Parabéns

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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

POEMA



Deixe que as minhas palavras

Cheguem até você

como um gostoso beijo

Que as letras que eu escrevo

Que mesmo sem rima

Seja uma declaração de prazer e desejo

Mesmo que eu não escreva

Você lê os silêncios das minhas palavras

Deixe que minhas palavras

percorram teu corpo o teu ser...

Que em cada arrepio sentido

será um beijo meu

Minhas palavras e o meu desejo

penetram o teu corpo

como um beijo de paixão

Minhas mãos escrevem

palavras para você

Mas, que no beijo calam as palavras
 

Beijos de letras

de um poema sem poeta

de uma poetisa sem palavras

Deixe que eu escreva palavras como um beijo

Assim, poderei te beijar em versos...

Elaine Coletti

Lindsay Lohan aparece nua no novo filme "The Canyons"





O filme “The Canyons”, da Lindsay Lohan com o ator pornô James Deen.



São vários momentos de nudez

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

POEMA



Queria contratar essa alegria

pra me deixar feliz

pelo menos por um dia

beba me sem moderação
 


beba-me sem piedade

beba-me com coração

beba-me sem vaidade

beba me sem moderação

beija -me na loucura do tesão

beba-me sem juízo

pra se perder na emoção

beba-me com carinho

beba-me como vinho

beba-me com amor

beba-me sem pudor

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

domingo, 16 de novembro de 2014

RELATO REAL - A ANGOLANA...


O AUTOR PREFERE FICAR ANÓNIMO...


Olá …
O que vou relatar aqui é 100% real, aconteceu comigo no dia 14 de Outubro.
Vou para jantar numa cidade angolana e quando entro no restaurante, deparo-me que só tenho uma mesa livre, para 2 pessoas. Mas estava encostada a outra mesa, que por sinal estava ocupada por uma senhora que tinha ido ao wc. Sentei-me na mesa e de seguida aparece uma jovem angolana. Depressa pedi desculpa por me ter sentado ali, mas pensava que as mesas estavam já livres. A jovem de imediato disse que eu poderia estar a vontade,  porque só estava a beber uma cuca (cerveja angolana). Eu então agradeci. Demos mais umas palavras e depressa o quebra-gelo passou!
Treta para a frente, treta para trás e pergunta-me se estou sozinho! Depressa respondi que sim, mas ela não acreditou, pois os pulas (é como somos considerados em angola), têm mulheres, amigas ou amantes por lá. Mais uma vez, disse que não tinha ninguém, pois era novo por lá! Aproveitei e também lhe faço a mesma pergunta, quando me diz que está separada à 8 anos e que neste momento está sem ninguém, e que vive sozinha com uma filha. A hora vai correndo e a determinada altura, diz que vai-se embora porque tem de apanhar o táxi e começa a ficar tarde. Como de facto já era tarde, eu ofereci-me para a levar, ao qual agradeceu. Mais conversa para a frente e para trás e deu-me para observar o rego das mamas, que penso que ela se apercebeu porque fez um reajuste na roupa. E de facto pensei como seriam aquelas maminhas, mas depressa tirei isso da cabeça porque como tinha feito uma grande viagem, estava com mais vontade de descansar.
Saímos do restaurante e fomos para o carro! Já dentro do carro, ela pergunta-me onde moro e digo-lhe que vou dormir num hotel. Para meu espanto, pergunta se não pode dormir no hotel comigo, mas frisa logo que é sem qualquer intenção, pois como a casa ainda fica distante, assim não perdia mais tempo. Disse-lhe que sim e volta a referir que é sem qualquer intenção.
Chegamos ao quarto do hotel e disse-lhe que se quisesse poderia tomar banho, ela agradeceu e disse que iria aproveitar. Pensando eu que ela iria despir-se no quarto e assim poderia ter uma noção se valeria a pena avançar ou não, mas foi para o wc e despiu-se lá.
Fiquei no quarto a pensar como havia de agir, até que lembrei de levar-lhe a toalha. Abri a porta e entreguei a toalha, mas ela ainda estava sentada na sanita e de sutiã. Mais uma vez, não consegui ter uma noção do corpo dela, fico a magicar até que digo que vou tomar banho com ela e vejo a sua reacção. Despi-me no quarto e como estava um pouco tenso, nem o pau se levantava. Entro no wc e pergunto se posso tomar banho com ela e disse:

 - Assim aproveitas e lavas-me as costas. 

Ela não recusou e disse que estava bem. Mal abro a porta do chuveiro, os nossos olhos foram directos ao sexo aposto. Reparo que ela tem a cona raspadinha, como eu gosto. Nesse momento, eu pergunto se ela nunca tinha visto um “pula” (alcunha com que tratam os brancos) nu. Ela diz:

- Não, mas sou adulta e sei bem o que os homens têm!
Ficamos uns segundo a olhar um para o outro, eu sempre de pau flácido, quando peço então para me lavar as costas e viro as costas para ela. Começo a sentir as mãos dela a passar água pelas costas e começar a esfregar toda a área, até que às duas por três, lava-me as nádegas e o meu cuzinho, chegando a tocar com os dedos nos meus tomates. O momento foi para mim tão excitante que comecei a ficar de pau feito. De seguida viro-me e ao mesmo tempo digo-lhe:

-Olha como me puseste!

Ela responde:

 -Eu? Eu não fiz nada! - E começa-se a rir-se. 


De seguida, ela começa a passar-se por água novamente e pede-me o sabonete. Mal lhe passo o sabonete, ela começa a esfregar bem a coninha, o que me chamou atenção pela forma como lavava, pois esfregava bem, sempre com a água a escorrer. De seguida fez a mesma coisa nas chuchas (mamas) como elas chamam. Quando saiu do chuveiro, devia estar excitada, pois os bicos estavam tão rijos e salientes, que eu nunca tinha visto assim uns. Só me apetecia dar-lhes uma mamada.

Acabei de tomar banho e saí, limpando-me no quarto. O pau continuava cada vez mais rijo. Deito-me na cama onde ela já estava deitada em forma de conchinha. Pergunto-lhe se ela quer o meu aconchego, ao qual diz que sim. Aconchego-me a ela e o ambiente começa aquecer, por um lado... por outro não! Assim que me encosto, ela começa a sentir o meu pau rijo no cuzinho dela, e diz-me:

-Jorge, você está muito assanhado!

 Respondi que sim e começo acariciar os mamilos das chuchas, começando a sentir os bicos rijos, mas ela pede-me para parar. Perguntei porquê e se não queria relaxar, ao que me responde que queria dormir e que de manhã podia agradecer-me dessa forma. Vou continuando a tentar convencê-la, quando me diz que a mulher angolana prefere “transar” de manhã... pelos visto esta teoria é verdade. Não me contento com a resposta, fui insistindo, mas sem sucesso, até que começo a descer a mão e vou acariciar-lhe a coninha. Começo por acariciar por cima do fio dental e logo me apercebo que o fio dental tem uma abertura na frente. Depressa meto um dedo por essa abertura e estou logo por cima do clitóris. Começo acariciar o clitóris e vou descendo o meu dedo pelo meio dos lábios da coninha, até que ela abre ligeiramente as pernas e dá o sinal que está a gostar. Começo a ouvir dela:

-Isso não vale, isso não vale!

Pergunto-lhe se está a gostar, ao qual diz que sim, e começo a sentir gemidos levezinhos de prazer. Aí pergunto:

-Afinal, queres transar agora?

 - Sim, agora quero!

 Continuo acaricia-lhe a coninha, ela agarra-se ao meu pau e eu começo a beijar o corpo dela, começo mas chuchas com umas mamadas bem fortes, que não levou muito tempo para ver aqueles bicos negros ficarem bem rijos. Continuo a descer, vou retirando a tanga e dou de caras com uma coninha bem pequeninha e apertadinha, mas com o clitóris já bem arrebitado. Fico com uma vontade louca de comê-la. Não perco tempo e começo acariciar-lhe o clitóris com a minha língua, levando-a à loucura. Só ouvia os gemidas e gritos de prazer que libertava, sem ter preconceito de sermos ouvidos pelos clientes dos outros quartos do hotel.
O prazer continua, até que a determinava altura, Tânia levanta minha cabeça, e pede-me:

-Introduz teu pénis na minha vagina!

- Como?- Pergunto eu. E Tânia repete:

-Introduz teu pénis na minha vagina!

 Eeu digo-lhe:

-És muito meiguinha.

 E diz ela depressa:

- Queres que eu use outra linguagem?

 E aí é claro que disse que sim. Tânia, então muda de linguagem e começa a dizer:

- Fode minha cona, pula!... fode minha cona, pula!

Respondi-lhe que não, continuei a acariciar o clitóris na mesma, quando ela diz:

- Não faz isso, pula, me fode, por favor!

 De seguida, amarra na minha cabeça e diz:

-Chupa as minha chuchas e mete o pau na cona. 

Aí comecei a aperceber-me do tesão dela, coloquei um preservativo e enterrei o pau com uma “violência” que ela dá um grito de prazer louco. Começo num vai e vêm, com a cama a bater na parede e ela não parava de gemer alto que até que pede para ficar de joelhos (de quarto) e arrebita o cuzinho para mim, baixando a cabeça, e mais uma vez diz ela:

-Não páres, fode-me!



 Começo num vai e vem novamente, quando ela me pede:

- “Mi chapa vai” (para dar umas palmadinhas).

 Assim faço, não levou muito tempo e esporrei-me todo.

De seguida ficamos no relax na cama, agarrados um ao outro, até que às duas por três, ela adormece e eu fiquei a acabar de ver um filme na televisão.

Quando acabou, deu-me para tornar a brincar com ela e comecei novamente a acariciar o clitóris, até que ela acorda. Pergunta-me se ainda não estou satisfeito, ao qual respondo que não.

- Então se não estás satisfeito, fode-me, mas já ficas a saber que de manhã quero ser fodida outra vez. 

E assim foi, começo aquecê-la da mesma maneira, até que ela começa a dizer:

- Fode-me, quero dormir!

Ela coloca-se em forma de franguinha e mais uma vez, espeto o meu pau com toda a força naquela cona, que ela não consegue controlar o prazer, que só ouço gemidos.
Começo a bombar e vejo a Tânia perdida no prazer, que só vejo ela a gemer e a dizer:

-Ai que bom!... espeta bem fundo!

A determinada altura, vejo ela acariciar as suas chuchas e a friccionar os biquinhos das mamas com os dedos. Sem parar de bombar, vou com a minha boca e começo a chupar lentamente os biquinhos, o que aumentou o prazer dela, ao ponto de colocar as mãos na minha cabeça, fazendo compressão contra as mamas, não me deixando sequer “respirar” e só ouço ela a dizer:

-Chupa bem as minhas chuchas!... ai que bom!

De seguida, trocamos de posição, Tânia vem para cima de mim e tem ela o controlo, poucos segundos depois, começo a sentir-me todo molhado, tinha completamente os tomates todos besuntados do mel que saía daquela coninha.

 Pedi-lhe para parar, para olhar para a cona dela e vejo que toda aquela zona envolvent, estava completamente molhada pelo líquido de prazer, que era bastante expesso. No momento seguinte, vejo Tânia a meter os dedos na cona e quando retirou os dedos foi besuntar os bicos das mamas, de seguida levou uma mama à minha boca e diz:

-Chupa agora as minhas chuchas e vê se gostas!

De seguida, enfia novamente o meu pau na cona de começa a foder-me suavemente, que não aguentei muito mais e acabei por me vir assim. Deixou cair o corpo e acabamos por adormecer.
De manhã, por volta das 6.30 da manha, acordo com Tânia aos beijos no meu corpo, e a dizer-me ao ouvido:

 - Agora é a minha vez!

Perguntei o porque? Quando ela me diz:

- Mulher angolana gosta de transar (termo aplicado lá, o mesmo de foder) pela manhã, que é quando nasce o sol.

 Disse-lhe que ainda era cedo, mas ela queria, porque tinha de entrar ao serviço às 7.30 horas. Não perdendo muito tempo, Tânia começa a passar a mão no meu pau, que depressa ficou duro e a determinada altura começamos a ouvir no nosso quarto barulhos vindos do outro quarto, outro casal deveria também estar a foder naquele momento, pois um dos barulhos que se ouvia era a cama a bater na parede e ouvia-se muito bem os gemidos de uma mulher.
O nosso ambiente começou aquecer, Tânia coloca-se logo em posição de 4 e ordena-me que o espete todo, o que assim fiz. 


Começo a fodê-la naquela posição maravilhosa, até que vejo Tânia a dar palmadinhas no próprio rabo dela. Pergunto se ela gosta de palmadinhas, ao qual diz que adora e que poderia ser eu a fazer. Não esperou pela demora e começo a bombar, com palmadinhas no rabo ao de leve, seguindo com algumas mais intensas e quanto mais aumentava a força da palmada mais a ouvia gemer, só se ouvia gemidos de prazer tanto no nosso quarto como do lado, que a determinada altura fomos para a esquina da cama para assim eu ficar de pé, e começo a bombar, a bombar forte... com palmadas no rabo e amarro no cabelo dela nas mãos e começo a fodê-la com mais força... que só ouvia gemidos, palavras:

 -Aiiii sim … fodes muito bem, não pares... aiiii, pula.... és tão bom a foder esta pretinha.

 E quando lhe perguntava se estava a gostar, só sabia dizer:

- Sim, estou. Sim estou!

Mais uma vez, não me aguentei e acabo por me vir todo.

De seguida, tomamos banho e descemos para tomar o pequeno-almoço. Ao entrar na sala do pequeno-almoço, vejo lá um casal de angolanos que depressa cumprimenta com um “bom dia” a Tânia, o que me deixou surpreendido.  Acabaram por convidar - nos para tomar o pequeno-almoço com eles. Acabamos por saber que era o casal que estava no quarto ao lado do nosso e começamos todos a rir. A conhecida da Tânia acabou por perguntar-lhe:

- O pula tratou-te bem?

Desataram ambas às risadas. O sorriso da Tânia dizia tudo, como tinha sido bem tratada...bem tratada e bem fodida!


sábado, 15 de novembro de 2014

TEMA DO MÊS - CINEMA

ESTE MÊS ESCOLHI COMO TEMA O CINEMA
Alguém se lembra do filme AVATAR? 
Ficam aqui umas fotos que vão fazê-los recordar...espero que gostem!








quinta-feira, 13 de novembro de 2014

POEMA



SONHEI COM O MEU AMOR


Sonhei que nos meus

Braços inclinados

Teu rosto encantador

Menina flor eu observava

Que ávido beijo me oferecia
 

Teu nível colo,

Para os meus desejos matar.

Sonhei que era feliz

Por ter você,

Sonhei que era feliz

Por ter você,

Que o prazer,

A força,

A voz e a cor perdiam,

Num êxtase suave,

Em que bebia

O néctar agradável

Que sugava no seu corpo.
 

Mas no mais doce,

No melhor momento

Escalando um suspiro

Cheio de ternura

Na hora de ter você,

De te possuir,

Acordo,

Acho-te só no pensamento.

Ó destino cruel,

Ó sorte escura,

Que nem em sonho

Eu tenho prazer

Que nem me dure

Em sonhos e ventura

De poder sentir

Prazer em você.


Comendador Marcus Rios

Poeta Iunense – Acadêmico –

Membro Efetivo da Academia Iunense de Letras (AIL)

BOTAS VERMELHAS

SÃO SUPER SENSUAIS, NÃO ACHAM?





quinta-feira, 6 de novembro de 2014

POEMA



Uma cama vazia

Olhar perdido

Sorriso triste

Sem você sobra muito espaço em nossa cama

E um vazio imenso em mim

Seu cheiro nos travesseiros e em nossos lençóis

Meu corpo sente seu toque

Minha boca guarda seu gosto
 

As musicas são as mesmas

Os meus olhos fazem um mapa dos seus passos

Seu corpo relaxado uma visão do paraíso

Paraíso onde me perco

Onde encontro o meu desejo

Teu amor alimenta minha alma

Teu corpo alimenta o fogo da minha paixão

Sentir teu gosto explodir em minha boca
 

Saudade que me consome

Vontade de você que me devora

Sentir o peso do seu corpo

A força das tuas mãos

Fecho os olhos e sinto

O toque dos seus dedos

Uma umidade doce e agonizante me domina
 

Podem ser 3 dias ou 3 noites

É uma eternidade sem você

Contorço-me, me provoco

Suavizo a agonia da espera

Saudade, fome e desespero

Uma cama vazia

Um corpo, uma alma faminta de você

Cada encontro

Cada oportunidade que temos de ficarmos juntos

Transformamos os momentos em eternidade

Beijos multiplicados para matar a saudades
 

Amamo-nos com desejo das caricias marcantes

Feito tatuagem pelos nossos corpos

Somos sorrisos sonoros

Mãos ansiosas para acarinhar

Não tem espaço, somos uno no desejo

do aconchego do abraço...

Nossos encontros têm paixão

Ternura, atração, êxtase do prazer...

Assim é a nossa entrega total...

Elaine Coletti