caía sobre meus pés, me pegou pela cintura e me suspendeu até a cama, me deixando ali em pé, abraçou-se a mim pela cintura, beijando minha xaninha sobre o tecido da calcinha, enquanto alisava minha bunda, me dando apertões nas polpas, com a boca começou a tirar minha calcinha e lamber o liquido do meu néctar, que teimava em escorrer perna abaixo. A cada lambida, mais eu me contorcia e gemia em suas mãos. Ele sabia satisfazer uma mulher.

Aos poucos foi descendo minha calcinha, e quando deixou minha xaninha descoberta, não resistiu e deu uma grande lambida de baixo pra cima, me provocando um espasmo, uma tontura me desequilibrando e por pouco não caí da cama, ele me segurou, colocou um dedo em cada lado da calcinha e a retirou por completa, me deixando nuazinha em sua frente.

Me fez descer da cama escorregando junto ao seu corpo, senti todo seu desejo estampado no formato de sua pica que ainda estava de cueca. Voltou a me beijar, me deitou na cama, brincou com meus peitinhos, massageou minha barriga com a língua e continuou descendo até minhas virilhas, onde se deteve em dar varias chupadinhas. Com o polegar massageava meu clitóris me levando a loucura, enquanto sua língua já penetrava na minha bocetinha, senti quando enfiou dois dedos nelas e com movimentos circulares me fazia gozar. Agora ele chupava os próprios dedos e mordia meu grelinho... Eu já não agüentava mais aquele suplicio, precisava senti-lo dentro de mim.
Alex se afastou, abri mais minhas pernas, ele posicionou a ponta do caralho na portinha da minha xaninha, colocou só a cabeça e começou com aquela tortura, enfiava um pouquinho e tirava. Eu estava inquieta queria a penetração total. Mas ele não, só queria brincar e me castigar. Eu implorava, pedia que enfiasse tudo! Ele ria e me dizia.
- Tá com fominha de pica, tá?
- Por favor, não faça isso, me invada já, meu amorzinho.
Ele ria, achava graça do meu desespero, filho da puta, eu iria me vingar daquela sacanagem! O que ele estava pensando?
Mordi com a buceta a cabeça do pau dele, ele gemeu e sem perceber relaxou, aproveitei e empurrei todo meu corpo contra o dele, fazendo cada centímetro de pica entrar na minha bucetinha. Ardeu, mais foi uma delicia! Agora era só nos deliciarmos um ao outro. Ele começou a socar gostoso dentro de mim, eu rebolava e pedia cada vez mais. Ele se tornou violento, parecia querer me varar do outro lado, já sentia as estocadas no fundo do útero! Cruzei minhas pernas pela cintura dele e rebolava, com aquela tora cravada dentro de mim. Alex gemia e se contorcia, senti sua veia engrossar, sabia que iria ser presenteada com sua porra, dei um novo aperto de buceta e senti o primeiro jato de porra grossa, quente, invadindo minha xaninha. Ele relaxou e me deu todo liquido precioso saído daquela pica.
Após ter gozado, peguei-lhe pelos cabelos, enfiei a cara dele entre minhas pernas e o fiz limpar toda minha bucetinha lambuzada com nossos líquidos misturados.
Continuamos deitados, voltei a brincar com pau dele, que estava à meia bomba, tentando descansar. Não resisti e lhe perguntei:
- Como é que é, já cansou, não vai dar conta do recado não, ta pensando o que?
Coitado do Alex, por essa ele não esperava. Passei a tocar uma punhetinha nele para ajudá-lo, me coloquei na posição para iniciarmos um sessenta e nove. Coloquei a cabeça na boca e fui engolindo todo o corpo daquela piroca até atingir a base e morder sua pica com os lábios e vindo apertando até o inicio e retornando com mais rapidez. Pronto agora estava novamente em posição de combate.
Alex chupava minha bucetinha como ninguém, me levava ao delírio, lambia desde o grelinho, passando pela xaninha e só parando na entrada do meu cuzinho, onde ele se deliciava com a tentativa de penetrar a língua naquele orifício anal.
Lubrificou bem o buraquinho, colocou o primeiro dedo, enquanto eu o chupava deliciosamente, colocou outro dedo me fazendo gemer e rebolar, ele me pedia pra comer meu rabinho, eu dizia que só depois de conseguir me fazer gozar em sua boca. Nossa parecia ter ligado uma tomada elétrica na língua, me dando choque me fazendo ter orgasmos múltiplos. Meu melzinho transbordava da minha xaninha, direto pra boquinha dele.
Colocou-me de quatro, coma a cara enfiada no travesseiro, em posição de submissão, batia na minha bunda e me chamava de vagabunda, vadia e putinha. Isso me deixava doida de tesão! Ele deu nova lambida no meu cuzinho, deixando-o lubrificado, colocou a ponta do cacete na entrada do cuzinho e falou:
- Vamos ver, quem esta cansado agora sua puta? Vou te rasgar toda, não vai esquecer nunca mais de mim!
Não terminou nem de falar, empurrou tudo de uma vez só, senti aquele pau me rasgando, rompendo meu anelzinho sem dó, e começou a entrar e sair de dentro de mim, como se fosse assim tão fácil. Fiquei com raiva, com ódio pela dor que me causou, mas aos poucos foi passando, e o que era dor, ódio e raiva, foi se transformando em prazer. Comecei a gostar e rebolar no pau dele. Que delicia de pica! Tirava quase todo e voltava a enfiar tudo com força, e por vezes tirava todo o pau de dentro de mim, só pra ver o tamanho do estrago que fazia no meu cuzinho. Ficou uns oito minutos nesse joguinho maravilhoso, e quando avisou que iria gozar, tranquei o cu e comecei a morder até senti os jatos de porra no meu canal anal queimando com tanto leitinho.
Esperamos a piroca amolecer, e por si só, sair dali. Ele me pegou e fez questão de me mostrar no espelho minha bunda e dizer.
- Veja o estrago que o cansado, lhe fez.
Sem querer, descobri sua fraqueza. Após tomarmos um banho juntos, voltamos pra cama, onde ele começou a puxar conversa e ficar quietinho, no seu canto.
- Nada disso, pode tratar de se animar, que quero muito mais de você.
- Meu amorzinho, deixa eu dar uma descansadinha, ok?
Respondi a ele que não estava ali pra dormir, e que tratasse de se animar.
Comecei beijando em sua boca, fui descendo com a língua pelo corpo, mordisquei seus mamilos enquanto fazia massagem no seu saco e piroca, desci mais um pouco e me deliciei com a cabecinha dentro da boca, passei um bom tempo só ali na cabecinha mamando na glande, após ficar durinho, me posicionei, e coloquei a cabeça na abertura da minha xaninha, deixei meu corpo descer fazendo aquele cacete desaparecer dentro de mim.
Ás vezes parava e dava mordida com a bucetinha naquele pedaço de carne. Iniciei um sobe e desce maravilhoso, subia e largava todo peso em cima. Entrava tudo e voltava a fazer de novo, só que agora com mais intensidade, levando o Alex a loucura! Já cavalgava com vontade. Eu estava incontrolável, queria muito aquele cacete socando na minha buceta. Depois de dez minutos só ali cavalgando, avisei que iria gozar. Dei uma ultima descida e tranquei minha buceta no seu pau. Muito bom, delicioso! Gozamos juntinhos aos berros de prazer.
Estava saciada da minha fominha de pica. Voltamos a tomar banho e nos preparar pra sairmos, bebemos uma cervejinha enquanto esperávamos a conta, nisso senti vontade de dar mais uma mamadinha naquela piroca linda e deliciosa.
A conta chegou, ele pagou e saímos do motel. No meio do caminho avisei que se preparasse, pois no sábado iríamos repetir tudo e eu não queria moleza não! Passaríamos o dia todo num motel.
Coitado, concordou e me deixou no shopping onde eu iria pegar meu carro. E como não podia deixar, me despedi do pauzão com beijinhos e mamadinhas gostosas.